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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Do boato à evidência: o que a ciência explica sobre a nutrição de gatos e cães

Veterinário reúne informações essenciais para orientar escolhas nutricionais mais seguras e bem fundamentadas




Alguns conceitos difundidos sobre como gatos e cães devem ser alimentados ainda geram dúvidas entre tutores e podem influenciar escolhas relacionadas ao bem-estar dos pets. Para ampliar essa discussão, a ROYAL CANIN®, marca referência em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, reforça a importância de buscar orientações confiáveis sobre o manejo nutricional.

Um dos equívocos mais comuns é a comparação direta entre pets e seus ancestrais selvagens. Após milhares de anos de domesticação, gatos e cães desenvolveram características fisiológicas, anatômicas e comportamentais próprias, que os diferenciam significativamente de lobos e felinos selvagens. Por isso, decisões baseadas apenas nessa analogia não refletem as necessidades atuais dessas espécie

Outro ponto frequentemente levantado é a presença de carboidratos nos alimentos completos e balanceados para pets. Como parte dessas formulações, esses macronutrientes contribuem para a oferta adequada de energia. Condições de saúde como sobrepeso e obesidade, por exemplo, estão muito mais associadas ao consumo calórico total ao longo do dia do que ao tipo isolado de nutriente presente na dieta.

As proteínas vegetais também geram muitas dúvidas. No entanto, quando escolhidas corretamente, podem ser fáceis de digerir e fornecer todos os aminoácidos essenciais que o animal precisa. O mais importante é o equilíbrio nutricional do alimento como um todo, e não apenas a origem da proteína: animal ou vegetal.

Para o Médico-Veterinário Dr. Luciano Trevizan, especialista em nutrição de gatos e cães e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), compreender esses pontos é essencial para apoiar escolhas responsáveis. “A nutrição é um dos pilares da saúde dos pets. Muitos tutores ainda são influenciados por percepções que não refletem a realidade atual. Quando explicamos como os gatos e os cães evoluíram e quais são as suas necessidades hoje, abrimos espaço para decisões mais conscientes, que favoreçam, acima de tudo, a qualidade de vida dos animais”, afirma.

Os subprodutos de origem animal, por sua vez, são frequentemente mal interpretados. Eles recebem esse nome por não serem comumente destinados ao consumo humano, mas são ingredientes seguros e nutritivos, que desempenham papel relevante na composição de dietas completas e equilibradas, além de contribuírem para cadeias produtivas mais eficientes e sustentáveis.

Segundo Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil, há um grande perigo quando a nutrição animal é discutida sob a ótica humana. “Gatos e cães possuem necessidades nutricionais muito diferentes das nossas, por isso, um dos princípios centrais da ROYAL CANIN® é priorizar os nutrientes, e não ingredientes específicos, e a formulação de nossos alimentos é pautada na ciência. Para a produção de nossos produtos, a seleção dos ingredientes é baseada em critérios rigorosos, como qualidade nutricional, digestibilidade, segurança e sustentabilidade - sempre com foco no que é recomendado para a saúde de cada pet que alimentamos”, explica.

A ROYAL CANIN® reforça seu compromisso em desenvolver soluções nutricionais formuladas sob medida para atender às necessidades dos pets em diferentes fases da vida e condições de saúde. Além disso, apoia a prática veterinária por meio de ferramentas e conteúdos científicos que promovem o aprimoramento do conhecimento em nutrição animal.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site da empresa. https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/ace474b8-6a5b-40df-d744-08de327bb5df/http%253a%252f%252fwww.royalcanin.com%252fbr/70a89200-5bfd-46c9-94ba-9ea2746b2447/mapadaculturarj@gmail.com/True

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Verão com os pets: como garantir conforto, bem-estar e segurança na estação mais quente do ano

É essencial que os tutores adotem cuidados especiais durante a estação




O verão chegou! Com as temperaturas em alta, os pets também sentem os efeitos do calor intenso. Sede aumentada, respiração ofegante acima do normal e língua para fora são sinais claros de que o cão está tentando regular a própria temperatura corporal. O cuidado deve ser ainda maior com animais de focinho curto, pois correm risco ainda maior de elevação da temperatura corpórea.

Além do desconforto térmico, o calor pode agravar problemas de saúde, aumentar o risco de desidratação e favorecer a proliferação de parasitas no ambiente, como pulgas e carrapatos. Por isso, é essencial que os tutores adotem cuidados especiais durante a estação para garantir que seus pets aproveitem o período com segurança e bem-estar.

O médico-veterinário Claudio Rossi, gerente técnico da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal, lista 6 dicas indispensáveis para cuidar dos pets durante o verão:

  1. Escolha bem o horário do passeio

Evite sair entre 10h e 16h, quando o sol está mais forte. Prefira os períodos mais frescos e leve sempre água fresca para hidratar o pet. Antes de caminhar, toque o asfalto: se estiver quente para você, também estará para as patas do cão. Eles podem sofrer graves queimaduras nas patas (coxins) caso o piso esteja muito quente, cuidado!

  1. Use protetor solar veterinário

Sim, cães também podem sofrer queimaduras solares! Aplique protetor específico para pets nas áreas mais sensíveis, como ao redor dos olhos, focinho, orelhas e também na barriga, especialmente em animais com pelagem clara ou áreas com pouca cobertura de pelos.

  1. Garanta alimentação e hidratação adequadas

Nos dias quentes, os cães podem comer menos. Ofereça a refeição em locais frescos e sombreados. Água fresca deve estar sempre disponível – e pode ser oferecida gelada para ajudar a refrescar, ou mesmo com pedras de gelo. Outra opção é congelar água em um copo plástico, inclusive saborizada com uma fruta que o animal goste, retire do copo e ofereça em uma vasilha ou pote para descongelar aos poucos, permitindo que o pet fique lambendo o gelo.

  1. Aposte em brinquedos e petiscos refrescantes

Brinquedos que passaram alguns minutos no congelador ou petiscos feitos com alimento úmido congelado são ótimas opções para entreter e refrescar o pet. Outra opção é fazer um picolé apenas com frutas que ele possa ingerir, como banana, maçã, mamão, melancia ou outras que esteja acostumado, batidas com água ou água de coco e oferecer para o animal.

  1. Atenção à temperatura corporal

Os cães não transpiram como nós, e o calor excessivo pode causar hipertermia, uma condição grave e potencialmente fatal. Por isso, nunca deixe o pet sozinho em ambientes fechados, como carros. Caso o animal permaneça no quintal, é fundamental que tenha sempre um abrigo sombreado disponível para protegê-lo do sol.

Em dias muito quentes, pode-se utilizar um tapete gelado próprio para cães, seguindo as orientações de uso do fabricante, ou improvisar uma alternativa caseira: colocar uma toalha úmida com água gelada no freezer por cerca de uma hora e depois estendê-la no chão para que o cão possa deitar e se refrescar. Outra possibilidade é congelar uma garrafa plástica com água e colocá-la próxima ao animal, envolta em um tecido, evitando o risco de queimaduras na pele.

O pet também pode se refrescar e brincar com um banho de mangueira, em uma piscina própria para cães, ou ainda com um balde ou bacia contendo água resfriada. Outras opções para ajudar a reduzir o calor incluem o uso de ventiladores, climatizadores ou até mesmo ar-condicionado.

