Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Fashion Mall recebe edição inédita do Pet Yoga by Nattu

Participantes terão a companhia especial de cães e gatos para adoção

 


No dia 31 de janeiro, o Fashion Mall recebe uma edição inédita do Pet Yoga by Nattu, evento que promove a prática indiana com o objetivo de conectar pessoas e animais à espera de um lar. Desta vez, a prática será realizada à luz de velas (em LED), para encantar todos os sentidos!

A ação conta com o patrocínio da marca pet PremieR Nattu e acontecerá no Piso L3 do empreendimento (ao lado do restaurante Gurumê), em três sessões – às 17h, 18h15 e 19h15, com uma média de 25 alunos em cada turma.

Durante a prática de yoga, em uma atmosfera acolhedora e cheia de amor, à luz de velas de LED, os participantes poderão interagir com turmas de cães e gatos, todos resgatados e cheios de carinho para dar. Mais do que bem-estar, o Pet Yoga é um evento com propósito: parte do valor dos ingressos é revertida sempre para uma ONG parceira, nesta edição para o Instituto Pata Real, ajudando a transformar a vida de animais que aguardam por um lar cheio de amor. Ou seja, além de desfrutar da prática revitalizante, o aluno contribui para uma causa nobre, aumentando as chances de adoção e ampliando a visibilidade da ONG.

Quem deseja participar, deve realizar a inscrição previamente através da plataforma Sympla, no link: https://www.sympla.com.br/evento/pet-yoga-edicao-especial. O valor do ingresso do Pet Yoga é de R$159,00 (+ taxa).

SERVIÇO:

Pet Yoga by Nattu no Fashion Mall

Data: 31 de janeiro de 2026 (sábado)

Horário: Às 17h, 18h15 e 19h15

Local: Piso L3 (ao lado do restaurante Gurumê)

Inscrição: Via Sympla

Ingresso: R$159,00 (+ taxa)

O Fashion Mall fica na Estrada da Gávea, 899, São Conrado, Rio de Janeiro/ RJ. Telefone: (21) 2111-4427.


sexta-feira, 7 de novembro de 2025

SES-RJ emite mais de 200 carteirinhas de cães de suporte emocional

Anúncio foi feito durante programação no estande da Saúde RJ no FisWeek 2025




A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) anunciou, nesta quinta-feira (6/11), durante a participação no FisWeek, a marca de mais de 200 carteirinhas de cães de suporte emocional emitidas desde fevereiro de 2022. As informações  foram passadas durante a roda de bate-papo “O papo agora é”, realizada dentro do estande da SES-RJ no evento.


A certificação, que garante aos cães o direito de acompanhar seus tutores em espaços públicos e privados, é fruto de uma política pioneira no país. O processo é coordenado pela Subsecretaria de Bem-Estar Animal, vinculada à SES-RJ, e exige documentação médica válida, carteira de vacinação atualizada e certificado de adestramento do animal.

Idealizadora da lei estadual que regulamenta o uso dos cães de suporte emocional no Rio de Janeiro, Danielle Cristo, destacou a importância da iniciativa. A tutora do golden retriever Rudá, símbolo do projeto dentro da secretaria, contou sobre o apoio dado pelo animal.

O cão de suporte emocional é um apoio no tratamento de pessoas com depressão, ansiedade e outros transtornos. Ele não substitui o tratamento, mas auxilia a reduzir sintomas e a melhorar a convivência social. O Rudá trouxe visibilidade para essa causa dentro da Secretaria de Saúde, e isso tem ajudado muita gente a conhecer seus direitos”, explicou Danielle.

Processo simples e seguro

De acordo com ela, o processo para obtenção da carteirinha é simples e gratuito. Os tutores devem enviar a documentação por e-mail para a secretaria, que analisa os dados e, em até 40 dias, emite o crachá que identifica o animal como cão de suporte emocional.

A gente já ultrapassou a marca de 200 carteirinhas emitidas e continuamos recebendo novos pedidos todas as semanas. É um trabalho sério, que exige laudo médico atualizado a cada seis meses e comprovação de adestramento. O cão precisa estar preparado para esse tipo de convivência”, completou.

A secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello, ressaltou que a iniciativa reforça a visão ampliada de saúde defendida pela SES-RJ, que vai além da ausência de doenças.

Quando falamos de saúde, falamos também de bem-estar emocional. Os cães de suporte emocional representam esse olhar integral sobre o cuidado com as pessoas. É uma política que une saúde mental, acolhimento e respeito”, afirmou a secretária.

A SES-RJ mantém um canal de atendimento exclusivo para o tema, onde é possível tirar dúvidas e solicitar a emissão das carteirinhas: suporte.emocional@saude.rj.gov.br.


Mudança de cultura 

A secretaria também orienta que apenas cães devidamente treinados e com documentação em dia podem receber a certificação, incluindo os sem raça definida (SRDs), que são igualmente aceitos no programa.

Para Danielle, a expansão do projeto reflete uma mudança cultural importante. “Tem muito cachorro adotado que se torna um excelente cão de suporte emocional. A gente recebe muitas histórias lindas. O que importa é o vínculo e o preparo do animal. Essa é uma lei que nasceu de uma vivência pessoal, mas que hoje transforma a vida de muitas pessoas”, concluiu.

Crédito das fotos: Mauricio Bazilio/SESRJ

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

O coração dos pets pede cuidado

Doenças cardíacas podem ser silenciosas, mas hábitos saudáveis e suporte nutricional ajudam a proteger o bem-estar



O coração bate cerca de 100 mil vezes por dia em um humano. Nos cães e gatos, esse número pode ser ainda maior, dependendo do porte e da idade. Esse ritmo constante auxilia na manutenção da vida e no funcionamento de todo o organismo. Mas, quando a função cardíaca está comprometida, o impacto não se limita ao órgão. Pode comprometer até a vida do animal.

