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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Carnaval: 7 sinais de que seu pet não deve ir ao bloco e como protegê-lo do barulho e da folia

Especialista em comportamento animal alerta para riscos físicos e emocionais e orienta tutores sobre como garantir segurança e bem-estar dos pets durante o Carnaval


Foto: Freepik

O Carnaval é sinônimo de alegria, música e aglomeração para os humanos, mas para cães e gatos pode representar um período de alto risco. Barulho excessivo, calor intenso, multidões e mudanças bruscas na rotina estão entre os principais fatores que afetam o bem-estar físico e emocional dos animais. Segundo Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO do Grupo Comportpet, o Carnaval já é a segunda data mais estressante para os pets, perdendo apenas para o Ano Novo por conta dos fogos de artifício.

O tutor precisa entender que o que é diversão para ele pode ser uma verdadeira tortura para o animal. Falta empatia em muitas situações. O pet não escolhe estar ali”, afirma o especialista.

A seguir, Cleber lista 5 sinais claros de que seu pet não deve ir ao bloco, além de orientações práticas para protegê-lo do barulho e da folia.

1. Sensibilidade extrema a sons altos

Os cães possuem uma audição muito mais aguçada do que a humana. Apitos, caixas de som, batuques e gritos comuns nos bloquinhos podem causar estresse intenso, medo e até danos auditivos. Animais que já apresentam reações negativas a fogos de artifício ou trovões estão entre os mais vulneráveis, pois entram em estado de alerta muito rapidamente. Mesmo locais próximos aos blocos não são indicados. O animal não consegue identificar a origem do barulho, não entende que aquilo é temporário e passa a viver em alerta constante, o que impacta diretamente o emocional e o comportamento”, explica Cleber.

2. Sinais de estresse, medo ou tentativa de fuga

Tremores, respiração ofegante, choros, vocalizações excessivas, agressividade repentina ou tentativas de se esconder são sinais claros de sobrecarga emocional. Em ambientes cheios, com muitas pessoas e estímulos, o instinto de fuga pode ser acionado. Fuga não é desobediência, é desespero. Muitos acidentes graves acontecem porque o pet está tentando apenas sobreviver ao medo, correndo risco de atropelamentos, quedas ou ferimentos ao tentar escapar por portas, portões ou janelas”, alerta.

3. Risco elevado de hipertermia e desidratação

Os cães têm, em média, dois graus a mais de temperatura corporal do que os humanos. O calor excessivo, somado ao asfalto quente, à aglomeração e à dificuldade de acesso à água, pode levar rapidamente à hipertermia e à desidratação. Se está quente para você, está ainda pior para o pet. Algumas raças, como o Spitz Alemão, podem ter queda de glicose, desmaios e até convulsões em situações de calor intenso associado ao estresse emocional”, explica o especialista.

4. Exposição a perigos físicos invisíveis

Vidros quebrados, lixo no chão, restos de comida, bebidas alcoólicas derramadas e objetos pontiagudos fazem parte dos riscos invisíveis do Carnaval de rua. Além disso, o excesso de pessoas aumenta o risco de pisoteamento e machucados. Fantasias, adereços e acessórios também podem causar dermatites, feridas, assaduras e desconforto térmico. Muitas vezes, o tutor só percebe o problema quando o dano já está feito”, pontua Cleber.

5. Mudanças bruscas na rotina e excesso de pessoas

Reuniões com muitos amigos e familiares, casas cheias e movimentação fora do comum afetam diretamente o emocional dos pets. Animais que vivem em ambientes tranquilos podem se sentir acuados, inseguros ou reagir de forma defensiva ao tentar proteger o território. Muitas casas ficam vazias o ano inteiro e, de repente, recebem 20 pessoas para uma festa de carnaval, por exemplo. O animal não está preparado emocionalmente para essa mudança brusca de rotina e estímulos, o que pode gerar ansiedade, medo e comportamentos indesejados”, diz.

6. Perigo de ingestão de alimentos durante os blocos

Em bloquinhos de Carnaval, é comum haver restos de comida no chão, além de pessoas oferecendo petiscos sem autorização do tutor. Alimentos como chocolate, doces, carnes temperadas, ossos, frituras e até bebidas alcoólicas podem ser ingeridos rapidamente pelo pet, causando vômitos, diarreia, intoxicação e, em casos mais graves, risco de vida. O animal come por impulso, não por escolha. Por isso, levar o pet para ambientes com comida espalhada representa um risco real e imediato à saúde”, alerta.