Procure ajuda veterinária imediata ao notar sinais como respiração ofegante intensa, salivação excessiva, cansaço, fraqueza, indisposição, pele muito quente, batimentos cardíacos acelerados ou andar cambaleante. Em quadros de hipertermia, quando a temperatura corporal ultrapassa os 40 °C e pode chegar a 42 °C, alguns animais podem apresentar episódios de vômito e outras complicações, como distúrbios de coagulação, edema pulmonar, risco de coma e até mesmo morte por parada cardíaca.

  1. Proteja contra pulgas e carrapatos

A época de maior reprodução de pulgas e carrapatos é o verão. Desta forma, os cuidados contra esses parasitas devem ser redobrados. A melhor maneira de combatê-los é investir no chamado controle integrado, que engloba uma série de medidas para o tratamento simultâneo do animal e do ambiente. É importante manter o uso de produtos ectoparasiticidas regularmente, pois esses fármacos ajudam a prevenir e eliminar pulgas e carrapatos que estejam em contato com a pele e os pelos dos pets.

Além disso é preciso também combater as infestações no ambiente com produtos específicos de controle antiparasitário que tenham ação letal imediata nas pulgas e carrapatos adultos, ao mesmo tempo em que inibem o desenvolvimento das formas imaturas presentes no ambiente. Dessa forma, para realizar um controle integrado no animal e no ambiente contra esses ectoparasitas, procure orientação veterinária para manejo adequado.

Pequenas atitudes fazem toda a diferença para que os pets aproveitem o verão com saúde e alegria ao lado da família. Cuide bem e viva momentos inesquecíveis!

 Fonte: Ceva Saúde Animal


sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Lançamento do Observatório de Políticas para Alimentação Sustentável acontece durante a COP 30

Iniciativa reúne The Pollination Project Foundation, ProVeg Brasil e Sociedade Vegetariana Brasileira para monitorar políticas públicas sobre alimentação sustentável no Brasil 




O Observatório de Políticas para Alimentação Sustentável será lançado no dia 15 de novembro, das 9h30 às 10h30, no Action on Food Hub, localizado na Zona Azul da COP 30.


A iniciativa é resultado de uma parceria entre The Pollination Project Foundation (TPPF), ProVeg Brasil e a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). O projeto tem como objetivo monitorar, de forma acessível, políticas públicas e ações nos níveis municipal, estadual e federal relacionadas à redução do incentivo à produção e ao consumo de produtos de origem animal.


O Observatório se orienta por princípios que incluem o incentivo a dietas ricas em vegetais, a promoção da alimentação saudável conforme o Guia Alimentar para a População Brasileira, o apoio à agricultura familiar e à agroecologia, além da valorização da biodiversidade e do desmatamento zero.


Na etapa inicial, o levantamento concentrou-se em proposições da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, incluindo também iniciativas estaduais e municipais que serão aprofundadas nas próximas fases. As proposições analisadas foram apresentadas a partir de 2001 e estão organizadas em nove eixos temáticos:


Políticas Alimentares

Direito Vegano e Alimentação Inclusiva

Meio Ambiente

Alimentação Escolar

Rotulagem e Informação ao Consumidor

Sistemas Alimentares

Benefícios e Incentivos Fiscais

Movimento Cultural e Gastronômico

Suplementação Vitamínica


Foram compiladas mais de 180 proposições, das quais 22 Projetos de Lei serão monitorados e atualizados conforme seu andamento legislativo. Todas as informações estarão disponíveis no site alimentacaosustentavel.org.br, com lançamento oficial durante a COP 30.


O Observatório busca ampliar a transparência nas políticas públicas relacionadas ao sistema alimentar, democratizar o acesso a informações sobre leis e ações em andamento e fortalecer a participação social por meio da disponibilização de dados e evidências acessíveis.


Sobre as organizações parceiras

 

ProVeg Brasil

Organização sem fins lucrativos que promove a alimentação sustentável e incentiva dietas ricas em vegetais como forma de ação climática e de promoção da saúde pública. Atua com escolas, produtores rurais, governos e comunidades na transição para sistemas alimentares mais equilibrados.

 

Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB)

Fundada em 2003, é uma organização sem fins lucrativos que atua junto aos setores público e privado para promover a segurança alimentar e reduzir o impacto ambiental, com foco em práticas alimentares baseadas em vegetais.


The Pollination Project Foundation (TPPF)

Fundação que apoia iniciativas de base em mais de 120 países por meio de pequenos grants voltados a indivíduos e comunidades. Desde sua criação, já apoiou mais de 6 mil agentes de mudança, fortalecendo ações voltadas à transformação de sistemas alimentares e sociais.


Serviço

Evento: Lançamento do Observatório de Políticas para Alimentação Sustentável

Data: 15 de novembro de 2025

Horário: 9h30 às 10h30

Local: Action on Food Hub – Zona Azul da COP 30

Site: alimentacaosustentavel.org.br


segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Hora do Petisco: Pequenos gestos que criam grandes conexões com o pet

Snacks podem ajudar a criar momentos de carinho, diversão e conexão entre tutores e seus animais

 


A convivência entre tutores e pets é feita de afeto e cuidado diário. Nesse cenário, cada gesto reforça a relação, inclusive momentos simples como interação e carinho com a entrega de um petisco.

Mais do que uma recompensa, os snacks, quando escolhidos de forma adequada à idade, ao porte e às necessidades do animal, contribuem para o estímulo mental e físico durante os treinamentos, tornando a rotina mais dinâmica.

Segundo a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, a prática também favorece o bem-estar. “Cada interação com entrega de petisco pode ser transformada em um momento de atenção exclusiva, no qual o animal percebe cuidado, segurança e afeto. Esse tipo de interação ajuda a reduzir o estresse, aumenta a confiança e reforça comportamentos positivos, tornando o vínculo mais forte e saudável”, afirma.

Com esse olhar, a hora do petisco pode deixar de ser um hábito eventual e se tornar um ritual de conexão. Para orientar os tutores, a especialista reuniu recomendações que ajudam a transformar essa rotina em uma experiência positiva e enriquecedora para o animal.

Escolha com critério –Prefira snacks com ingredientes naturais e adequados à idade e ao porte do pet. Além de saborosos, eles contribuem para momentos de carinho e recompensa.

Associe ao afeto – Use o petisco como oportunidade de interação. Conversar, acariciar e brincar reforça o vínculo e transforma o gesto em cuidado.

Transforme em jogo – Esconder o snack, propor desafios ou usar brinquedos interativos estimula o raciocínio e torna a experiência mais divertida.

Crie uma rotina – Oferecer petiscos em horários definidos dá ao animal segurança e previsibilidade, reduzindo ansiedade e comportamentos indesejados.

Observe e adapte – Cada pet reage de forma diferente. Ajuste a maneira de oferecer o snack de acordo com suas preferências, garantindo sempre uma experiência positiva.

Quando a hora do petisco é transformada em um ritual de carinho, o tutor não está apenas oferecendo um snack, mas também atenção, amor e cuidado. Esses pequenos momentos podem se tornar lembranças marcantes na vida do animal, fortalecendo o vínculo entre tutor e pet e tornando a rotina mais feliz e equilibrada”, conta Bruna.

Com isso, o petisco deixa de ser apenas uma recompensa: torna-se um verdadeiro gesto de conexão emocional — uma pausa no dia para celebrar o afeto compartilhado.