Nos pets, as doenças cardiovasculares estão entre as principais causas de morbidade e podem comprometer diretamente a qualidade e a expectativa de vida. Embora sejam mais comuns em animais idosos, problemas cardíacos também podem atingir adultos jovens e, em muitos casos, evoluem silenciosamente até apresentarem sinais evidentes.

Entre os sintomas que podem indicar alterações estão cansaço fácil, tosse seca persistente, especialmente a noite ou quando o animal está deitado, intolerância ao exercício, dificuldade respiratória, desmaios e até mudanças de comportamento, como apatia e menor disposição para brincar. “Muitas doenças cardíacas se desenvolvem de forma silenciosa, e quando o tutor percebe sinais claros, o quadro já pode estar avançado. Por isso, consultas de rotina são fundamentais para o diagnóstico precoce", explica Janaína Peres, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

O diagnóstico precoce é um dos pilares para garantir mais qualidade de vida, mas a prevenção vai além das consultas periódicas. Manter o peso adequado, oferecer uma alimentação equilibrada e estimular atividades físicas compatíveis com a idade e a condição de saúde do animal são medidas essenciais para reduzir a sobrecarga do coração e preservar sua função ao longo do tempo.

A suplementação também desempenha um papel essencial nesse cenário. Entre os nutrientes estudados com maior evidência científica está o ômega-3, grupo de ácidos graxos essenciais que exerce papel anti-inflamatório e protetor do sistema cardiovascular. Em um estudo com cães portadores da doença de válvula mitral, por exemplo, a suplementação de ômega-3 reduziu significativamente a chance de arritmias e ajudou a manter os animais em estágios menos avançados da doença (Nasciutti et al., PLOS One, v.16, n.7, 2021).

Os benefícios do ômega-3 vão além do coração. Seus principais componentes, o EPA (ácido eicosapentaenoico) e o DHA (ácido docosahexaenoico), participam de processos fundamentais para o equilíbrio do organismo. O EPA está relacionado à redução da produção de substâncias inflamatórias, contribuindo para menor rigidez dos vasos sanguíneos e melhor controle da pressão arterial. Já o DHA atua diretamente na flexibilidade das membranas celulares, favorecendo a função cerebral e ocular, além de poder auxiliar na condução elétrica do coração

Estudos também indicam que o ômega-3 pode reduzir a liberação de citocinas pró-inflamatórias, como IL-1, associada à progressão de doenças cardíacas (Freeman et al., J Vet Intern Med, v.12, n.6, 1998). Outro ponto relevante é o papel na prevenção da caquexia cardíaca — condição caracterizada pela perda de massa muscular em pacientes com insuficiência cardíaca, que compromete não apenas o prognóstico, mas também a qualidade de vida (Freeman & Rush, J Vet Intern Med, v.21, n.1, 2007). Esses mecanismos ajudam a explicar os resultados observados na prática clínica: animais suplementados apresentam melhor tolerância ao exercício, mais disposição e até melhora do apetite em casos de insuficiência cardíaca.

Outro ponto importante é o uso preventivo. Em animais saudáveis, a suplementação pode ser uma estratégia para preservar a função cardiovascular antes que alterações clínicas sejam detectadas, apoiando também o sistema imunológico e a saúde cognitiva em fases mais avançadas da vida.

O avanço da nutrição veterinária tem possibilitado o desenvolvimento de soluções específicas para apoiar a saúde do coração dos pets, oferecendo aos tutores ferramentas adicionais para o cuidado preventivo. Esse movimento reflete uma mudança de paradigma: se antes a atenção se concentrava em tratar doenças já instaladas, hoje há uma valorização crescente de práticas que ajudam a evitar desequilíbrios e a prolongar a vida com qualidade.

Pensar em saúde cardiovascular é pensar em prevenção. Cuidar do coração desde cedo significa investir na possibilidade de aumentar a expectativa e a qualidade de vida dos pets.O papel do tutor é estar atento aos sinais, manter a rotina de acompanhamento e conversar com o médico-veterinário sobre as melhores estratégias de cuidado”, conclui Janaína.

Sobre a Avert Saúde Animal

A Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante. Acesse: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

Referências

Freeman LM, Rush JE, Kehayias JJ, et al. Nutritional alterations and the effect of fish oil supplementation in dogs with heart failure. J Vet Intern Med. 1998;12(6):440–448.

Freeman LM, Rush JE. Nutrition and cardiac cachexia in dogs and cats. J Vet Intern Med. 2007;21(1):3–7.

Nasciutti PR, Moraes AT, Santos TK, et al. Protective effects of omega-3 fatty acids in dogs with myxomatous mitral valve disease stages B2 and C. PLOS One. 2021;16(7):e0254887.

sexta-feira, 26 de setembro de 2025

Botafogo Praia Shopping inicia campanha de arrecadação para pets em parceria com a Cãorrijo

Iniciativa convida o público a fazer a diferença na vida de cães abandonados


Doe ração e medicamentos ou adote um pet. Foto: Divulgação


O cuidado com os animais é uma causa que mobiliza cada vez mais pessoas — e o Botafogo Praia Shopping abraça essa missão com uma nova iniciativa solidária. Uma caixa fixa para arrecadação de itens para pets está disponível no Espaço  Sustentabilidade, no 1º piso do shopping. A ação é realizada em parceria com a Cãorrijo, iniciativa que atua no resgate, acolhimento e adoção responsável de animais em situação de vulnerabilidade.

