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quarta-feira, 14 de maio de 2025

Setor pet em expansão nos EUA abre portas para médicos veterinários brasileiros

Setor pet em expansão nos EUA abre portas para médicos veterinários brasileiroVisto EB-2 NIW permite a profissionais imigrar legalmente e atuar com no mercado americano


Cenário representa uma oportunidade real de carreira internacional. Foto: Divulgação

O setor pet norte-americano segue em forte expansão, movimentando mais de US$ 147 bilhões por ano, segundo dados da American Pet Products Association. Com isso, cresce também a demanda por médicos veterinários qualificados para atuar em clínicas, hospitais, laboratórios e empresas especializadas. Para os profissionais brasileiros da área, o cenário representa uma oportunidade real de carreira internacional — com possibilidade de obtenção do green card por meio do visto EB-2 NIW.

Esse tipo de visto, conhecido como “National Interest Waiver”, é voltado a profissionais com experiência comprovada, como médicos veterinários, engenheiros, dentistas, médicos e advogados, e permite a imigração legal mesmo sem uma oferta de emprego nos Estados Unidos. O foco está na relevância da trajetória profissional do candidato e no potencial de contribuição ao país.

A área de saúde animal está entre as que mais crescem nos Estados Unidos, impulsionada pela valorização do bem-estar pet e pela humanização dos cuidados com os animais. Veterinários brasileiros experientes, com formação sólida e bom histórico profissional, podem ser excelentes candidatos ao EB-2 NIW”, afirma Vinícius Bicalho, advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal e CEO da Bicalho Consultoria Legal, especializada em imigração para profissionais qualificados.

Para aplicar ao EB-2 NIW, o profissional precisa comprovar qualificação técnica ou acadêmica, experiência relevante (mais de cinco anos na área ou título de mestre/doutor), além de apresentar documentos como diplomas, licença profissional, cartas de recomendação e histórico de atuação. Embora o processo possa levar cerca de 20 meses, é possível acelerar com o pedido de premium process, que reduz o tempo de resposta inicial para até 45 dias.

Com escritórios no Brasil, nos EUA e em Portugal, a Bicalho Consultoria Legal oferece suporte completo na elaboração da estratégia migratória, validação de documentos e condução jurídica de cada etapa. “Cada caso é único. Por isso, contar com uma equipe especializada faz toda a diferença para garantir segurança e agilidade no processo”, complementa Renato Oliveira, CEO da Be Internacional, empresa do Grupo Bicalho.

Veterinários interessados podem iniciar sua avaliação gratuita por meio do link disponível nas redes sociais da empresa.

Sobre a Bicalho Consultoria Legal

A Bicalho Consultoria Legal é especializada em processos migratórios para os Estados Unidos, oferecendo soluções para empresas, empreendedores e profissionais liberais. Com atuação no Brasil, EUA e Portugal, a empresa oferece assessoria jurídica, consultoria empresarial, tributária e trabalhista, além de planejamento patrimonial.

Mais informações: https://bicalho.com

Instagram: @bicalhoconsultoria

YouTube: Bicalho Consultoria Legal

Facebook: Bicalho Consultoria Legal


quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Dicas de primeiros socorros: cuidados essenciais para garantir a segurança dos pets

ROYAL CANIN® compartilha orientações sobre como agir em situações de emergência e garantir atendimento veterinário imediato para gatos e cães


Foto: Royal Canin/Divulgação

Imprevistos envolvendo a saúde e segurança dos pets podem ocorrer a qualquer momento, e saber como agir é crucial para garantir o bem-estar deles. Intoxicações, queimaduras e quedas são os exemplos mais comuns que exigem ação imediata dos tutores. Assegurar que o animal receba atendimento profissional o mais breve possível, evitando o agravamento da situação, é essencial.

Independentemente da seriedade do incidente, a avaliação de um Médico-Veterinário é o primeiro passo a ser tomado. Mesmo que o animal pareça estar bem após um incidente, apenas um especialista pode avaliar adequadamente possíveis complicações. Sintomas como vômito, diarreia, dificuldades respiratórias e alterações comportamentais, como mudanças no modo de andar e portar a cabeça, podem sinalizar problemas mais sérios. Qualquer alteração no estado do pet deve ser considerada um alerta.

A ROYAL CANIN® ressalta a importância da guarda responsável e reuniu algumas orientações para ajudar os tutores a agirem até a chegada ao Médico-Veterinário. Confira abaixo:

O que fazer imediatamente

Ao notar um comportamento incomum ou suspeitar que algo está errado, a primeira atitude deve ser contatar um Médico-Veterinário de confiança. O profissional pode oferecer orientações sobre as medidas imediatas a serem tomadas até que o animal seja levado à clínica. Em situações críticas, como intoxicações ou acidentes graves, a comunicação rápida com o especialista é vital, e tentar tratamentos caseiros pode ser arriscado.

Kit de primeiros socorros

Ter um kit de primeiros socorros em casa é uma prática recomendável para os tutores. Este kit deve incluir itens básicos, como gaze, compressas e soro fisiológico, que podem ajudar a estabilizar o animal em casos de ferimentos leves. Entretanto, é importante ressaltar que essas medidas são temporárias, e o acompanhamento profissional é fundamental.

Transporte seguro

Outro ponto a ser considerado é o transporte seguro do pet até a clínica veterinária. Utilizar caixas de transporte é especialmente importante para gatos, que podem se assustar durante a viagem. Para cães, garantir que estejam seguros dentro do veículo é essencial, evitando deixá-los soltos para prevenir acidentes, como quedas ou pulos inesperados. Manter o animal protegido durante o transporte ajuda a evitar complicações, como a intensificação de lesões.

Prevenção como prioridade

Prevenir acidentes é sempre a melhor estratégia, especialmente em ambientes domésticos. Muitos incidentes com pets ocorrem devido à ingestão de alimentos inadequados, produtos de limpeza ou objetos, conhecidos como corpos estranhos. É importante manter itens como linhas, fios, elásticos de cabelo e brinquedos que possam se partir fora do alcance dos animais e estar atento a sinais de intoxicação. Em caso de suspeita ou confirmação de ingestão, busque imediatamente orientação veterinária. A supervisão do ambiente também é indispensável para evitar ferimentos que podem ser causados por fios elétricos ou plantas tóxicas, especialmente no caso de filhotes, que são naturalmente mais curiosos. No caso dos felinos, a instalação de telas de proteção em todas as janelas deve ser uma prioridade antes de recebê-los em casa.