Sobre a Pet Nutrition: https://www.petnutrition.com.br/


domingo, 17 de agosto de 2025

Idosos de Quatro Patas: cuidados especiais com pets na terceira idade

Mudanças físicas e comportamentais exigem atenção redobrada, cuidados e adaptações na rotina para garantir mais conforto, saúde e qualidade de vida a cães e gatos idosos


 A longevidade animal vem acompanhada de novas necessidades e desafios. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


Com o avanço da medicina veterinária, da nutrição e dos cuidados diários, os pets estão vivendo mais – e melhor. É cada vez mais comum encontrar cães e gatos que ultrapassam os 12, 15 ou até 20 anos de idade; mas, assim como acontece com os humanos, a longevidade animal vem acompanhada de novas necessidades e desafios. A terceira idade dos companheiros de quatro patas exige uma rotina adaptada, mais empatia e atenção aos sinais muitas vezes sutis.

A partir dos 7 anos (em média), cães e gatos começam a apresentar alterações fisiológicas naturais do envelhecimento. A pelagem pode perder brilho, a visão e a audição tendem a diminuir, os músculos ficam menos firmes e as articulações mais sensíveis. Em alguns casos, surgem doenças crônicas, como problemas renais, cardíacos, osteoartrite e até alterações cognitivas, que afetam o comportamento e a interação com o ambiente”, conta a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

Compreender essas mudanças é o primeiro passo para proporcionar uma vida mais confortável e feliz ao pet idoso. A alimentação, por exemplo, precisa ser repensada; rações específicas para a fase sênior contêm menor teor calórico, maior digestibilidade e podem conter ingredientes como condroitina, ômega-3 e antioxidantes, que contribuem para o suporte nessa etapa da vida. Além disso, pets com doenças crônicas podem exigir dietas terapêuticas, de acordo com a condição clínica, formuladas sob orientação veterinária.

Outro aspecto essencial é o conforto e bem-estar. Colchonetes ortopédicos, potes de comida elevados, acesso facilitado a ambientes e pisos antiderrapantes fazem toda a diferença no dia a dia de um animal com mobilidade reduzida. Pequenas adaptações na casa ajudam a prevenir acidentes e reduzem o esforço físico, promovendo maior autonomia para o pet.


Animal pode se tornar mais quieto. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


No comportamento, mudanças também são comuns. “O animal pode se tornar mais quieto, dormir mais horas, interagir menos ou demonstrar irritação em situações antes rotineiras. Em gatos, é frequente a diminuição da limpeza corporal ou o uso incorreto da caixa de areia. Esses sinais não devem ser ignorados, pois podem estar associados ao envelhecimento natural e a possíveis alterações cognitivas típicas da senilidade”, explica a profissional.

E é justamente nesse ponto que os petiscos ganham protagonismo, pois muitas vezes, os animais idosos se tornam seletivos ou perdem parte do apetite – seja por dor, perda de olfato ou alterações digestivas. Petiscos palatáveis e saudáveis podem estimular o interesse pela alimentação, tornando o momento da refeição mais atrativo. Além disso, quando oferecidos de forma estratégica, os snacks ajudam a fortalecer o vínculo afetivo e facilitar momentos desafiadores, como administração de medicamentos, consultas veterinárias ou mudanças na rotina.

Existem, inclusive, petiscos formulados especialmente para essa fase da vida, com baixo teor de sódio, ingredientes funcionais e texturas adaptadas para dentes mais sensíveis. Esses produtos se tornam verdadeiros aliados no bem-estar dos cães idosos, proporcionando prazer sem abrir mão da segurança nutricional”, cita Bruna.

O enriquecimento ambiental continua sendo importante nessa fase. Brinquedos interativos mais leves, estímulos mentais moderados e passeios tranquilos, respeitando o ritmo do animal, mantêm o pet ativo e previnem o declínio cognitivo. E os petiscos podem ser parte desse processo: escondê-los em locais acessíveis, associá-los a jogos de olfato ou usá-los como recompensa são maneiras simples e eficazes de estimular o corpo e a mente.


Cães e gatos idosos continuam sendo excelentes companheiros. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


A visita ao médico-veterinário deve se tornar mais frequente: pelo menos a cada seis meses. Check-ups regulares ajudam a identificar precocemente qualquer alteração de saúde e permitem intervenções mais eficazes e menos invasivas. Exames laboratoriais, avaliações cardíacas e exames de imagem podem ser incluídos no acompanhamento, dependendo do histórico do pet.

Envelhecer é um processo natural – e, com os cuidados certos, pode ser uma fase tranquila, afetuosa e cheia de conexão. “Cães e gatos idosos continuam sendo excelentes companheiros, muitas vezes ainda mais dóceis, sensíveis e ligados aos seus tutores. Oferecer atenção especial nessa etapa é uma forma de retribuir todo o amor e lealdade recebidos ao longo da vida”, afirma a médica-veterinária.

O segredo está na adaptação: ajustar a alimentação, garantir conforto, oferecer estímulos adequados, manter o acompanhamento veterinário em dia e, claro, incluir os petiscos como uma ferramenta de prazer, motivação e carinho. Com isso, a terceira idade dos pets pode ser vivida com alegria e bem-estar – exatamente como eles merecem.

Fonte: Pet Nutrition


sábado, 9 de agosto de 2025

Wanessa Camargo fala sobre veganismo, família, Big Brother e espiritualidade no programa Zona V, confira o vídeo

A cantora participou do programa Zona V e compartilhou experiências veganas, falou sobre sua participação no Big Brother Brasil e refletiu sobre sua trajetória pessoal e familiar



A cantora Wanessa Camargo, participou do programa Zona Vapresentado por Ricardo Laurino, vice-presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e comentou sobre a recepção de sua escolha alimentar pela família, mencionando que, no início, consideravam o veganismo uma fase passageira. Wanessa relatou que seu pai, Zezé Di Camargo, embora não vegano, resgata cachorros e não suporta presenciar o sofrimento de animais. Ela também lembrou de um episódio, antes de se tornar vegana, de conflito entre os dois após a morte de um rato na fazenda da família. Segundo Wanessa, Zezé contribui com causas voltadas à proteção animal e que ele a alertou sobre práticas da indústria de foie gras, produto que ela consumia anteriormente.

Na entrevista, a artista abordou os desafios alimentares enfrentados durante sua participação no reality show Big Brother Brasil. Relatou episódios de mal-estar e fome pela escassez de opções veganas no programa. De acordo com ela, os demais participantes consumiam as poucas opções disponíveis, como pastéis, o que dificultava sua alimentação. Wanessa contou que recorria ao feijão como principal fonte de proteína e fazia trocas de alimentos com outros participantes para manter sua dieta.


Wanessa comentou ainda sobre os impactos do veganismo em sua vida espiritual e emocional. Falou sobre a mudança de percepção em relação aos cavalos e recordou que parou de comer carne de porco após presenciar o abate de um animal na fazenda do pai. Ela mencionou a energia dos animais no momento da morte e o estresse vivenciado pelos trabalhadores da indústria da carne como pontos de reflexão importantes.


A entrevista também abordou questões de saúde e alimentação. Wanessa compartilhou como era sua dieta antes da transição alimentar, mencionando indulgências e problemas de saúde. Disse que seu namorado, Dado Dolabella, teve papel importante no processo, preparando pratos variados, incluindo queijos veganos. Ela afirmou que seus exames estão em dia e destacou o colesterol baixo, comparando os índices ao de uma criança de 8 anos, embora admita consumir alimentos industrializados com frequência.