A campanha convida os clientes a doarem itens como camas, brinquedos, roupas, ração e potes para alimentação e hidratação, que serão destinados a pets que aguardam por uma nova chance na instituição. É também uma oportunidade para conhecer o trabalho da Cãorrijo, e, quem sabe, se apaixonar por um dos cãezinhos que estão disponíveis para adoção na sede do projeto, em Jacarepaguá.

Pet friendly

Ao longo do ano, o Botafogo Praia Shopping sedia feiras de adoção pet em parceria com a Cãorrijo a fim de auxiliar a adoção responsável. Além disso, o shopping é preparado para receber tutores e seus companheiros de quatro patas com conforto e segurança. Os animais são bem-vindos em todas as áreas comuns do shopping, com exceção das praças de alimentação, conforme as normas sanitárias.

O empreendimento conta ainda com sinalização especial para bebedouros e operações parceiras que também valorizam o cuidado com os pets. Lojas como Vivo, Loftstyle e Casa Bauducco disponibilizam potes com água fresca na entrada ou no interior da loja para manter os cãezinhos hidratados.

“Acreditamos que o shopping pode ser um agente de transformação social, e essa campanha reforça nosso compromisso com o bem-estar animal. Temos muito orgulho de sermos um espaço pet friendly, onde os animais são tratados com carinho e respeito”, afirma Isabella Colonna, gerente de marketing do Botafogo Praia Shopping.

A ação solidária acumula pontos no programa de benefícios aMais, uma forma simbólica de reforçar que pequenas atitudes podem gerar grandes impactos.

Botafogo Praia Shopping - Imagine um local com um variado mix de compras, alimentação e serviços. Junte uma vista deslumbrante para o mais belo cartão-postal da cidade e adicione charme e conveniência. Este é o Botafogo Praia Shopping, que há mais de 20 anos encanta os cariocas e turistas que chegam a Botafogo, um dos mais tradicionais bairros da cidade. Inaugurado em 23 de novembro de 1999, o Botafogo Praia Shopping faz parte da rotina de quem mora e/ou trabalha em Botafogo e bairros adjacentes na zona sul carioca. Sua localização é privilegiada. Além de estar a cinco minutos da Estação de Metrô Botafogo e a apenas 15 minutos do Aeroporto Santos Dumont, o shopping fica localizado em frente ao Pão de Açúcar, um dos principais pontos turísticos da cidade e conta com um mix completo que atende a um público qualificado, composto por executivos e profissionais de empresas em seu entorno, além de famílias e moradores da região.  #BotafogoPraiaShopping

quarta-feira, 3 de setembro de 2025

Estresse Felino: Como proteger o bem-estar dos gatos

Situações comuns do dia a dia podem ser suficientes para gerar tensão como mudanças de casa, reformas, novos móveis ou mesmo a chegada de visitas


Alterações repentinas de comportamento podem sinalizar estresse. Foto: Divulgação


Os gatos são animais extremamente sensíveis e territoriais, capazes de perceber até mesmo pequenas mudanças em seu ambiente. Alterações repentinas de comportamento, como se esconder, miar em excesso ou demonstrar agressividade, podem ser sinais de que o felino está passando por estresse – um problema que vai muito além de simples reações comportamentais.

O estresse prolongado pode comprometer a saúde física, enfraquecer o sistema imunológico e até desencadear doenças urinárias, problemas de pele e alterações no apetite”, alerta a médica-veterinária Marina Tiba, gerente de Produtos da Unidade de Animais de Companhia da Ceva Saúde Animal.

Causas do estresse em gatos

Situações comuns do dia a dia podem ser suficientes para gerar tensão. Mudanças de casa, reformas, novos móveis ou mesmo a chegada de visitas ou novos moradores alteram o território que o gato reconhece como seguro, provocando desconforto.

A convivência com múltiplos gatos também merece atenção: disputas por caixas de areia, brinquedos, água, comida ou locais de descanso são gatilhos frequentes para conflitos. “Nesses casos, oferecer múltiplos recursos para cada gato é fundamental para reduzir disputas e criar um ambiente mais harmonioso”, explica Marina.

Além disso, fatores externos como barulhos intensos, fogos de artifício, visitas frequentes ou a ausência prolongada do tutor podem afetar diretamente o equilíbrio emocional dos felinos.

Sinais de alerta

Identificar os sinais de estresse é o primeiro passo para proteger a saúde emocional dos gatos. Entre os mais comuns estão agressividade, vocalização excessiva, perda de apetite, tendência a se esconder e lambedura compulsiva, que pode levar à queda de pelos. “Esses comportamentos indicam que o animal está tentando lidar com uma situação que não consegue controlar, reforçando a importância de ajustes no ambiente, no manejo diário e da busca por orientação de um médico-veterinário especializado”, destaca Marina.

Estratégias para reduzir o estresse

Existem diversas formas de promover o bem-estar felino em casa. O enriquecimento ambiental é uma das principais: arranhadores, brinquedos interativos, prateleiras e esconderijos ajudam o gato a explorar o espaço de forma segura e estimulante. Além disso, o tempo de brincadeira com o tutor fortalece o vínculo, proporciona diversão e segurança emocional, reduzindo consideravelmente o estresse.

Outro recurso eficaz é o uso de feromônios sintéticos. “Os feromônios são sinais químicos naturalmente produzidos pelos felinos, que transmitem mensagens de segurança, bem-estar e território. As versões sintéticas, que imitam esses sinais, ajudam na adaptação a situações desafiadoras, trazendo mais serenidade e equilíbrio”, explica a veterinária.