Erros comuns

Na tentativa de ajudar, tutores frequentemente recorrem a medicamentos humanos, o que pode ser extremamente prejudicial. Anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, podem ser tóxicos para os pets, resultando em sérios danos à saúde. Além disso, não se deve subestimar os sinais de melhora momentânea; mesmo que o animal aparente estar recuperado, uma avaliação médica é primordial para descartar complicações internas, como hemorragias ou fraturas.

Ao agir com responsabilidade e buscar o auxílio profissional rapidamente, os tutores podem evitar que pequenos acidentes se transformem em problemas mais graves. Cuidar dos pets de maneira responsável é o melhor caminho para garantir sua saúde e bem-estar.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Comemorações com fogos de artifício são traumáticas para os pets

O animal desorientado entra em desarmonia com o ambiente, aqueima de fogos é extremamente estressante e pode ser até mortal para os pets


Foto: Freepik


Com as festas de final de ano se aproximando, os tutores precisam oferecer um ambiente seguro para seus pets, porque entra em cena um item muito prejudicial para eles, os fogos de artifícios. Apesar de tradicional para as pessoas, a queima de fogos é extremamente estressante e até mortal para os pets.

Os animais têm uma capacidade auditiva que chega a 40.000 hertz, enquanto a dos seres humanos é de 20.000 hertz. Isso faz com que os ruídos sejam mais intensos, detectando sons quatro vezes mais distantes”, explica a veterinária da Pet de TODOS, Nathali Braz Vieira dos Santos.

A veterinária cita que a parada cardíaca é uma das consequências da queima de fogos, levando muitos animais a óbito. Os tremores, agitação e convulsões também podem afetá-los. Além disso, no caso de filhotes, os barulhos podem levar ao desenvolvimento de fobias.

Os tutores precisam promover uma campanha junto a sua comunidade para evitar a compra e queima de fogos, justificando os males que causam aos animais. Sons graves e agudos que sequer são percebidos pelas pessoas podem gerar alto nível de medo nos animais”, salienta Vininha F. Carvalho, ambientalista e editora da Revista Ecotour News.

Dr.Wagner Araújo, médico veterinário e professor do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário Maurício de Nassau Recife (UNINASSAU), campus Graças, explica como os tutores podem evitar problemas mais sérios. “O mais importante é não levar o pet para o local do barulho. Permaneça em casa e procure um cômodo para ficar com seu gato ou cachorro, fechando portas e janelas para evitar acidentes. Ligar a TV ou colocar música em volume alto é uma boa opção, pois são maneiras de abafar o som dos fogos de artifício. Também organize um espaço seguro e confortável para o animal, colocando almofadas e brinquedos para ele se distrair”.

Outro detalhe que não pode ser esquecido é que os pets não devem ficar sozinhos no momento da explosão dos fogos de artifício. Os tutores precisam estar presentes para ajudá-los e transmitir segurança. Ao adotar essas medidas, o impacto negativo será reduzido e o bem-estar dos animais de estimação estará garantido”, acrescenta Dr.Wagner Araújo.

O estresse provocado pelos fogos de artifícios gera um grande o número de fugas e o consequente desaparecimento do animal, atropelamentos, brigas (inclusive com outros animais com os quais convivem), mutilações em grades e portões, enforcamentos com as próprias coleiras, afogamentos em piscinas, quedas de andares e alturas superiores, aprisionamentos indesejados em porões e em lugares de difícil acesso, por isto, a prevenção é o melhor remédio”, conclui Vininha F. Carvalho.




quarta-feira, 10 de abril de 2024

Cidade do Rio vai ganhar hospital veterinário público municipal em Irajá

O hospital será construído pela iniciativa privada no andar térreo de um prédio que pertenceu a uma concessionária de telefonia

Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio

O Rio vai ganhar um novo hospital veterinário público municipal na Zona Norte. A Prefeitura lançou, nesta quarta-feira (10/4), em parceria com a Cury Construtora, as obras do Hospital Veterinário de Irajá, na Rua Hannibal Porto, 450. O equipamento será construído pela iniciativa privada no andar térreo de um prédio de nove andares que, no passado, foi ocupado por uma concessionária de telefonia. O edifício foi doado à municipalidade pela construtora como contrapartida de licenças de empreendimentos residenciais na região.

"Esse era um compromisso nosso, fazer um hospital veterinário de referência. Temos duas unidades na cidade que nos orgulham e funcionam muito bem. Mas era um sonho ter um hospital de ponta e que vai ser o melhor hospital veterinário do Brasil. É mais uma unidade pública na cidade. Temos uma em Santa Cruz, outra na Mangueira e agora teremos essa em Irajá", afirmou o prefeito Eduardo Paes.

O projeto do Hospital Veterinário de Irajá prevê ambulatórios, consultórios, sala de raio X, enfermarias, centro cirúrgico, área para farmácia, laboratório, administração, refeitório e vestiários de funcionários. Todo o equipamento ficará em uma área de cerca de 790 metros quadrados no primeiro andar e a previsão é a de que seja entregue no terceiro trimestre deste ano. A ocupação dos demais andares ainda será definida pelo município.

"É importante destacar o esforço que a Prefeitura tem feito no adensamento das zonas mais estruturadas em infraestrutura na cidade. Neste caso, estamos falando da Zona Norte, e a Cury, entendendo essa diretriz, vem realizando empreendimentos na região. Isso é muito bem-vindo no ponto de vista do planejamento da cidade. Hoje, estamos num evento de doação de um equipamento público que decorre de obrigações que surgem por conta dos empreendimentos residenciais. Então, aqui a Cury propôs doar esse prédio para o Município e fazer o hospital veterinário", disse o subsecretário Executivo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico (SMDUE), Thiago Dias.

O prédio de nove andares foi cedido pela Cury Construtora em virtude de contrapartida de licenças de obras de quatro conjuntos residenciais na mesma região. A lei urbanística da cidade prevê que licenças para construção de grupamentos, ou seja, condomínios com mais de 500 unidades residenciais, devam ter a contrapartida de doação de terreno por parte da construtora responsável para instalação de equipamento público. Com processos de licença em andamento para construção de unidades residenciais na região, a empresa optou por suprir a exigência repassando para o Município um prédio já construído, em vez de um lote.