O programa também discutiu o crescimento do interesse por dietas à base de vegetais no Brasil. Dados do Instituto Datafolha apontam que cerca de 74% da população brasileira deseja reduzir o consumo de carne e 7% já se consideram vegetarianos. A participação de figuras públicas como Wanessa no debate sobre alimentação e ética animal contribui para ampliar a visibilidade do tema.

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Confira o vídeo:


O episódio com Wanessa Camargo foi ao ar nesta terça-feira no canal Zona V, apresentado por Ricardo Laurino e pode ser assistido no link: https://www.youtube.com/live/8Gw_tNgmYJ0?si=tRGuKz40G79jUsFI



quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Dia Internacional do Gato: Você conhece o seu gato?

Para comemorar a data, festejada no dia 8 de agosto, a ROYAL CANIN® ajuda a decifrar os mistérios que cercam os felinos


Gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Foto: Pixabay


Observadores, seletivos e independentes, os gatos conquistam tutores ao redor do mundo com seu comportamento único. Sua trajetória ao lado dos humanos começou há milhares de anos e foi marcada por diferentes simbolismos culturais, avanços na domesticação e descobertas científicas. Ainda assim, muitos de seus traços seguem despertando fascínio.

As características fisiológicas e comportamentais únicas dos gatos influenciam diretamente a forma como se alimentam, interagem com o ambiente e se relacionam com os humanos. Quanto mais os tutores compreendem esses aspectos, mais preparados estarão para oferecer os cuidados necessários ao longo de toda a vida dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Para celebrar a data, a ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães e comprometida com o bem-estar animal, reuniu uma série de fatos interessantes que contribuem para uma melhor compreensão dos felinos. Confira!

Origem

O gato doméstico (Felis catus) descende do Felis lybica, felino selvagem que habitava regiões desérticas do norte da África e do sudoeste da Ásia. A convivência com os humanos teve início de forma gradual, favorecida pela habilidade desses animais em controlar roedores nos assentamentos. A adaptação a ambientes áridos também explica a baixa ingestão espontânea de água. Esse comportamento é herdado de seus ancestrais, que obtinham grande parte da hidratação por meio dos alimentos. Embora hoje os gatos vivam em ambientes totalmente diferentes de seus habitats de origem, é fundamental estimular o consumo hídrico por meio da oferta de alimentos úmidos e de diferentes fontes de água acessíveis ao longo do dia.


Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Foto: Divulgação 


Paladar seletivo, ausência de percepção doce e olfato apurado

Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Os gatos possuem um número reduzido de papilas gustativas e não têm receptores para o sabor doce, sendo biologicamente incapazes de percebê-lo. Além disso, têm o olfato bastante desenvolvido e utilizam principalmente esse sentido para avaliar se um alimento é atrativo ou não. Essas características influenciam diretamente suas preferências alimentares e reforçam a importância de oferecer alimentos formulados especialmente para atender tanto às suas necessidades nutricionais quanto sensoriais.

Longos períodos de sono

Gatos costumam dormir entre 12 e 16 horas por dia, podendo chegar a até 20 horas em certas fases da vida. Esse comportamento está ligado à conservação de energia e ao padrão natural de atividade, mais intenso ao amanhecer e ao entardecer — momentos em que suas presas costumavam estar mais ativas na natureza. O hábito também é herdado de seus ancestrais caçadores, que alternavam repouso e vigília com estratégia e eficiência. Por isso, o descanso prolongado é parte natural da rotina felina.

Vibrissas como ferramentas sensoriais

Os bigodes dos gatos, chamados de vibrissas, estão presentes não só nas laterais do focinho, mas também acima dos olhos, nas bochechas e nas patas dianteiras. Altamente sensíveis, essas estruturas funcionam como sensores táteis e ajudam o animal a perceber variações sutis no ambiente, como correntes de ar, obstáculos e espaços estreitos. Também contribuem para a orientação e o equilíbrio, mesmo em locais pouco iluminados.


Ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Foto: Reprodução da Internet

Ronronar nem sempre indica prazer

Embora frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Trata-se de um comportamento com diferentes funções, que pode ter efeito calmante e auxiliar na autorregulação emocional. Observar o contexto em que o ronronar acontece é essencial para compreender o estado emocional do animal e oferecer os cuidados apropriados.

Visão adaptada à baixa luminosidade

Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

Visão adaptada à baixa luminosidade

Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

Comunicação olfativa avançada

O olfato é um dos sentidos mais desenvolvidos dos gatos e exerce papel fundamental na forma como se relacionam com o mundo. Além de odores comuns, eles captam feromônios, substâncias químicas utilizadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie. Essas informações são processadas por um órgão especializado chamado órgão de Jacobson, ou vomeronasal, ativado durante a expressão conhecida como flehmen, quando permanecem com a boca entreaberta após cheirar algo intensamente.


Gatos ajustam seu comportamento à convivência doméstica. Foto: Pixabay 

Miado é voltado à comunicação com humanos

Ao contrário do que muitos imaginam, gatos adultos quase não miam entre si. O miado é uma vocalização direcionada principalmente aos humanos, usada para expressar desejos, chamar atenção ou manifestar desconforto. Entre si, eles se comunicam por meio de sinais corporais, posturas, expressões faciais, vocalizações específicas como rosnados e silvos, além de marcas olfativas. Essa adaptação demonstra a inteligência e a capacidade da espécie de ajustar seu comportamento à convivência doméstica.

Organização territorial estruturada

Os felinos dividem seu ambiente em zonas específicas para atividades como alimentação, descanso, eliminação e brincadeiras. Essa setorização é instintiva e essencial para o bem-estar emocional, pois permite que o gato se sinta seguro e no controle do seu território. Mudanças bruscas ou desestruturação desses espaços podem gerar estresse. Por isso, é fundamental respeitar seu território e manter rotinas previsíveis.

Instinto de caça preservado

Mesmo bem adaptados à vida doméstica, os gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Perseguir, agarrar e capturar objetos durante brincadeiras são formas naturais de expressão desse comportamento. Estimular essas atividades com brinquedos interativos promove saúde física, equilíbrio emocional e fortalece o vínculo com o tutor.

Apesar de todas as evoluções e mudanças às quais foram submetidos, o instinto de caça e as necessidades naturais dos gatos permanecem intactos. Conhecê-los, compreendê-los e respeitá-los é essencial para assegurar seu bem-estar.

Entendemos que é responsabilidade dos tutores adaptar o ambiente e até mesmo seu próprio comportamento às necessidades dos pets. Não apenas para promover bem-estar e uma boa convivência, mas também para prevenir problemas comportamentais e impactos negativos na saúde a longo prazo. A missão da ROYAL CANIN® vai além de desenvolver e fornecer uma nutrição adaptada a cada animal — é também compartilhar conhecimento e torná-lo acessível para o maior número possível de pessoas”, complementa Priscila.