Mais confiança, menos estresse

Ao reconhecer os sinais de estresse e adotar estratégias de prevenção, é possível transformar a rotina dos gatos, tornando-os mais confiantes, relaxados e felizes.

Fonte: www.ceva.com.br


sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Como cuidar da pele e da pelagem do seu pet

Pequenos cuidados diários, aliados a nutrientes e suplementos estratégicos, auxiliam na manutenção da saúde da pele e redução da queda de pelos


O cuidado com a pele e a pelagem vai muito além da beleza. Foto: Divulgação

Quem convive com cães e gatos sabe: nada é mais preocupante do que ver o pet se coçando sem parar, perdendo tufos de pelo ou apresentando vermelhidão na pele. Esses sinais podem parecer simples, mas muitas vezes escondem alergias, dermatites e até carências nutricionais. O cuidado com a pele e a pelagem vai muito além da beleza — é uma questão de saúde e bem-estar.

O primeiro passo é sempre manter uma rotina de higiene adequada. O banho deve ser feito com produtos próprios para pets, que respeitam o pH da pele dos animais e não causam ressecamento. Shampoos que tenham na composição a aveia coloidal, conhecida por suas propriedades calmantes, hidratantes e protetoras, podem ser usados por cães e gatos que possuam disbiose cutânea. “A aveia tem ação antioxidante, reduz irritações e ajuda a manter a barreira cutânea íntegra, sendo especialmente indicada para animais com tendência a alergias e coceiras, e com infecções de pele recorrentes devido à disbiose cutânea. Produtos que utilizam esse tipo de ativo, proporcionam limpeza suave sem remover os lipídios naturais da pele, garantindo hidratação e conforto após o banho, além de auxiliar na recomposição do microbioma cutâneo”, conta Lucas Piza, médico- veterinário coordenador de produtos da Avert Saúde Animal.

Além da higiene, a hidratação é essencial. Existem loções e sprays formulados especialmente para pets, contendo ativos que nutrem e fortalecem a pele, além de reduzir a perda de água, deixando-a mais resistente e saudável.

Mas não é só por fora que se cuida da pele dos pets: a alimentação e a suplementação também têm papel fundamental. “Fórmulas ricas em cistina que ajudam na produção de queratina e ceramidas (que são proteínas estruturais fundamentais para o crescimento saudável dos pelos), além do extrato de levedura e vitaminas B5 e B1 que auxiliam na integridade da barreira cutânea e na regeneração cutânea, são especialmente úteis na prevenção da queda de pelos e em fases de troca sazonal, promovendo uma pelagem mais densa, brilhante e resistente”, detalha o profissional.

Os probióticos também desempenham um papel estratégico no cuidado com a pele, ajudando a equilibrar a microbiota intestinal e fortalecendo a barreira imunológica cutânea. Suplementos com extrato de Euglena gracilis que atua como um prébiotico também contribuem, além dos probióticos, para o suporte imunológico da pele de cães e gatos, promovendo saúde de dentro para fora e auxiliando nas defesas naturais da pele e na manutenção da integridade cutânea.

Na prática, o tutor pode potencializar os cuidados com a pele e pelagem do pet com pequenas mudanças no dia a dia: escolher shampoos adequados, dar banhos na frequência indicada pelo médico-veterinário, escovar a pelagem regularmente, oferecer uma alimentação de qualidade e, quando necessário, incluir suplementos que reforcem a saúde cutânea.

Cuidar da pele e da pelagem não é apenas uma questão estética, um pet sem coceiras, pele saudável e pelagem brilhante é também um animal mais confortável, ativo e feliz. E hoje, com produtos e ativos específicos desenvolvidos para eles, é possível oferecer um cuidado muito mais eficaz e seguro. Afinal, quando o assunto é saúde da pele, suavidade e ciência precisam andar de mãos dadas.

Fonte: www.avertsaudeanimal.com.br e www.vidamaisromrom.com.br

 

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Guardiões do Pantanal: das cinzas ao renascimento da biodiversidade silvestre

Campanha do Instituto Ampara Animal busca recursos para devolver animais vítimas de queimadas e pressões humanas no Pantanal Norte


 A recuperação do bioma pode levar décadas. Foto: Ampara Animal


O Instituto Ampara Animal lançou a campanha “Guardiões do Pantanal – das cinzas ao renascimento da biodiversidade silvestre”, uma iniciativa de arrecadação que tem como objetivo reunir R$ 100 mil. O valor será destinado integralmente à Base de Atendimento Ampara Pantanal (BAAP), instalada na Transpantaneira (MT), única estrutura da região voltada ao resgate, reabilitação e soltura de animais silvestres afetados pelos incêndios e outras interferências humanas, como o atropelamento de fauna. A quantia arrecadada será dobrada pela organização parceira Gift Aid.

As queimadas no Pantanal vêm causando impactos diretos sobre a fauna local. Estudos apontam que até 45% da população de onças-pintadas foi afetada pelos incêndios de 2020, com perdas em áreas de vida e reservas naturais. Além das onças, espécies como araras-azuis, tamanduás, cobras, sapos e pequenos roedores sofrem com a destruição de habitat, escassez de alimento e riscos de queimaduras. A recuperação do bioma pode levar décadas, devido à degradação da vegetação e de áreas de nascentes.