"Ao adquirirmos esse terreno, uma coisa que chamou a nossa atenção foi o fato de aqui já ter um prédio instalado, um patrimônio. Em conversas com a Prefeitura, pensamos em como utilizar esse prédio para poder gerar valor para a região. E não simplesmente demolir o prédio e se perder isso. A partir dessas conversas, pegamos as contrapartidas para trazer esse hospital e atender ao bairro de Irajá", declarou o vice-presidente de Negócios da Cury Construtora, Leonardo Mesquita.

Este será o segundo hospital veterinário público municipal. Em fevereiro do ano passado, a Prefeitura do Rio inaugurou o Hospital Veterinário de Santa Cruz, que funciona nas dependências do Centro de Controle de Zoonoses Paulo Dacorso Filho. A unidade, administrada pelo Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (IVISA-Rio), tem capacidade para atender cerca de 80 animais com consultas veterinárias, exames, cirurgias eletivas, curativos, aplicação de medicamentos, microchipagem e vacinação antirrábica.

A Prefeitura tem ainda a Unidade de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Mangueira, que presta serviços gratuitos de veterinária e atendimentos especializados para animais de estimação a baixo custo, tais como cirurgias, consultas, exames laboratoriais e de imagem, sepultamentos e até cremações. Entre os serviços oferecidos gratuitamente estão castrações, diagnóstico de zoonoses, microchipagem e vacinação antirrábica. O centro também promove adoções de bichos de estimação.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Boa higienização é fundamental para livrar pets de vermes

Além da medicação, boa higienização é fundamental para livrar os pets de vermes. Foto: Pixabay
O vermífugo é o principal método para prevenir doenças causadas por vermes nos pets. Tem como função proteger o seu companheiro, garantindo que estes parasitas fiquem longe dele. Para isso, é importante saber quando e como oferecer a seu cão.

Foto: Pixabay
Segundo o médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, a primeira dose de vermífugo para cães, deve ocorrer desde filhotes, entre os 15° e 30° dia de vida. Após isso, a medicação, de maneira geral, deve ser repetida de 15 em 15 dias, por três vezes consecutivas no caso de filhotes. O tratamento é feito de forma líquida e oral; já a manutenção, que ocorre após seis meses, é feita através de drágeas. As cadelas grávidas também devem tomar o vermífugo, afim de evitar que a mãe transmita vermes para os filhotes.

Sintomas: Um dos sintomas apresentados por cachorro com verme é o sangue nas fezes. Também é comum encontrar vermes no meio delas. Neste caso, o animal sofre com a perda de apetite e, consequentemente, de peso. Quedas de pelo, diarreia e vômitos também podem aparecer. Em todos os casos, é indicado que o pet seja levado ao veterinário”, orienta Machado.

Um dos possíveis sinais de verme pode ser quando o cachorro esfrega o bumbum no chão para aliviar o desconforto e a coceira.

Foto: Pixabay
Higiene: Além de oferecer o vermífugo ao animal desde os primeiros dias de vida, outros cuidados são importantes para que o bichano fique longe dos vermes.

Em casos para animais já contaminados, uma das orientações é para que o tutor higienize o local onde o pet faz suas necessidades. O ato irá eliminar os ovos de vermes e contribuirá diretamente para a recuperação do cão”, ressalta o veterinário.

A higiene geral do pet também é fator indispensável. Pulgas, por exemplo, são agentes transmissores, por isso, é necessário ficar de olho nos parasitas para evitar futuras complicações e manter o bem-estar do cachorro.

Também é de extrema importância manter uma rotina de banhos. Para isso, o veterinário deve ser consultado para indicar a frequência recomendada, além de manter escovações regulares, que, além de serem úteis para a eliminação de pelos mortos, também são importantes para inspecionar a busca por pulgas e carrapatos.

Em todos os casos, a consulta com um médico veterinário é importante para manter a boa saúde do cão e deixa-lo livre de quaisquer doenças.

Fonte: Total Alimentos

OBS: O Blog Bonde da Bardot é um canal de utilidade pública. Releases, sugestões de pauta, campanhas de adoção e animais para adoção, resgate, LT ou pets perdidos e encontrados podem ser enviados para dcalcia@gmail.com.

domingo, 25 de novembro de 2018

Saúde animal: Saiba como dar banho a seco nos gatos

Veterinário dá sugestões para fazer a higiene do seu gato. Foto: Divulgação
Falar de banho em gato é um pouco estranho, já que eles não gostam nem um pouco de entrar embaixo d’água para aquela sessão de limpeza. Mas, diferente dos cães, eles não precisam tomar banhos regularmente, pois conseguem se manter limpos sozinhos.

O que pode exigir um cuidado maior com a higiene são momentos pontuais – como quando o felino brinca com terra, por exemplo. Para esses casos, você pode optar pelo banho a seco para gato que, além de limpar, evita o estresse do animal e o seu também.

Quem já tentou dar banho em gato sabe que a missão é difícil. Por isso, quando precisar fazer a higiene do seu bichano pode seguir as dicas do médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, que ensina o passo a passo do banho seco para os felinos.

O banho a seco para gato é uma opção que, além de manter o animal sempre limpo e evitar situações de irritação, também economiza água e é uma ótima alternativa para dias mais frios”, explica Machado.

Como dar banho a seco nos felinos


Providencie os materiais, você vai precisar de:

- Lenços umedecidos para gatos (é importante que sejam específicos para uso animal)
- Algodão
- Produto para banho a seco em gato (peça orientação ao veterinário sobre qual o mais indicado para seu felino)
- Toalha seca

Use os lenços úmidos

Comece uma limpeza por todo o corpo da gato com os lenços úmidos e tenha o cuidado de tirar a parte mais evidente da sujeira. Dê bastante atenção às patas, genitais e todas as dobrinhas que tiverem sujeiras. Nesse momento é importante não se estressar e não passar nervosismo; tente levar como uma brincadeira com o gato. Para isso, vale usar alguns brinquedos e dar muito carinho.