Fonte: ROYAL CANIN®


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Mitos e verdades sobre os petiscos para pets

Descubra por que os snacks podem (e devem) fazer parte da rotina dos cães e gatos com equilíbrio e muito mais bem-estar


O tema ainda gera dúvidas em muitos tutores, mas a chave é o equilíbrio. Foto: Divulgação


Durante muito tempo, os petiscos foram vistos apenas como pequenos agrados, , oferecido sem maiores pretensões além de agradar o paladar dos pets. Mas esse olhar vem mudando – e com razão. Com a evolução do mercado de pet food, o aumento na variedade de produtos e a valorização do bem-estar animal, os snacks passaram a ocupar um papel mais estratégico na rotina de cães e gatos, sendo utilizados para momentos de carinho, recompensa, cuidado e interação com os nossos companheiros.

Porém, o tema ainda gera dúvidas em muitos tutores. Por isso, para auxiliar a desmistificar o assunto, a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, listou alguns mitos e verdades sobre os snacks.

Verdade: Quando oferecidos com moderação e escolhidos com critério, os petiscos são benéficos

A chave é o equilíbrio. Os, snacks devem representar até 10% da ingestão calórica diária do animal. No entanto, é fundamental que a oferta de petiscos siga sempre a orientação do médico-veterinário, considerando a condição clínica e as necessidades específicas de cada pet. Atualmente, o mercado oferece opções com fórmulas funcionais que vão além do sabor. Existem, por exemplo, petiscos que contribuem para o cuidado oral, entre tantos outros benefícios.

Mito: Petiscos só servem como agrado

Além dos benefícios nutricionais, os petiscos também têm impacto comportamental. São ferramentas valiosas de reforço positivo: ao associar o snack a um comportamento desejado, como sentar, responder a comandos ou voltar para a caminha, o animal aprende de forma mais leve e motivada. Isso os torna aliados importantes no adestramento, na criação de novos hábitos e até mesmo em processos de socialização ou ambientação.

Verdade: Os snacks também são benéficos para os gatos

Os felinos, muitas vezes considerados mais seletivos, também se beneficiam dos petiscos. Quando utilizados de forma criativa – escondidos pela casa, dentro de brinquedos ou em momentos de desafio mental – os snacks estimulam os instintos naturais do gato, ajudam a combater o tédio e podem auxiliar o manejo em situações de estresse, como mudanças no ambiente ou visitas ao médico-veterinário. Além disso, os petiscos podem ser grandes aliados na criação de uma rotina de interação entre tutor e gato. Oferecê-los em momentos como a chegada ou saída de casa, ou incorporá-los a brincadeiras diárias, fortalece o vínculo afetivo, contribui para o bem-estar do felino e transforma a experiência em algo positivo para ambos.

Mito: Petiscos não têm impacto no relacionamento com os pets

Oferecer um snack não é apenas uma forma de agradar – é um gesto de conexão. É nesse pequeno momento que se fortalece o vínculo entre tutor e pet, criando experiências positivas que fazem diferença no bem-estar geral do animal. Quando utilizados com responsabilidade, os petiscos deixam de ser um simples snack e passam a ser uma extensão do cuidado, da atenção e do carinho.

Deixar os mitos para trás e enxergar os petiscos com uma nova perspectiva é essencial. Eles complementam o dia a dia com sabor, estímulo e afeto. E para os nossos amigos de quatro patas, isso se traduz em qualidade de vida”, afirma a profissional

Outro ponto que merece destaque quando o assunto são os petiscos é a personalização. Hoje existem snacks formulados para diferentes condições e fases da vida: filhotes em fase de crescimento, adultos ativos, idosos, ou até mesmo animais com dietas restritivas. Isso amplia ainda mais as possibilidades de uso e reforça que, com orientação veterinária, os petiscos podem e devem ser incluídos na rotina, respeitando sempre a condição clínica individual de cada pet

Fonte: https://www.petnutrition.com.br/


terça-feira, 10 de junho de 2025

Arraial pet: o que eles podem ou não beliscar?

Veterinária orienta como incluir seu pet na festa junina de forma segura


É preciso ter cuidado com o que os animais consomem. Foto: Reprodução da Internet


Com o início da temporada de festas juninas, é comum que os pets fiquem curiosos e até pidões ao redor das barraquinhas e mesas de comida. Apesar de parecer inofensivo dividir um pedacinho das guloseimas, é preciso ter cuidado com o que os animais consomem.

Com planejamento e cautela, é possível sim incluir os amigos de quatro patas no arraial de forma segura e saudável, tornando a festa agradável para todos”, afirma Marina Meireles, veterinária do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. “Vale reforçar que qualquer decisão sobre o que oferecer aos pets deve ser alinhada com o veterinário de confiança”, complementa.

A seguir, Marina lista os principais alimentos que podem ou não ser compartilhados com os pets, para garantir que eles participem da celebração sem comprometer sua saúde.

Alimentos proibidos para pets

Chocolate: Principalmente doces como brigadeiro, são extremamente tóxicos para cães e gatos devido à presença de teobromina, uma substância que eles não conseguem metabolizar adequadamente. Quanto mais escuro o chocolate, maior a concentração de teobromina, sendo especialmente perigoso para animais de pequeno porte. Sua ingestão pode causar tremores, desregulações intestinais, aceleração cardíaca e, em casos mais graves, convulsões.

Cebola, alho e temperos fortes: Comuns principalmente em caldos ou na amada farofa, tanto a cebola quanto o alho têm compostos sulfurosos, como o tiossulfato, que causam danos às células vermelhas do sangue, levando à anemia hemolítica. Seu consumo pode gerar fraqueza, gengivas esbranquiçadas e dificuldade respiratória.

Massas cruas ou fermentadas: O fermento nas massas pode expandir no estômago dos animais, causando inchaço, dor intensa e obstrução gástrica. Além disso, durante o processo de fermentação, há a produção de álcool, que pode levar à intoxicação alcoólica.

Carnes gordurosas ou com ossos pequenos: Os famosos espetinhos ou a carne de linguiça são proibidos. O excesso de gordura pode desencadear pancreatite, uma inflamação grave no pâncreas, com sintomas como vômitos persistentes, dor abdominal e fraqueza. Já os ossos pequenos, ao serem mastigados, podem se fragmentar, provocando engasgos ou perfurações.

Doces e sobremesas: Principalmente aqueles que contêm xilitol, um adoçante extremamente tóxico para cães, visto que liberam uma alta dosagem de insulina no sangue. A liberação de insulina implica na diminuição de glicose, podendo gerar convulsões.


Foto: Reprodução da Internet 


O que pode ser oferecido (com moderação)

Se quiser incluir seu pet na festa, opte por alimentos naturais e em pequenas quantidades, sem temperos ou condimentos.

Frango ou carne cozida sem temperos: Essas carnes são uma excelente fonte de proteína magra, ideal para a manutenção da saúde muscular e geral dos pets. Quando preparados sem sal, temperos, alho ou cebola, são de fácil digestão e baixas em gordura, o que reduz o risco de problemas gastrointestinais.

Cenoura, abobrinha e batata cozidas (sem sal ou manteiga): Esses vegetais são opções naturais e ricas em nutrientes, sendo facilmente digeríveis e boas fontes de vitaminas e fibras. A cenoura, em especial, é uma ótima opção por contribuir para a higiene bucal do pet pela sua crocância.

Frutas, como maçã (sem sementes) e banana: Essas frutas contêm pouca gordura e têm um sabor naturalmente doce, além de serem ricas em vitaminas e fibras, sendo uma boa alternativa saudável de petisco.