A BAAP nasceu em 2020, após os incêndios mais severos da história do Pantanal em quase 50 anos, quando a equipe do Instituto realizou mais de 450 atendimentos de animais feridos. Inaugurada em 2023, a base mantém atividades de recebimento, tratamento, abrigo e treinamento para soltura da fauna silvestre, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Mato Grosso (SEMA-MT). Atualmente, o principal objetivo da campanha é viabilizar o retorno de Tupã, uma onça-parda resgatada ainda filhote em 2023. O animal está em processo de treinamento para reintegração à natureza e necessita de equipamento de monotoramento, como colar e antena, orçados em aproximadamente R$ 200 mil, para ser solto com segurança.

Outros animais, como os tamanduás-bandeira Mavi, Bandeirinha e Kaluanã, também permanecem em treinamento na BAAP, onde passam meses em acompanhamento antes de serem devolvidos ao habitat natural. A campanha prevê ainda a construção de novos recintos para ampliar a capacidade de atendimento.

A iniciativa marca os 15 anos do Instituto Ampara Animal, período em que a organização desenvolveu ações de proteção e conservação que impactaram milhões de animais.

As doações podem ser realizadas no site oficial: institutoamparanimal.org.br/guardioes-do-pantanal. Além da contribuição financeira, o público é convidado a compartilhar os conteúdos da campanha nas redes sociais, gravar vídeos de apoio e enviar o link de doação a familiares e amigos.


segunda-feira, 18 de agosto de 2025

Gatos conquistam os lares do País

Arquiteta dá dicas de como criar um espaço acolhedor e protegido para os felinos, os novos protagonistas das famílias brasileiras


Tutor deve adaptar a casa às necessidades e ao comportamento dos gatos. Foto: Pexels

Já existiu um mundo onde seres humanos preferiam ter cães em casa ao invés de gatos. É possível ser fã de um ou de outro, ou até mesmo dos dois, mas quem será que está mais presente nas casas dos brasileiros: felinos ou caninos?

De acordo com o IBGE, em 2019, o país contava com 54 milhões de cães e 24 milhões de gatos. Pesquisas da FGV, em parceria com a Comac, indicam que esse número deve crescer 26% até 2030, o que significaria 70,9 milhões de cães e 41,6 milhões de gatos. Mas o cenário atual já surpreende: a Abinpet estimou que, em 2023, o Brasil tinha cerca de 68 milhões de cães e 34 milhões de gatos

Segundo a arquiteta Rose Chaves, especialista em design de interiores, quem opta por ter gatos precisa adaptar a casa às necessidades e ao comportamento dos animais para que eles se sintam verdadeiramente acolhidos. “Esses bichos são escaladores natos e adoram explorar alturas. Uma boa dica é instalar prateleiras ou pequenas escadas nas paredes, criando trajetos verticais para os felinos. Para incentivá-los, é possível até posicionar petiscos ou ração no topo desses locais, o que também estimula a atividade física, mesmo nos mais preguiçosos”, explica a arquiteta.

Outra ideia prática é incluir nichos abertos nas paredes, que permitem aos gatos caminhar e explorar de forma natural. Segundo Rose, esses nichos, geralmente posicionados acima de móveis como sofás, também otimizam o espaço da casa enquanto oferecem diversão aos pets.

Os sofás, no entanto, são uma preocupação comum, afinal de contas, esses animais adoram arranhar superfícies macias, e para minimizar os danos, Rose recomenda tecidos mais resistentes, como suede, couro ou camurça. Materiais como linho, couro sintético e algodão devem ser evitados, já que são mais vulneráveis às garras afiadas. “Também é essencial ter arranhadores em casa, que podem ser encontrados em diversas versões nos petshops, desde modelos simples até os mais lúdicos. Eles ajudam os gatos a desgastar as unhas e preservam os móveis da casa”, acrescenta.

Para quem vive em apartamentos, a segurança é primordial. “Colocar telas em todas as janelas, além de dar um charme a mais, é indispensável. Eles são muito curiosos e podem se distrair com pássaros ou insetos do lado de fora, o que pode levar a acidentes graves”, alerta Rose.

Outra dica importante é oferecer uma cama confortável e bem posicionada. Os gatos só deixam de dormir no sofá ou em outros locais da casa quando encontram uma caminha que realmente os agrade. “A cama precisa ter o tamanho ideal para que o gato possa dormir esparramado, mas também oferecer conforto nos momentos em que ele preferir se encolher. Minha dica é posicionar em um local calmo, com pouca movimentação, para que ele se sinta seguro e relaxado, assim é possível ornar com a decoração da casa sem fazer muito esforço”, orienta.

E claro, elementos como cortinas e móveis também exigem atenção. “Prefira modelos de enrolar ou erguer, que são mais práticos e seguros”, sugere. “Na marcenaria, minha recomendação é buscar por madeiras mais duras, como carvalho, ipê ou cumaru, pois elas minimizam os danos causados pelos arranhões nos móveis e portas”, finaliza.

domingo, 17 de agosto de 2025

Idosos de Quatro Patas: cuidados especiais com pets na terceira idade

Mudanças físicas e comportamentais exigem atenção redobrada, cuidados e adaptações na rotina para garantir mais conforto, saúde e qualidade de vida a cães e gatos idosos


 A longevidade animal vem acompanhada de novas necessidades e desafios. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


Com o avanço da medicina veterinária, da nutrição e dos cuidados diários, os pets estão vivendo mais – e melhor. É cada vez mais comum encontrar cães e gatos que ultrapassam os 12, 15 ou até 20 anos de idade; mas, assim como acontece com os humanos, a longevidade animal vem acompanhada de novas necessidades e desafios. A terceira idade dos companheiros de quatro patas exige uma rotina adaptada, mais empatia e atenção aos sinais muitas vezes sutis.