Cuidar dos pelos do gato

Peça ajuda ao vet para escolher o procuto certo
Chegou o momento de cuidar dos pelos. Escolha um produto específico para o gato, pois sabemos que ele irá se lamber e acabará ingerindo a substância que foi aplicada. Pegue o spray e borrife por todo o corpo do seu amigo, sempre tomando cuidado para não atingir seus olhos. Use uma toalha seca para espalhar o produto no pelo e, caso o gato tenha o pelo comprido, substitua a toalha por uma escova e vá passando no sentido contrário do pelo. Para finalizar, pode usar um secador de longe e ir fazendo a escovação no sentido do pelo.

Esse processo irá retirar a sujeira, evitando doenças de pele como pulgas e outros problemas que podem prejudicar a saúde do seu pequeno. Seguindo todos os passos, você verá que é fácil deixar o felino limpo sem passar pelo estresse da água. 

Fonte: Total Alimentos

OBS: O Blog Bonde da Bardot é um canal de utilidade pública. Releases, sugestões de pauta, campanhas de adoção e animais para adoção, resgate, LT ou pets perdidos e encontrados podem ser enviados para dcalcia@gmail.com.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Saiba qual a quantidade correta de caixas de areia para cada gato

Observar o comportamento do felino é o primeiro passo. Foto: Divulgação

A higiene é uma característica forte nos gatos. Eles não conseguem deixar suas fezes à mostra e não ficam tranquilos enquanto não as enterram. Por isso, um dos primeiros cuidados que se deve ter ao adotar um animal é providenciar a caixa de areia para gato.

Mas geralmente, quando chega a hora de comprar os acessórios para o novo membro da família, é normal surgir aquela dúvida: quantas caixas precisa ter? Se tenho mais de um gato, uma caixa é suficiente? Precisa de uma para xixi e uma para as fezes?

Confira algumas dicas do médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado:


Quantas caixas de areia devo ter em casa?


Foto: Pixabay
Entender o comportamento do gato é um dos principais cuidados para saber o que ele precisa. Saber que os felinos possuem instinto territorialista já dá uma pista sobre as preferências e hábitos dele. Cada felino precisa ter a sua própria caixa de areia, compartilhar o mesmo espaço não é um dom do seu companheiro e não será diferente na hora de fazer suas necessidades.

O recomendado é que você tenha 1,5 caixa de areia para cada gato. Sendo assim, se tem um animal, providencie duas caixas higiênicas; se tem dois, cuide de deixar três caixas à disposição deles. Seguindo essa regrinha, não tem como errar.

No que diz respeito à separação de uma caixa para xixi e uma para as fezes, você pode fazer um teste logo que seu pet chegar em casa. Alguns gatos não ligam e outros só aceitam se tiver caixa separada.

Dicas para fazer seu gato usar a caixa de areia


Muitas vezes, seu gato para de fazer as necessidades na caixa de areia e você precisa descobrir o motivo dessa mudança para correr atrás. Existem algumas dicas que irão ajudar você a estimular seu amigo para usar seu banheirinho. Fique atento:

Foto: Pixabay
Nunca mude a caixa de areia de lugar – se você fez isso recentemente, pode ficar certo de que foi por isso que o animal mudou o hábito. Para resolver, basta retornar a caixa ao lugar de costume.

Cuidado com o local onde deixa a caixa – se o animal não usou a caixa de areia em nenhum momento, pode ser que o problema esteja no local em que ela está. Mude e observe a reação do gato. Uma dica é para nunca colocar a caixa próxima ao pote de ração; seguindo os instintos naturais, o felino nunca fará suas necessidades perto de onde come.

Mantenha a caixa de areia sempre limpa – os gatos são extremamente higiênicos e, por isso, não aceitarão fazer suas necessidades se a caixa estiver suja. Sendo assim, faça a limpeza todos os dias ou sempre que puder. Tenha atenção para trocar regularmente a areia higiênica

Fonte: Marcello Machado, médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Saúde animal: Conheça os cuidados com os gatos no inverno


Estação exige atenção especial com felinos, principalmente filhotes e idosos. Foto: Divulgação

O estilo de vida de gatos domésticos está causando tipos diferentes de comunicação, não só dentro da sua espécie, mas também entre os gatos e seus donos. É fácil atender as necessidades dos gatos, se soubermos as suas expectativas do ambiente, da alimentação e se entendermos como eles se comunicam dentro da nova estrutura social.

Por exemplo, com a entrada do inverno, o comportamento dos felinos muda, eles ficam encolhidos e buscam se aconchegar próximo aos cantos mais quentes da casa, o que inclui o colo do seu tutor, já que podem ter a imunidade mais baixa.

Confira alguns cuidados que o médico veterinário da Max Cat e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, listou como os mais importantes nessa estação mais fria:


Foto: Pixabay
Alimentação e vacinação:Uma alimentação de qualidade é fundamental nesse período mais frio do ano, já que aliada à vacinação mantém a imunidade do gato, protegendo-o de doenças da época, como resfriados. Se o gato tem uma dieta de qualidade, não há necessidade de suplementação com vitaminas a mais do que existem na alimentação diária, apenas em casos de alguma afecção instalada.

As vacinas que o felino deve tomar necessitam ser alinhadas junto com o médico veterinário, com base na idade e no estilo de vida do gato, se vive dentro do ambiente ou não e se possui contato com outros animais. As principais vacinas indicadas nesse período são contra calicivírus, herpervírus e parvovírus, que são agentes causadores da gripe felina e no caso do parvovírus, a panleucopenia.

Foto: Pixabay
Higiene: No inverno, há maior proliferação de fungos. Por isso, lembre-se de limpar os comedouros e bebedouros dos gatos com água quente e enxugando bem, além disso aspirar tapetes e mobílias é de grande importância para não deixar aumentar as bactérias do ambiente. Nessa época de temperaturas mais baixas o banho também pode ser poupado para os felinos, e pode ser substituído por uma boa escovação, para manter os pelos bonitos e sem resquícios de sujeiras.

Água: Ofereça água, mesmo no frio, sendo em bebedouros e fontes automáticas distribuídas pela casa. Se o felino não costuma beber em temperatura muito fria e o tutor observar que a ingestão diminuiu, é aconselhável oferecer em temperatura ambiente. Outro forma de incentivar a ingestão é oferecer alimento úmido, assim como Max Cat Patê, que possui 80% de água no produto. Assim, o gato pode ter uma alimentação de qualidade, por ser um alimento 100% completo e ainda ingere a água que tanto necessita para a saúde.