7. Risco de ferimentos com objetos nas ruas

O chão dos blocos costuma ficar coberto de vidro quebrado, latinhas, tampinhas, espetinhos e outros objetos cortantes. Mesmo com atenção, é impossível controlar todos os passos do animal em meio à multidão. Cortes nas patas, perfurações, ferimentos na boca e infecções são ocorrências comuns nesse tipo de ambiente. Muitas lesões só são percebidas horas depois, quando o pet já está mancando ou sentindo dor”, explica o especialista.

Como proteger o pet durante o Carnaval

A recomendação do especialista é direta: se a ideia for curtir a folia fora de casa, o mais seguro é deixar o pet em um ambiente preparado para isso. Creches, hotéis pet ou serviços de day use estruturados oferecem supervisão, rotina e cuidados adequados, reduzindo significativamente o risco de estresse, acidentes e sobrecarga emocional. Já para quem vai passar o Carnaval em casa, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. 

Manter portas e janelas fechadas ajuda a reduzir os ruídos externos e evita fugas, enquanto abafar o som da rua com televisão ligada, música ambiente ou até o barulho do ventilador contribui para diminuir o impacto dos estímulos sonoros. Também é importante criar um espaço seguro para o pet, com caminhas, brinquedos e água sempre disponíveis, permitindo que ele se recolha quando se sentir ameaçado", comenta.

“O Carnaval pode ser divertido para todos, mas só quando o tutor entende que o bem-estar do pet vem antes da fantasia ou da foto. Amor também é saber deixar o animal em paz e fazer escolhas responsáveis”, finaliza Cleber Santos.

Fonte: Comportpet


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Sereno de Campo Grande leva o Veganismo para Sapucaí em Ala Vegana!


Com o enredo "4 de Dezembro" a @Sereno de Campo Grande terá a primeira ala vegana/vegetariana do Carnaval Carioca em desfile deste sábado (10/02) na Sapucaí!

A escola da Zona Oeste Carioca, cujo mascote, é a coruja, abre os desfiles da segunda noite da Série Ouro do Carnaval 2024. Entre as novidades, uma ala composta por veganos e vegetarianos residentes no bairro de Campo Grande e adjacências.

A iniciativa de uma ala vegana na Sereno não é nova, estreia ocorreu no carnaval 2023, no desfile da conquista da Série Prata do Carnaval 2023, e como em time que está ganhando não se mexe, a ala vegana / vegetariana segue firme e forte no #carnaval2024, agora, pela Série Ouro e na Av. Marques de Sapucaí!

A coruja (símbolo da sabedoria), é a mascote da Sereno e por conta disso, a escola também é conhecida por Corujinha da Zona Oeste. Importante visar, que nem todos os componentes da escola são veganos ou vegetarianos, porém, a agremiação possui a consciência em não utilizar adereços que explorem animais, especialmente penas de aves em suas fantasias e carros alegóricos.

A ala vegana conta com 50 componentes, porém, a escola terá outros militantes do veganismo em outras alas, passistas e percussionistas. Entre os participantes veganos, estão alguns militantes da causa animal no subúrbio carioca, entre eles; @clau_shimizu (da @vegazô ), @gabrielapetris (da @academiamagarca ), @anpaulrj (coordenadora de ala), @michaelmenesesfotografia (editor do @portalrockpress, diretor do documentário @vermaisofilme e criador do Selo Cultural @Parayba Records), @titoverso, @isacastrox ... entre outros. Ao todo, a Sereno terá cerca de 1200 componentes em seu desfile e que terá início às 21 horas com transmissão ao vivo da TV Band. Vale conferir!

Sobre o Enredo 2024:

Para o Carnaval 2024, o G.R.E.S. Sereno de Campo Grande vai homenagear o orixá Iansã, a Santa Barbara do catolicismo, com o enredo: "4 de Dezembro", de autoria de: Claudio Russo, Jaci Campo Grande, Sérgio Alan, André Baiacu, Beto BR, Laio Lopes, Fabinho Rodrigues, Marcelinho do Cavaco, Reinaldo Chevett, Aurélio Brito e Fábio Bueno Intérpretes: Antônio Carlos e Igor Pitta. OUÇA: www.youtube.com/watch?v=DOW3wJln_Qc 

Relembrando: A ala vegana da G.R.E.S. Sereno de Campo Grande foi pauta do Fabio Chaves no Carnaval 2023: www.instagram.com/reel/CpdTeUGvW_Y/?igshid=MDJmNzVkMjY=

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FONTE: @vegazô e @paraybarecords