A partir dos 7 anos (em média), cães e gatos começam a apresentar alterações fisiológicas naturais do envelhecimento. A pelagem pode perder brilho, a visão e a audição tendem a diminuir, os músculos ficam menos firmes e as articulações mais sensíveis. Em alguns casos, surgem doenças crônicas, como problemas renais, cardíacos, osteoartrite e até alterações cognitivas, que afetam o comportamento e a interação com o ambiente”, conta a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe.

Compreender essas mudanças é o primeiro passo para proporcionar uma vida mais confortável e feliz ao pet idoso. A alimentação, por exemplo, precisa ser repensada; rações específicas para a fase sênior contêm menor teor calórico, maior digestibilidade e podem conter ingredientes como condroitina, ômega-3 e antioxidantes, que contribuem para o suporte nessa etapa da vida. Além disso, pets com doenças crônicas podem exigir dietas terapêuticas, de acordo com a condição clínica, formuladas sob orientação veterinária.

Outro aspecto essencial é o conforto e bem-estar. Colchonetes ortopédicos, potes de comida elevados, acesso facilitado a ambientes e pisos antiderrapantes fazem toda a diferença no dia a dia de um animal com mobilidade reduzida. Pequenas adaptações na casa ajudam a prevenir acidentes e reduzem o esforço físico, promovendo maior autonomia para o pet.


Animal pode se tornar mais quieto. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


No comportamento, mudanças também são comuns. “O animal pode se tornar mais quieto, dormir mais horas, interagir menos ou demonstrar irritação em situações antes rotineiras. Em gatos, é frequente a diminuição da limpeza corporal ou o uso incorreto da caixa de areia. Esses sinais não devem ser ignorados, pois podem estar associados ao envelhecimento natural e a possíveis alterações cognitivas típicas da senilidade”, explica a profissional.

E é justamente nesse ponto que os petiscos ganham protagonismo, pois muitas vezes, os animais idosos se tornam seletivos ou perdem parte do apetite – seja por dor, perda de olfato ou alterações digestivas. Petiscos palatáveis e saudáveis podem estimular o interesse pela alimentação, tornando o momento da refeição mais atrativo. Além disso, quando oferecidos de forma estratégica, os snacks ajudam a fortalecer o vínculo afetivo e facilitar momentos desafiadores, como administração de medicamentos, consultas veterinárias ou mudanças na rotina.

Existem, inclusive, petiscos formulados especialmente para essa fase da vida, com baixo teor de sódio, ingredientes funcionais e texturas adaptadas para dentes mais sensíveis. Esses produtos se tornam verdadeiros aliados no bem-estar dos cães idosos, proporcionando prazer sem abrir mão da segurança nutricional”, cita Bruna.

O enriquecimento ambiental continua sendo importante nessa fase. Brinquedos interativos mais leves, estímulos mentais moderados e passeios tranquilos, respeitando o ritmo do animal, mantêm o pet ativo e previnem o declínio cognitivo. E os petiscos podem ser parte desse processo: escondê-los em locais acessíveis, associá-los a jogos de olfato ou usá-los como recompensa são maneiras simples e eficazes de estimular o corpo e a mente.


Cães e gatos idosos continuam sendo excelentes companheiros. Foto: Daniela Calcia / Bonde da Bardot


A visita ao médico-veterinário deve se tornar mais frequente: pelo menos a cada seis meses. Check-ups regulares ajudam a identificar precocemente qualquer alteração de saúde e permitem intervenções mais eficazes e menos invasivas. Exames laboratoriais, avaliações cardíacas e exames de imagem podem ser incluídos no acompanhamento, dependendo do histórico do pet.

Envelhecer é um processo natural – e, com os cuidados certos, pode ser uma fase tranquila, afetuosa e cheia de conexão. “Cães e gatos idosos continuam sendo excelentes companheiros, muitas vezes ainda mais dóceis, sensíveis e ligados aos seus tutores. Oferecer atenção especial nessa etapa é uma forma de retribuir todo o amor e lealdade recebidos ao longo da vida”, afirma a médica-veterinária.

O segredo está na adaptação: ajustar a alimentação, garantir conforto, oferecer estímulos adequados, manter o acompanhamento veterinário em dia e, claro, incluir os petiscos como uma ferramenta de prazer, motivação e carinho. Com isso, a terceira idade dos pets pode ser vivida com alegria e bem-estar – exatamente como eles merecem.

Fonte: Pet Nutrition


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Madureira Shopping promove campanha de adoção pet em parceria com ONG neste sábado, dia 16/08

Evento acontece das 13h às 19h, com adoção de cães e gatos na Loja Sou do Bem, no 3º piso


Adotar é um ato de amor. Foto: Divulgação


Neste sábado, dia 16 de agosto, o Madureira Shopping será palco de mais uma edição da Campanha de Adoção Pet, em parceria com a ONG Bichinho Feliz. Entre 13h e 19h, a loja Sou do Bem (3º piso) receberá cães e gatos em busca de um lar cheio de carinho, reforçando a importância da adoção responsável e do cuidado com o bem-estar animal. 

Para levar um amigo de quatro patas para casa, é preciso ter mais de 18 anos, apresentar um documento oficial com foto e preencher uma ficha de cadastro. Em seguida, os candidatos passam por uma entrevista rápida, etapa que assegura que os pets sejam acolhidos por famílias preparadas para oferecer toda a atenção e cuidados que eles merecem. 