Foto: Pixabay
Fase de vida do felino e o frio: Gatos filhotes e idosos são mais frágeis quando a temperatura abaixa. Pois a camada de gordura subcutânea é menor e os mecanismos fisiológicos do controle de temperatura são menos eficazes. No inverno, é importante deixá-los com acesso a ambientes internos, oferecendo cobertores para protegê-los das temperaturas baixas e ventos gelados.





terça-feira, 30 de maio de 2017

Cropofagia: Saiba o que fazer quando seu cachorro ingerir fezes



O médico veterinário Marcello Machado, da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, responde às dúvidas mais frequentes dos tutores, sobre o assunto: Cropofagia. Meu cachorro come cocô. E agora? A coprofagia, ou o ato de comer fezes, é mais comum do que a maioria dos tutores imagina. Esse hábito pode estar ligado a problemas pancreáticos, superalimentação (quando o animal é alimentado apenas uma vez ao dia com grande quantidade de ração), baixos níveis proteicos, ocorrência de vermes, ou alimentação insuficiente (fome) e, principalmente, tem um forte laço comportamental. Cães estressados, ansiosos, entediados, confinados em lugares fechados e que querem chamar atenção de seu tutor, podem desenvolver esse distúrbio ao longo do tempo”.

Qual a solução? Para a solução desse problema, nem sempre são recomendados medicamentos. “Apenas uma mudança de comportamento é suficiente, por isso é importante buscar o médico veterinário de sua confiança, ele indicará o melhor tratamento”.

Fezes amolecidas ou gelatinosas

Fezes pastosas não são causadas apenas pela alimentação, então é importante entender exatamente o que está acontecendo. Confira as dicas do veterinário: Verifique se a quantidade diária fornecida não está em excesso. A superalimentação também pode provocar fezes amolecidas e até diarreia. Descarte a possibilidade de verminoses e protozoários, como a giárdia e veja se o pet está consumindo ou consumiu plantas com potencial tóxico, como o bico-de-papagaio.

Também saiba se houve troca brusca de ração, de alimento de filhote para adulto, por exemplo, ou troca de marcas. Recomendo a troca gradual de 7 dias: no primeiro e segundo deve incluir 25% da nova ração e 75% do alimento antigo; no terceiro e quarto dia 50% de cada. No quinto e sexto dia 75% do novo alimento e 25% do antigo. No sétimo dia 100% do alimento novo.

Intestino sensível ou intolerância. Pode ser que o cãozinho tenha intestino sensível a uma determina fonte proteica ou até seja intolerante à proteína animal. No caso de sensibilidade, geralmente um alimento com uma proteína diferente da qual o animal está habituado ajuda a amenizar o problema. Mas, em casos mais graves de intolerância, é necessário oferecer alimento elaborados com proteína de soja, que tem baixo teor alergênico.

O médico veterinário da Total Alimentos, Marcello Machado., também responde questões para os tutores pelo site de Naturalis, na aba “Dr. Naturalis”.



sábado, 28 de janeiro de 2017

Conheça os principais objetivos da medicina preventiva em cães e gatos

Pixabay

Uma das primeiras coisas que devemos considerar na hora da adoção/nascimento do animal, é a manutenção de sua saúde e bem-estar. A medicina preventiva, como o nome já diz, existe para promover a prevenção de doenças, sejam elas em cães ou gatos. Nem todas as doenças podem ser prevenidas, porém, com a ajuda da prevenção, pode ser proporcionado maior bem-estar para o seu animal de estimação.

Os principais objetivos deste ato são realizar o rastreamento e tratamento antecipado de doenças possíveis associadas a espécie e a raça, proteção contra doenças infecciosas ou contagiosas e contra parasitas internos e externos, como também promover a redução de danos que podem ser causados por doenças mais graves.

Pixabay
Tal rastreamento e cuidado deve ser feito desde o momento de adoção/nascimento do animal, sendo acompanhado para o resto de sua vida. Seja quanto a nutrição, higiene oral, comportamento ou reprodução de cada fase de sua vida, em qualquer idade.

É aconselhável ter um veterinário de confiança que o acompanhe e saiba seu histórico de doenças por toda sua vida e que dê dicas de prevenção através de rotinas da casa, alimentação, escovação, vacinação, prevenção de obesidade, banhos, vermifugação, atividade física, exames, educação, comportamento, nutrição, etc., pois a prevenção não é feita apenas através de medicamentos.

Existem diferentes tipos de vacinas que podem ajudar seu animal em busca da prevenção: Elas podem ser víricas (vírus), bacterianas (bactérias), fúngicas ou para protozoários, dependendo do agente que se quer neutralizar. Outra forma que é bastante usado, é o uso de remédios vermicidas. Consulte seu veterinário a respeito do tempo adequado de frequência de vacinação e vermifugação.


domingo, 8 de janeiro de 2017

Saiba como evitar a gengivite em cães

Saúde oral debilitada pode levar a consequências mais graves, como a anorexia. Snacks específicos e escovação ajudam a prevenir enfermidades periodontais


Doenças periodontais, como a gengivite, são as mais comuns nas clínicas veterinárias – acometem de 80 a 85% dos cães adultos, principalmente os de raças pequenas. A evolução dos sintomas dessa enfermidade pode causar outros problemas ainda mais graves. “Doenças periodontais podem comprometer a capacidade de alimentação dos animais e ter como consequência a anorexia”, pontua a Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos e médica veterinária da Equilíbrio, Bárbara Benitez.

De acordo com a especialista, os tutores devem estar atentos a qualquer sintoma e podem colaborar oferecendo alimentos específicos que auxiliam na boa saúde oral dos cães. “Existem snacks formulados com hexametafosfato de sódio, o qual impede a mineralização da placa bacteriana em cálculo. Além disso, uma inovação no mercado é a inclusão de própolis nesses snacks, um agente natural que ajuda no controle de bactérias e evita o mau hálito (halitose) do pet”, explica Bárbara.

Alimentos precisam estimular mastigação


Além do conteúdo nutricional, a textura, consistência e forma do alimento também são fundamentais para saúde oral dos cães. Segundo a Dra. Barbara Benitez é preciso existir atrito entre o alimento e os dentes do animal para que ocorra a limpeza das superfícies dentárias. “Há pessoas que estranham o formato e até acreditam que as rações são muito duras, no entanto algumas características do alimento estimulam a mastigação e limpeza dos dentes”, explica.