Milho cozido ou pipoca sem temperos: O milho cozido, quando servido sem sal, manteiga ou outros condimentos, é uma opção segura e digestível para pets, fornecendo fibras e nutrientes. Já a pipoca pode ser oferecida com moderação, desde que seja estourada sem aditivos e totalmente livre de grãos duros ou não estourados que possam causar engasgos. Ambos são alternativas simples que podem ser incluídas nas comemorações, mas sempre em pequenas quantidades para evitar desconforto gastrointestinal. 

Sempre ofereça os alimentos de forma simples, sem molhos, temperos ou aditivos que podem ser prejudiciais à saúde dos pets e fique atento às sobras, descartando alimentos que podem ser perigosos”, orienta a veterinária.

Fonte: Nouvet



domingo, 27 de abril de 2025

Cinco tendências que estão moldando a alimentação pet em 2025

Relatório global aponta mudanças no perfil dos tutores e pressiona marcas a adaptarem produtos, linguagem e tecnologias ao novo cenário de consumo


Tutores se preocupam com alimentação dos pets. Foto: Divulgação

A indústria de alimentos para pets chega a 2025 atravessando um processo de reformulação profunda, impulsionado por crises geopolíticas, mudanças climáticas e transformações no comportamento dos consumidores. Um estudo apresentado pela Euromonitor International durante o Foro Mascotas 2024 revelou cinco tendências globais que devem redesenhar o setor: o aumento da demanda por sustentabilidade comprovada, o crescimento de dietas funcionais e suplementos, a valorização da conveniência, o fortalecimento das marcas locais e o avanço da personalização por meio de inteligência artificial. 

Segundo André Faim, empresário do setor pet e cofundador da rede Lobbo Hotels e da Trabalhe pra Cachorro, as mudanças exigem das empresas uma nova postura, baseada em informação e transparência. “Hoje, não basta alegar que um produto é sustentável. Os tutores estão atentos, exigem certificações reais e querem entender os impactos de cada escolha. A era do marketing vazio acabou”, afirma. Faim observa que os tutores brasileiros, especialmente nas grandes cidades, têm demonstrado um interesse crescente por rótulos claros, ingredientes rastreáveis e ações de impacto ambiental mensurável.

Bem-estar e funcionalidade

Além da preocupação ambiental, o novo consumidor também busca soluções que contribuam diretamente para a saúde dos animais. O crescimento das dietas funcionais e dos suplementos — como probióticos, antioxidantes e fórmulas específicas para problemas articulares ou digestivos — aponta para um movimento que já ocorre em paralelo à nutrição humana. A alimentação deixou de ser apenas um fator nutritivo e passou a ser compreendida como um instrumento de prevenção e qualidade de vida.

Na visão de André Faim, esse é um caminho sem volta. “Os tutores estão tratando os pets como membros da família, e isso se reflete na busca por produtos que melhorem o bem-estar. Itens como suplementos e alimentos funcionais, antes restritos a nichos, começam a entrar nas prateleiras de grandes redes”, pontua.

O relatório também destaca que a confiança nos rótulos será fortalecida por certificações independentes, já que o consumidor tende a desconfiar de termos genéricos como “natural” ou “sustentável” quando não há validação externa. Essa exigência é uma reação direta ao fenômeno do greenwashing, que tem levado tutores a buscarem mais informações antes de decidir por uma marca.

IA e personalização marcam a nova era do consumo pet

Outra tendência que ganha força em 2025 é o uso da inteligência artificial para personalizar produtos e recomendar soluções sob medida para cada animal. Desde plataformas que analisam dados de comportamento até ferramentas que ajustam o plano alimentar com base em peso, raça e rotina, a tecnologia está se consolidando como aliada da nutrição de precisão. O estudo da Euromonitor aponta que os tutores esperam experiências mais individualizadas, e não produtos genéricos que ignoram as particularidades dos seus pets.

Para Faim, a IA deve se tornar uma ferramenta estratégica tanto para a indústria quanto para os consumidores. “Com os últimos avanços dessa tecnologia, conseguimos mapear padrões de consumo, entender melhor as necessidades dos animais e oferecer soluções cada vez mais assertivas. A inteligência artificial tem um papel direto na construção de produtos e serviços mais eficientes e relevantes”, ressalta.

Esse avanço, no entanto, não elimina a importância do atendimento humano. O desafio está em equilibrar tecnologia e empatia, oferecendo plataformas eficientes sem perder o toque cuidadoso que os tutores esperam quando o assunto é o bem-estar dos seus animais.

Com consumidores cada vez mais exigentes, o setor de alimentos pet vive uma transição que vai além da embalagem ou do sabor. Em 2025, será preciso provar, com dados, ações e posicionamento, que cada escolha feita pelas marcas está alinhada aos novos valores do consumidor. “O tutor está mais informado, mais engajado e mais crítico. Quem entender isso primeiro terá espaço garantido no futuro do setor”, conclui Faim.

Sobre André Faim

André Faim é um empreendedor e investidor no setor pet. Sócio de empresas de investimentos e co-fundador da Lobbo Hotels, a maior rede de creches e hotéis pet do país, que hoje conta com 7 unidades na cidade de São Paulo. Ele começou sua jornada em 2016, investindo em uma creche para cães, e observando a informalidade do mercado, decidiu criar uma marca referência em serviços pet, combinando acolhimento e profissionalismo. Com experiência em diversas áreas, André também é investidor na Trabalhe pra Cachorro, focando em oferecer soluções especializadas e elevar o padrão de cuidados no setor.

Para mais informações, visite o Instagram.

Sobre a Trabalhe pra Cachorro

Trabalhe pra Cachorro é uma empresa líder em recrutamento, seleção e treinamento de profissionais no setor pet. Focada em alinhar candidatos e empresas de forma ideal, a companhia também oferece consultorias especializadas para empresas do setor e gestão de equipe de forma terceirizada, visando um atendimento de excelência com práticas efetivas e amigáveis para os pets. A Trabalhe pra Cachorro se dedica a elevar o padrão de cuidado e bem-estar dos animais de estimação.

Para mais informações, visite o site oficial ou a página no Instagram.

Sobre a Lobbo Hotels

Fundada em 2014, a Lobbo é um ecossistema de bem-estar pet que se tornou referência nacional na área de creche canina e hospedagem para cães. Com sete unidades distribuídas pelo país, a empresa oferece uma infraestrutura completa para garantir a segurança e o conforto dos animais, com ambientes internos climatizados e externos para atividades programadas de acordo com as condições climáticas. A Lobbo adota um manejo baseado em ciência e conhecimento veterinário, promovendo o bem-estar físico e mental dos cães através de uma rotina equilibrada e monitorada 24 horas por dia por câmeras. Com uma equipe qualificada e um compromisso com a excelência, a Lobbo se destaca no mercado por proporcionar um serviço de alta qualidade, sempre focado na saúde e felicidade dos pets.

Para mais informações, visite o site oficial ou a página no Instagram.


sábado, 16 de novembro de 2024

Mais saúde, menos preocupações: 6 ações preventivas para seu pet

Cuidados antecipados ajudam a prevenir situações risco e que podem trazer doenças graves e contagiosas aos animais


Dra. Monique Rodrigues. Foto: Divulgação

Mais do que um ato de amor, cuidar da saúde dos pets é uma responsabilidade fundamental que assegura anos de alegria e bem-estar ao lado dos nossos companheiros. Segundo uma pesquisa realizada pela Banfield, uma rede de hospitais veterinários dos Estados Unidos, 95% dos tutores consideram os cuidados com seus pets uma prioridade. No entanto, garantir o bem-estar dos animais exige mais do que carinho: envolve atenção contínua à saúde preventiva. Ao investir nesses cuidados, não apenas prevenimos doenças, mas proporcionando uma vida longa, ativa e cheia de vitalidade. 