Serviço – Campanha de Adoção Pet – Madureira Shopping 
Endereço: Estrada do Portela, 222 – Madureira, RJ 
Data: 16 de agosto (sábado) 
Horário: 13h às 19h 
Local: Loja Sou do Bem (3º piso) 


segunda-feira, 11 de agosto de 2025

NotCo entra na trend e ensina como preparar o morango do amor com ingredientes de origem vegetal

Receita que viralizou na internet ganha versão com o sabor e a cremosidade irresistíveis de NotCreme


Morango do amor ganha opção vegana. Foto: Divulgação


O Morango do Amor virou febre nas redes sociais, e não é à toa. A combinação do azedinho da fruta com a doçura e a cremosidade do brigadeiro branco conquistou corações e paladares. De olho nessa trend deliciosa, a NotCo, referência em inovação de alimentos, ensina como preparar essa receita com um toque especial: NotCreme, o creme de leite vegetal que entrega sabor e textura incríveis.

A proposta é transformar um doce queridinho em uma experiência ainda mais surpreendente, prática e deliciosa. Ideal para quem busca uma sobremesa afetiva, fácil de fazer e que combina com diferentes estilos de alimentação. Confira a receita completa e aproveite essa tendência com muito mais sabor e inovação: 

Morango do Amor com Brigadeiro Branco de NotCreme

Ingredientes – Brigadeiro Branco de NotCreme

  • 200 g NotCreme
  • 40 g óleo de coco
  • 40 g manteiga de cacau
  • 100 g açúcar
  • 40 g glucose
  • 10 g amido pré-gelatinizado
  • 20 g proteína de grão-de-bico
  • 5 g pasta de baunilha

Modo de Preparo - Brigadeiro Branco:

Para preparar o brigadeiro branco, adicione todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo médio, mexendo sempre até atingir uma consistência firme, porém cremosa. Em seguida, transfira a mistura para uma bandeja untada ou forrada, espalhe bem e deixe esfriar completamente. Com o brigadeiro já frio, modele pequenas porções em forma de bolinha, esticando levemente a massa para envolver os morangos lavados e bem secos. Depois de rechear os morangos, leve-os à geladeira para firmar

Ingredientes – Calda de Açúcar Vermelha:

  • 2½ xícaras (aprox. 270 g) de açúcar refinado
  • 1½ xícara (aprox. 360 ml) de água
  • 2 colheres de sopa (aprox. 30 ml) de vinagre branco
  • Corante vermelho em gel (a gosto)

Modo de Preparo – Calda:

Em uma panela, misture o açúcar, a água, o vinagre e o corante. Leve ao fogo médio e, após aquecer, evite mexer. Deixe cozinhar até atingir o ponto de bala dura, cerca de 145 a 150 °C, ou faça o teste do vidro na água gelada. Assim que atingir esse ponto, retire do fogo.

Montagem:

Retire os morangos recheados da geladeira e espete cada um em um palito. Em seguida, mergulhe-os rapidamente na calda quente, cobrindo completamente. Escorra o excesso e disponha os morangos sobre uma superfície untada ou sobre papel-manteiga para secar. Deixe esfriar em temperatura ambiente até que a casquinha fique firme.

Dica de acabamento: para brilho extra e textura uniforme, trabalhe com a calda no ponto certo e banhe os morangos rapidamente, sem deixar a calda resfriar demais.

Sobre a NotCo

A NotCo é uma foodtech, empresa de tecnologia alimentícia, que utiliza inteligência artificial proprietária para desenvolver produtos inovadores em sabor, textura e alta performance. É proprietária de marcas como NotMilk, NotShake Protein, NotMayo e NotCreme de Leite. Com sua frente B2B, a NotCo Tech, a foodtech amplia sua inteligência artificial para elevar e acelerar a inovação na indústria, colaborando com outras marcas e empresas do setor. Reconhecida como um dos unicórnios mais promissores da América Latina, a NotCo lidera a evolução dos alimentos, tornando a produção mais eficiente e sustentável para atender às novas demandas do mercado e dos consumidores.


sábado, 9 de agosto de 2025

Wanessa Camargo fala sobre veganismo, família, Big Brother e espiritualidade no programa Zona V, confira o vídeo

A cantora participou do programa Zona V e compartilhou experiências veganas, falou sobre sua participação no Big Brother Brasil e refletiu sobre sua trajetória pessoal e familiar



A cantora Wanessa Camargo, participou do programa Zona Vapresentado por Ricardo Laurino, vice-presidente da Sociedade Vegetariana Brasileira e comentou sobre a recepção de sua escolha alimentar pela família, mencionando que, no início, consideravam o veganismo uma fase passageira. Wanessa relatou que seu pai, Zezé Di Camargo, embora não vegano, resgata cachorros e não suporta presenciar o sofrimento de animais. Ela também lembrou de um episódio, antes de se tornar vegana, de conflito entre os dois após a morte de um rato na fazenda da família. Segundo Wanessa, Zezé contribui com causas voltadas à proteção animal e que ele a alertou sobre práticas da indústria de foie gras, produto que ela consumia anteriormente.

Na entrevista, a artista abordou os desafios alimentares enfrentados durante sua participação no reality show Big Brother Brasil. Relatou episódios de mal-estar e fome pela escassez de opções veganas no programa. De acordo com ela, os demais participantes consumiam as poucas opções disponíveis, como pastéis, o que dificultava sua alimentação. Wanessa contou que recorria ao feijão como principal fonte de proteína e fazia trocas de alimentos com outros participantes para manter sua dieta.