Entenda os sintomas e previna seu cão:


Halitose: É o mau hálito, odor desagradável oriundo da cavidade bucal do animal. Pode ser causada principalmente pela higiene bucal deficiente e presença de placa bacteriana.

Disfagia: Trata-se da dificuldade de deglutição, isto é, o animal faz muito esforço ou não consegue ingerir o alimento.

Ptialismo: É a salivação excessiva do cãozinho.

O que é anorexia? Anorexia é a perda ou ausência do apetite dos cães. Este sinal clínico pode ocorrer por diversos fatores, entre eles as doenças periodontais: “Se o cão está com gengivite, por exemplo, ele sentirá dor ao apreender, mastigar ou deglutir e, então, rejeitará o alimento”, explica a médica veterinária, Bárbara Benitez. A veterinária pontua ainda que os donos devem estar alertas às atitudes dos pets “Alguns problemas não são tão visíveis, logo, é preciso verificar se o animal está se alimentando como de costume e dar importância a qualquer modificação de comportamento alimentar

Fonte: Bárbara Benitez é médica veterinária pela Universidade de Uberaba (UNIUBE), mestre em nutrição de cães e gatos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e é Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Animais adotados devem passar por exames após conhecer o novo lar


A adoção de animais tem sido defendida pelo poder público, organizações não governamentais e diversas instituições. Porém, o bicho de estimação que ganha um novo lar deve passar por uma série de exames de rotina, para checar, inclusive, se o mesmo é portador de alguma zoonose (doença transmitida pelo animal que atinge o homem). Não submeter o bicho a esses procedimentos pode custar-lhe a vida.

O organismo do animal possui mecanismos de compensação, e por um longo período de tempo pode ser que nenhum sinal seja observado pelo tutor. Quando alguma doença finalmente se manifesta, não é incomum que muito pouco ou nada possa ser feito.”, destaca Diogo Maia, veterinário patologista do Hospital Popular Veterinário de Realengo.

Ainda segundo Maia: "Hemograma completo, perfil bioquímico e exames de fezes e urina fazem parte de um procedimento padrão após a adoção do animal. Outros diagnósticos podem ser indicados, considerando a faixa etária: os animais idosos, por exemplo, devem ser passar pelo teste da Dirofilariose (verme no coração)".

Instituições como a Sociedade União Internacional Protetora de Animais (SUIPA) e a Sociedade Zoófila Educativa (SOZED) são tradicionais em abrigar animais abandonados, proporcionando-lhes lar, comida e assistência médica. O Hospital Popular Veterinário oferece parceria a abrigos e protetores, concedendo descontos para consultas, exames e cirurgias.

Serviço: Hospital Popular de Medicina Veterinária. Rua Professor Clemente Ferreira, 6, Padre Miguel-RJ. Contatos: 21 3468-6251 ou 2401-0254 ou  contato@hpmv.com.br Site: www.hpmv.com.br

Fotos: Pixabay

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Posso oferecer doces e outras comidas para o pet nas festas de fim de ano?



As festas de fim de ano estão chegando e nessa época, aumenta em 30% o número de animais nos hospitais veterinários e uma das principais causas do problema é a ingestão de alimentos destinados ao consumo humano, confira o que o médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, explica sobre os cuidados com os pets nessa época do ano.

Gatos comem doce?

Cientistas afirmam que, em geral, os gatos não se interessam por doces. Na verdade, a preferência do gato é o sabor da proteína animal. “Os gatos, apesar de terem sido domesticados, continuam sendo carnívoros restritos e não consumem doces porque, na verdade, não têm capacidade de sentir esse sabor”, afirma o médico veterinário da Naturalis e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

De acordo, com a revista Scientific American a causa é um gene.  Os felinos, inclusive leões e tigres, não têm uma parte do DNA que existe no gene Tas1r2, o qual é responsável por gerar proteínas que formam os receptores de doces (localizados na língua dos gatos). Por isso, os felinos não percebem o sabor doce como humanos e outros mamíferos.

Os tutores sabem que o olfato e tato de seus gatos são mais apurados, mas talvez não saibam que o paladar dos felinos seja mais restrito. Saber disso, ajuda até no manejo alimentar: o tutor deve oferecer alimentos elaborados com fontes de proteínas de origem e evitar oferecer doces, pois podem causar obesidade e diabetes”, explica Machado.

E os cães? Veterinário diz que tipo de alimentos adocicado os cães podem consumir

Se o consumo desregrado de açúcar pode causar malefícios ao ser humano, o mesmo ocorre com os cães, como explica o médico veterinário da Total Alimentos, Marcello Machado: “O açúcar pode trazer inúmeros problemas, principalmente obesidade e a rejeição futura de alimentos adequados para a saúde do animal”. Segundo o veterinário, os tutores não devem oferecer doces em barras, sejam caseiros ou industrializados, e, principalmente, chocolates! “O chocolate é tóxico para cães e também para os gatos. A substância chamada teobromina, presente no cacau, pode causar intoxicações, vômitos e diarreia”, afirma.

Sabor doce: Mas os cães podem consumir doce?  Sim, mas desde que seja de uma fonte natural. “Se o tutor pretende oferecer sabores adocicados para os cães, pode optar por frutas, como mamão e maçã, e vegetais como, cenoura e batata-doce.  Esses ingredientes, inclusive, já fazem parte da composição de algumas rações, como a Naturalis Premium Especial, que já contêm a quantidade balanceada desses ingredientes”, destaca.
  
Paladar dos cães: Não se engane, os cães possuem menos papilas gustativas do que ser humano. Então, seu animal de estimação, não sente com tanta intensidade os sabores “O homem tem 9 mil papilas gustativas, enquanto os cães têm, aproximadamente, 1706 apenas”, finaliza o veterinário.

Dica de alimento: A Naturalis apresenta uma maneira saudável e 100% natural de oferecer sabores adocicados para os cães e gatos, pois possui pedacinhos de frutas desidratadas (mamão e maçã). Também possui uma versão com verduras (cenoura, ervilha e batata-doce).  É ideal para tutores que querem oferecer uma ração sem corantes e sem conservantes artificiais, e que contenha ingredientes especiais como: aveia, arroz integral e semente de linhaça.