Para manter a longevidade dos pets, é essencial adotar algumas ações de manutenção da saúde dos nossos bichinhos. Segundo a médica veterinária Monique Rodrigues, fundadora da Clinicão, esses cuidados vão além do básico e são cruciais para prolongar a vida dos animais e garantir seu bem-estar. A especialista lista seis dicas que ajudam a preservar a saúde dos pets e promover uma vida longa e saudável aos nossos melhores amigos: 

1. Vacinação em dia

As vacinas são a primeira linha de defesa contra doenças graves e contagiosas. Segundo Monique,  é necessário manter o calendário de vacinas atualizado para proteger seu pet de infecções que podem ser fatais. Além de evitar doenças como parvovirose, cinomose e leptospirose, as vacinas também ajudam a prevenir surtos que podem afetar não apenas os animais, mas também a saúde pública. A veterinária ressalta que cada tipo de pet possui suas próprias necessidades vacinais, e que os tutores devem estar atentos às orientações do veterinário, agendando consultas regulares e garantindo que os reforços sejam feitos nos períodos corretos.

2. Controle de Parasitas

Pulgas, carrapatos e vermes não apenas causam desconforto aos nossos animais de estimação, mas também podem transmitir doenças sérias que representam riscos significativos à saúde deles. Esses parasitas são mais do que meros incômodos. A especialista explica que é essencial implementar um protocolo adequado de prevenção, como o uso regular de antiparasitários e vermífugos. A limpeza do espaço onde o pet vive e brinca pode ajudar a prevenir a infestação. Adicionalmente, a higiene pessoal dos tutores e o cuidado com a saúde dos animais que frequentam o mesmo ambiente também é essencial para minimizar riscos.

3. Exames e consultas regulares

As consultas veterinárias periódicas são essenciais para monitorar a saúde do seu animal de estimação e não devem ser reservadas apenas para situações de emergência. Realizar check-ups regulares permite identificar precocemente qualquer problema de saúde, garantindo um acompanhamento preventivo e proporcionando tratamentos mais eficazes e menos invasivos quando necessário. Agendar exames anuais é uma prática fundamental que ajuda a reconhecer antecipadamente qualquer complicação que possa surgir.

4. Alimentação Balanceada

Rodrigues explica que a escolha de uma ração de qualidade também faz parte dos tratamentos preventivos. Uma alimentação adaptada às necessidades nutricionais do seu pet de acordo com a idade, peso e condições de saúde, é fundamental. Uma dieta equilibrada evita problemas como obesidade e outras doenças associadas, sendo o caso de diabetes e problemas cardíacos.

5. Exercício e Estimulação Mental

Para o desenvolvimento saudável dos nossos bichos de estimação, manter o pet ativo é crucial não apenas para a saúde física, mas também para o bem-estar mental. A atividade física regular - que pode incluir caminhadas, brincadeiras e exercícios específicos - pode ser uma excelente opção para prevenir o sobrepeso e a obesidade Além disso, o movimento constante ajuda a fortalecer os músculos e ossos, além de aumentar a resistência e melhorar a circulação sanguínea, promovendo um corpo mais saudável e ativo.

6. Higiene adequada

Por fim, é essencial manter uma rotina de cuidados de higiene e limpeza dos pets. Manter os cuidados é essencial para prevenir uma série de problemas de saúde. Banhos regulares, cuidados com os ouvidos, corte das unhas e escovação dos dentes ajudam a evitar infecções, doenças de pele e problemas dentários. Além disso, manter a pelagem limpa e escovada também contribui para o bem-estar geral do animal, promovendo saúde e conforto.

Ao seguir essas dicas, você garante uma vida mais saudável para seus melhores amigos, além de promover o bem-estar físico e mental deles. Implementar medidas como a vacinação, o controle de parasitas, uma alimentação balanceada, exames regulares, exercício físico e higiene adequada são passos indispensáveis para assegurar que os pets vivam com qualidade, energia e vitalidade. Ao cuidar da saúde deles de forma contínua, você oferece não apenas proteção, mas também mais anos de felicidade ao lado dos seus companheiros fiéis.


terça-feira, 5 de novembro de 2024

Dia do Adestrador: entenda o importante papel deste profissional*

Parceiro da Special Dog Company compartilha dicas valiosas para adestrar um cão


Foto: Freepik


O Dia do Adestrador, celebrado em 5 de novembro, homenageia os profissionais dedicados ao treinamento de cães. O adestramento é uma prática essencial que não apenas facilita a educação dos pets em atividades específicas, mas também promove uma convivência harmoniosa, garantindo que os animais desempenhem um papel ativo na vida doméstica contemporânea.

Além de melhorar o comportamento dos cães, o adestramento fortalece o vínculo entre o animal e seu tutor. Métodos positivos, que recompensam bons comportamentos e utilizam reforços, são as melhores abordagens para um adestramento eficaz. O respeito e a paciência são fundamentais nesse processo, assegurando resultados duradouros.

Luís Zuccolo, adestrador parceiro da Special Dog Company, empresa com mais de 20 anos de experiência em nutrição animal, compartilha dicas valiosas para um adestramento de qualidade:

Ambiente

Criar um ambiente enriquecido é essencial para que o filhote compreenda seus limites e aprenda os comandos de forma gradual. "Um espaço seguro e tranquilo é fundamental para que o cachorro possa se concentrar", afirma Luís. O uso de reforço positivo, como petiscos e elogios, é crucial para incentivar comportamentos desejados desde o início.

Momentos das Necessidades

Um aspecto fundamental do adestramento é ensinar o cão a fazer suas necessidades no local correto. "Designar um espaço específico e recompensar o animal ajuda a facilitar esse aprendizado, evitando frustrações tanto para o tutor quanto para o pet", complementa o especialista.

Passeios

Os passeios são outra parte vital do adestramento, pois ajudam na socialização do cão e no seu comportamento em público. "Cães não nascem sabendo como passear ao lado de humanos. É importante ter paciência para apresentar essa nova forma de caminhar e os elementos que a envolvem, como coleiras, peitorais e guias", explica Luís.

Alimentação

Uma alimentação adequada é essencial para um adestramento eficaz. Manter o cão em uma condição corporal ideal garante que ele esteja saudável e pronto para os treinamentos”, afirma Zuccolo. “Recomenda-se alimentá-lo de duas a três vezes ao dia, o que também ajuda a reduzir a ansiedade”, completa o especialista.

Além de petiscos, opções como sachês, patês e snacks tornam o aprendizado mais agradável. A Special Dog Company oferece, em todas as suas linhas de produtos — do Premium ao Super Premium — opções especialmente formuladas para cães de todas as idades e tamanhos, contendo os nutrientes necessários para um desenvolvimento saudável.

Os alimentos destinados a filhotes das linhas Special Dog Ultralife e Bionatural Prime, por exemplo, incluem DHA, um nutriente essencial para o desenvolvimento do sistema nervoso. A ingestão adequada de DHA melhora a capacidade cognitiva dos cães, contribuindo para um aprendizado mais eficaz.