Fonte: Total Alimentos


segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Saúde: Cinco dicas para cuidar do coração do seu pet


Cães e gatos também podem ter doenças cardíacas, como hipertensão, doença cardiovascular e outras enfermidades sérias. Mas, o tratamento farmacológico e uma dieta balanceada garantem qualidade de vida e longevidade para nossos melhores amigos. Confira as dicas do médico veterinário da Max Premium Especial (Total Alimentos), Marcello Machado:

1. Leve-o ao veterinário. Um animal de estimação também precisa de check up periódico, isso porque, só as visitas ao médico veterinário podem assegurar a boa saúde do pet e identificar enfermidades.

2. Atenção aos sintomas. Os sintomas mais comuns de doenças cardíacas são: dificuldade para respirar, alteração da cor da língua, rejeição a atividades físicas, sono demasiado fadiga, sede e tosse. Caso seu cãozinho apresente algum desses sinais, procure a orientação de um veterinário.

3. Alimentação saudável e balanceada. É essencial que o pet consuma alimentos completos, cuja fórmula contenha ingredientes selecionados e nutrientes fundamentais para o desenvolvimento ideal do animal. Por isso, recomenda-se evitar alimentos de consumo humano, que podem ter níveis elevados de sódio e não são indicados para a nutrição adequada do cão ou do gato.

4. Atividade física. Brincar, passear pelo bairro, pelo condomínio. Reserve um tempo para seu amigo de quatro patas para que ele gaste um pouco de energia e, claro, calorias. Até mesmo os gatos podem passear com você se acostumados precocemente. Mas, lembre-se: cães braquicefálicos, aqueles com focinho achatado, como o Bulldog Francês e Pug, precisam de mais atenção porque possuem mais dificuldade para respirar e se cansam facilmente.

5. Pets idosos. Cães de raças pequenas são considerados  maduros a partir dos oito anos de vida; os cães de raças médias, aos sete; e os grandes a partir dos seis anos. Os gatos a partir dos sete anos. Portanto, nessa fase da vida, os pets precisam consumir alimentos específicos, que não tenham adição de sal, que contribuam para articulações saudáveis e que ajudem no retardo da progressão da doença cardíaca, como a MAX Premium Especial Mature, indicada para animais idosos.



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Saúde: Gatos castrados precisam de alimentação específica

                                                                                                                                                                Foto: Pixabay

A castração é importante para prevenir o possível desenvolvimento de tumores e para controlar o crescimento populacional de gatos abandonados nas ruas. “Fêmeas castradas jovens reduzem a quase zero a possibilidade de serem acometidas por doenças como tumores mamários, câncer, cistos uterinos e ovarianos”, explica o médico veterinário da Total Alimentos, Marcello Machado. 

No entanto, em alguns casos, é importante ter uma atenção maior na alimentação, pois os gatinhos costumam ter mais apetite, dessa forma podem desenvolver obesidade após o procedimento. Para prevenir esse problema, a EQUILÍBRIO (Total Alimentos) possui produtos para gatos adultos e senis que auxiliam na manutenção do peso ideal (por meio da ação da L-carnitina) e que ajudam no controle do pH urinário. 

Indicação de Produto:

EQUILÍBRIO Gatos Castrados

Indicação: Alimento completo para gatos adultos castrados de 1 a 7 anos de vida

Controle do pH urinário: auxilia na manutenção da saúde do trato urinário
L-carnitina + fibras: combinação de ingredientes que colaboram para o controle do peso
Hairball: combinação de ingredientes que previnem acúmulo de bolas de pelos no trato digestivo. 


EQUILÍBRIO Gatos Castrados (acima de 7 anos)

Indicação: Alimento completo para animais com idade acima dos 7 anos 

FOS, MOS e Probiótico: auxilia no equilíbrio da flora intestinal
Baixo teor de fósforo: auxilia na manutenção da função renal 
Antioxidantes naturais: ajudam a proteger as células oferecendo mais saúde e longevidade.

Fonte: Max Total Alimentos


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Desmame dos cães, quais cuidados devemos ter?

Cães recém-nascidos precisam de cuidados especiais, tutores devem estar atentos ao substituir leite materno canino


                                                                                                                                                                                 Foto: Pixabay

Eles são pequenos, frágeis e precisam de bons alimentos para crescer fortes e saudáveis. Os filhotes exigem muito cuidado e dedicação do tutor: “Os filhotes recém-nascidos precisam de alimentos ricos em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras para que tenham o desenvolvimento ósseo adequado e cresçam com saúde”, afirma o médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

                                                      Foto: Daniela Calcia
O desmame: O leite materno e o contato com a mãe são fundamentais para o filhote nos primeiros meses de vida, mas após 28 dias do nascimento o pet precisa ingerir outro tipo de alimento. “Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame, um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco”, pontua o médico veterinário da Max. 

Substituindo o leite materno: Se o pet provém de grandes ninhadas, está em recuperação ou perdeu a mãe, pode precisar substituir o leite materno.  “O ideal é que, quando há necessidade, o leite da mãe seja substituído por outro com concentrações similares ao da cadela”, afirma Marcello. De acordo com a veterinário, oferecer leite de vaca para cães pode causar diarreia: “Cães têm dificuldade para digerir lactose, oferecer leite comum pode causar bastante mal-estar a eles”.

                                           Foto: Divulgação/Max
Indicação de produtos: 

Max Milk - Substituto do leite materno


- Rico em proteínas e gorduras para as necessidades energéticas nessa fase;
- Com probiótico para uma melhor saúde intestinal dos filhotes;
- Ótimo nível de cálcio e fósforo para um desenvolvimento ósseo;
- Sem lactose par auxiliar na redução do risco de diarreias;
- Substitui o leite materno;
- Rico em vitaminas A, D, E, minerais quelatados, antioxidantes naturais.