*Para mais dicas e orientações sobre o cuidado com seus pets, visite o Portal Pet da Special Dog Company. E em caso de sintomas graves ou preocupações com a saúde do seu animal, consulte sempre um médico-veterinário de sua confiança.

Bemsei lança bebida vegetal em embalagem SIG produzida com polímeros de base florestal

O objetivo  é oferecer produtos saudáveis, saborosos e com menor impacto ao meio ambiente


O produto plant based é envasado em embalagem também feita de plantas


A Bemsei, nova marca do mercado de saudabilidade, anuncia o lançamento de sua linha de bebidas vegetais em parceria com a SIG, utilizando a inovadora embalagem SIG Terra Midibloc Polímeros de Base Florestal de 1 litro. Com o propósito de oferecer produtos saudáveis, saborosos e com menor impacto ao meio ambiente, além de promover um estilo de vida equilibrado, a Bemsei é pioneira no Brasil ao trazer para o segmento um produto plant based envasado em uma embalagem também feita de plantas.

Outro grande diferencial do lançamento é a embalagem SIG Terra MidiBloc Polímeros de Base Florestal, que contém 95% de matéria-prima renovável e é 100% certificada pelo padrão ISCC PLUS. Esse formato garante uma redução de 35% na pegada de carbono da embalagem, quando comparado às embalagens cartonadas padrões, promovendo um ciclo sustentável de materiais que minimiza os impactos ao meio ambiente. A embalagem também oferece praticidade, proteção ao produto e um design moderno, que permite uma comunicação clara com o consumidor sobre as características e benefícios da bebida. A Bemsei é a primeira marca do Brasil a utilizar essa embalagem, reforçando o compromisso da marca em oferecer produtos mais saúdaveis e com menor impacto ao meio ambiente.

Foto: Divulgação
O mercado de bebidas vegetais está em pleno crescimento, com uma projeção de expansão de 58% até 2027 em relação a 2022, atingindo um valor estimado de 5 bilhões de dólares, conforme dados do Euromonitor, e a Bemsei pretende se destacar nesse segmento ao unir sabor e saúde, oferecendo produtos livres de glúten, lactose, colesterol, açúcares adicionados e com preço acessível. Além disso, a versão original da bebida possui sabor neutro, ideal para beber e cozinhar, podendo ser utilizada como substituto do leite em diversas receitas.

De acordo com Alexandre Moreno, CEO da Hyde Alimentos: "A marca Bemsei foi desenvolvida com enorme carinho e cuidado. Ela tem a alma da família Uchinaka (sócio e herdeiros) e é cheia de personalidade. Bemsei é para todos e trata a saudabilidade na medida certa, com equilíbrio. Estamos muito felizes em poder inaugurá-la com produtos deliciosos, em embalagens sustentáveis, em parceria com a SIG, em categoria tão promissora. No Brasil, as bebidas vegetais ainda representam apenas 2% das vendas do leite comum. Nos Estados Unidos esse número chega a 20%. O potencial de crescimento local é enorme e os produtos Bemsei vem fortes para ocupar esse espaço”.

O lançamento da Bemsei aconteceu em 16 de outubro, com distribuição inicial no estado de São Paulo, e previsão de expansão para todo o Brasil ao longo do próximo ano. As bebidas estarão disponíveis em diversos canais de vendas, incluindo o atacado, distribuidores e varejo.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Gatos: Alimentação correta previne formação de bolas de pelos

Saiba como evitar que gatos engulam os pelos. Foto:  Pixabay
                
Os gatos são animais extremamente limpos e fazem sua higiene com sucessivas lambidas pelo corpo. Os gatos se lambem para se limpar e para remover pelos mortos, o único problema é que esses pelos viram uma bola de pelo depois que eles engolem.

As bolas de pelo formam o que chama-se de tricobezoar, que são formados por, além da bola de pelo, secreções gástricas, isto é o que o gato costuma vomitar, pois acumularam pelos no sistema digestivo, formando as “bolas de pelos”.

Foto:  Pixabay
Em alguns casos, quando o felino não as expele, pode ocorrer até obstrução intestinal e a necessidade de uma intervenção cirúrgica”, explica a Coordenadora da Comunicação Científica da Equilíbrio e médica veterinária, Bárbara Benitez.

Para o gato, expelir essas bolas de pelo através do vômito é melhor do que defecá-las, entretanto se ele tiver dificuldades em vomitá-las, deverá defecar, o importante é expelir a bola de pelo.

Os gatos costumam passar até duas horas diariamente se lambendo, então você pode imaginar a quantidade de pelo que ele acaba ingerindo”, complementa a médica veterinária.  Os mais afetados são os gatos de pelos longos, como os Persas. Por isso é fundamental que o tutor escolha um alimento específico para eles. “Uma dica é escolher alimentos que contenham óleo mineral e fibras, que estimulam a regulação intestinal e ajudam a evitar bolas de pelos”, explica Bárbara. 

A linha Super Premium da Total Alimentos, Equilíbrio, possui produtos indicados para prevenção das “Hair balls”. “Esses produtos são feitos especialmente para ajudar a lidar com esse hábito tão comum, mas que pode ser problemático, dos gatos”, finaliza Bárbara.



sexta-feira, 7 de julho de 2017

Número de gatos aumenta no Brasil


Castração evita o número de felinos abandonados nas ruas. Foto: Divulgação

Os pets são mais de 130 milhões no mundo inteiro: cachorros, gatos, aves, peixes e alguns tipos mais exóticos. Um levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. O ponto mais interessante é sobre a população de gatos, que se multiplica em maior proporção e deve predominar em menos de 10 anos.

Foto: Pixabay
O Brasil é um dos poucos países no mundo em que o cão ainda é o companheiro preferido, mas segundo a Abinpet a verticalização dos grandes centros e a mudança no estilo de vida das pessoas são fatores que fazem com que os brasileiros optem por um animal de estimação mais independente e de fácil adaptação aos ambientes menores.

Para o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, como o aumento de felinos é predominante, o tutor deve dar importância a castração e os cuidados após a cirurgia. “A castração é de grande relevância, principalmente para evitar o número de gatos abandonados nas ruas, mas como o felino é um animal que se adapta facilmente a apartamentos e lugares pequenos, ele pode ficar mais preguiçoso após a cirurgia, o que pode resultar em ganho de peso, por isso é ideal oferecer alimentos para gatos castrados, que possuem L-carnitina e calorias reduzidas para auxiliar no controle do peso”, explica.

Foto: Pixabay
Segundo a Gerente de Produto da linha Equilíbrio Super Premium, Érika Miklos, outra preocupação com o aumento do número de gatos nos lares é a forma de alimentá-los. “Como eles ficam fechados em espaços pequenos, é necessária uma alimentação balanceada, rica em proteínas, de ótima digestibilidade e ingredientes que auxiliem na redução do odor das fezes”, acrescenta.

Dessa forma, seguindo as tendências do mercado e da mudança de hábitos dentro dos lares, a linha Equilíbrio Super Premium investe constantemente no portfólio de produtos para gatos. “Temos opções para todas as fases da vida e necessidades nutricionais, desde sensibilidade digestiva, manutenção do peso, prevenção de bolas de pelos até alimentos que são coadjuvantes no tratamento de doenças”, finaliza Érika.