Max Papinha Desmame

- Perfeito equilíbrio de cálcio e fósforo para o desenvolvimento dos ossos;
- Excelente palatabilidade fácil aceitação dos filhotes;
- Com probióticos para melhor saúde intestinal dos filhotes;
- Enriquecido com vitaminas A, D e E;
- Faz a transição do leite para o alimento seco;
- Preparo instantâneo.



quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Saiba identificar indícios de diabetes em cães. Papel do tutor é fundamental para o tratamento da doença


Assim como nos humanos, os cães também podem desenvolver diabetes e podem surgir geralmente em cães idosos, a partir dos 7 anos, e possui maior incidência nas fêmeas com excesso de peso, mas pode ocorrer, eventualmente, em cães mais jovens e até mesmo em filhotes, como diabetes precoce. “Essa afecção, se não for controlada, pode levar a falência do animal, mas se o tutor seguir as orientações do médico veterinário, a qualidade de vida do animal poderá ser pouco impactada”, declara o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional, Marcello Machado. 

A doença é causada tanto pela diminuição da produção de insulina quanto pela diminuição de sua ação. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que auxilia a mover a glicose do sangue para as células do corpo, onde é utilizada para produzir energia. “Pode ser um fator genético, no qual o cão nasce com a propensão à doença e a má alimentação ajuda no aparecimento do diabetes, ou pode ser imunomediados, cujo o sistema imunológico do cão trabalha contra o pâncreas à medida que este tenta produzir insulina”, explica Marcello.

O especialista cita cinco fatores importantes para identificar se o cão possui essa doença: 

1.    Formiga perto do xixi: se a urina do cãozinho estiver atraindo formigas, pode ser um sinal de alerta. Os cães diabéticos têm deficiência na produção de insulina (hormônio responsável por transportar a glicose do sangue para as células do organismo), por isso a concentração de glicose fica muito elevada e, consequentemente, é eliminada em maiores quantidades na forma de urina.

2.    Obesidade: em geral, a diabetes é causada pela genética, mas a obesidade e sedentarismo podem desencadear a doença.

3.    Sede excessiva: o animal diabético tem muita sede e, consequentemente, aumento no volume de urina. Além disso, pode apresentar perda de peso repentina.

4.    Idade do animal: de acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Pesquisas apontam ainda que fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos.

5.    Raças mais predispostas à doença: schnauzer miniatura e standard, poodle, bichon frisé, fox terrier, terrier australiano, teckel, beagle, pinscher miniatura, golden retriever, pug, samoieda, keeshond, maltês, lhasa apso e yorkshire terrier.

Fonte: Marcello Machado, Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos e médio veterinário da Equilíbrio.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Aprenda a aproximar cães e gatos


A maioria dos cães, especialmente os mais jovens, preferem brincar com outros animais ao invés de atacá-los. Embora alguns considerem cães e gatos como inimigos naturais, há muitos casos onde eles se tornam grandes amigos.

Permitir a esses animais estabelecer limites seguros, limitar o acesso entre eles e trabalhar em etapas para controlar a agressão do seu cão são as chaves para impedir um cão de atacar um gato. Listamos abaixo seis passos:

Apresente o cão para o gato bem cedo — quando ainda são filhotes, se possível. Dê aos animas a oportunidade de se conhecerem na sua presença, independente da idade do cachorro. Permita ao gato gradualmente ficar à vontade perto do cão, o que o tornará menos propenso a atacar.

A castração pode ser útil na redução do comportamento agressivo em relação aos gatos e também a outros cães.

Passeie com seu cão com frequência e brinque o máximo possível para manter os níveis de energia do cão mais baixos quando ele interagir com o gato mais tarde.

Leve o cão para um treinamento de obediência realizado por um treinador profissional. Estabeleça uma série de comandos a serem seguidos pelo cão, assim, mesmo que haja um ataque iminente, você estará preparado para impedi-lo com as vozes de comando praticadas.

Fique no ambiente quando os animais estiverem juntos. Repreenda a animal a qualquer sinal de agressão. Sinais de agressão incluem mostrar os dentes, rosnar e assumir uma postura rígida.

Mantenha áreas separadas em sua casa para cada animal, se possível. Mantenha-os separados sempre que você não estiver por perto para monitorá-los. Deixe os cobertorzinhos ou caminhas de um animal com o outro em áreas separadas, assim eles se acostumam com o cheiro um do outro.

Dicas e Alertas: Nunca tente separar fisicamente uma briga entre seu cão e seu gato, pois você pode ser acidentalmente arranhado ou mordido.

Fonte: Marcello Machado, médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.


quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Saiba tudo sobre a torção gástrica em cães: sintomas, causas e tratamento


Com causas primárias ainda desconhecidas, a torção gástrica é um problema sério que atinge, principalmente, os cães de grande porte, podendo, ainda, acometer cachorros pequenos em casos muito raros. Tendo a alimentação feita de maneira errada e exagerada como principal desencadeador, a torção gástrica canina é fatal em cerca de 60% dos casos tratados tardiamente, o que pode levar o animal ao óbito dentro de poucas horas (6 a 12 horas).

Pode ser ocasionado pela excessiva ingestão de alimentos ou água, fazendo com que o estômago dilate e gire sobre o seu eixo, especialmente em cães que ficam muito agitados após se alimentarem”, explica o médico veterinário da Max (Total Alimentos), Marcello Machado.

A doença ocorre por meio da dilatação do estômago, seguida da torção desse órgão sobre si mesmo, levando à intensificação da fermentação e aprisionamento de gás e alimento em seu interior. “Quando o proprietário perceber algum desses sintomas, deve procurar ajuda profissional imediatamente”, orienta Marcello.

PRINCIPAIS SINTOMAS

-  Inquietação;

-  Náuseas;

-  Ânsia de vômito não produtiva;

-  Angustia respiratória;

-  Extrema sensibilidade na região abdominal;

- Palidez da gengiva;

- Aumento de volume crescente do abdômen, decorrente da fermentação do

alimento e formação de gases;

-  Sialorreia (saliva que flui para fora da boca).

TRATAMENTO

É realizado pelo médico veterinário, que irá introduzir uma sonda através da boca do animal até o estômago, se a sonda não chegar até o estômago, será confirmado o diagnóstico da doença. O tratamento inicial consiste na descompressão do estômago através de intubação ou agulha, além de monitoramento do paciente até a estabilização completa.

PREVENÇÃO

-  Fracionar a qualidade de alimento

-  Oferecer um alimento rico em fibras

-  Evitar rações com elevadas taxas de fermentação.

-  Não permitir que o cão ingira muita água de uma vez, inclusive durantes as refeições, e exercícios (como pular e correr), após consumir o alimento.