Wanessa comentou ainda sobre os impactos do veganismo em sua vida espiritual e emocional. Falou sobre a mudança de percepção em relação aos cavalos e recordou que parou de comer carne de porco após presenciar o abate de um animal na fazenda do pai. Ela mencionou a energia dos animais no momento da morte e o estresse vivenciado pelos trabalhadores da indústria da carne como pontos de reflexão importantes.


A entrevista também abordou questões de saúde e alimentação. Wanessa compartilhou como era sua dieta antes da transição alimentar, mencionando indulgências e problemas de saúde. Disse que seu namorado, Dado Dolabella, teve papel importante no processo, preparando pratos variados, incluindo queijos veganos. Ela afirmou que seus exames estão em dia e destacou o colesterol baixo, comparando os índices ao de uma criança de 8 anos, embora admita consumir alimentos industrializados com frequência.


O programa também discutiu o crescimento do interesse por dietas à base de vegetais no Brasil. Dados do Instituto Datafolha apontam que cerca de 74% da população brasileira deseja reduzir o consumo de carne e 7% já se consideram vegetarianos. A participação de figuras públicas como Wanessa no debate sobre alimentação e ética animal contribui para ampliar a visibilidade do tema.

.

Confira o vídeo:


O episódio com Wanessa Camargo foi ao ar nesta terça-feira no canal Zona V, apresentado por Ricardo Laurino e pode ser assistido no link: https://www.youtube.com/live/8Gw_tNgmYJ0?si=tRGuKz40G79jUsFI



quinta-feira, 7 de agosto de 2025

Dia Internacional do Gato: Você conhece o seu gato?

Para comemorar a data, festejada no dia 8 de agosto, a ROYAL CANIN® ajuda a decifrar os mistérios que cercam os felinos


Gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Foto: Pixabay


Observadores, seletivos e independentes, os gatos conquistam tutores ao redor do mundo com seu comportamento único. Sua trajetória ao lado dos humanos começou há milhares de anos e foi marcada por diferentes simbolismos culturais, avanços na domesticação e descobertas científicas. Ainda assim, muitos de seus traços seguem despertando fascínio.

As características fisiológicas e comportamentais únicas dos gatos influenciam diretamente a forma como se alimentam, interagem com o ambiente e se relacionam com os humanos. Quanto mais os tutores compreendem esses aspectos, mais preparados estarão para oferecer os cuidados necessários ao longo de toda a vida dos pets”, explica Priscila Rizelo, Médica-Veterinária e Gerente de Comunicação e Assuntos Científicos da Royal Canin Brasil.

Para celebrar a data, a ROYAL CANIN®, marca que oferece Saúde Através da Nutrição para gatos e cães e comprometida com o bem-estar animal, reuniu uma série de fatos interessantes que contribuem para uma melhor compreensão dos felinos. Confira!

Origem

O gato doméstico (Felis catus) descende do Felis lybica, felino selvagem que habitava regiões desérticas do norte da África e do sudoeste da Ásia. A convivência com os humanos teve início de forma gradual, favorecida pela habilidade desses animais em controlar roedores nos assentamentos. A adaptação a ambientes áridos também explica a baixa ingestão espontânea de água. Esse comportamento é herdado de seus ancestrais, que obtinham grande parte da hidratação por meio dos alimentos. Embora hoje os gatos vivam em ambientes totalmente diferentes de seus habitats de origem, é fundamental estimular o consumo hídrico por meio da oferta de alimentos úmidos e de diferentes fontes de água acessíveis ao longo do dia.


Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Foto: Divulgação 


Paladar seletivo, ausência de percepção doce e olfato apurado

Seu paladar é altamente específico e adaptado às particularidades da espécie. Os gatos possuem um número reduzido de papilas gustativas e não têm receptores para o sabor doce, sendo biologicamente incapazes de percebê-lo. Além disso, têm o olfato bastante desenvolvido e utilizam principalmente esse sentido para avaliar se um alimento é atrativo ou não. Essas características influenciam diretamente suas preferências alimentares e reforçam a importância de oferecer alimentos formulados especialmente para atender tanto às suas necessidades nutricionais quanto sensoriais.

Longos períodos de sono

Gatos costumam dormir entre 12 e 16 horas por dia, podendo chegar a até 20 horas em certas fases da vida. Esse comportamento está ligado à conservação de energia e ao padrão natural de atividade, mais intenso ao amanhecer e ao entardecer — momentos em que suas presas costumavam estar mais ativas na natureza. O hábito também é herdado de seus ancestrais caçadores, que alternavam repouso e vigília com estratégia e eficiência. Por isso, o descanso prolongado é parte natural da rotina felina.

Vibrissas como ferramentas sensoriais

Os bigodes dos gatos, chamados de vibrissas, estão presentes não só nas laterais do focinho, mas também acima dos olhos, nas bochechas e nas patas dianteiras. Altamente sensíveis, essas estruturas funcionam como sensores táteis e ajudam o animal a perceber variações sutis no ambiente, como correntes de ar, obstáculos e espaços estreitos. Também contribuem para a orientação e o equilíbrio, mesmo em locais pouco iluminados.


Ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Foto: Reprodução da Internet

Ronronar nem sempre indica prazer

Embora frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode ocorrer em situações de dor, medo ou estresse. Trata-se de um comportamento com diferentes funções, que pode ter efeito calmante e auxiliar na autorregulação emocional. Observar o contexto em que o ronronar acontece é essencial para compreender o estado emocional do animal e oferecer os cuidados apropriados.

Visão adaptada à baixa luminosidade

Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

Visão adaptada à baixa luminosidade

Seus olhos contam com uma estrutura chamada tapetum lucidum, que reflete a luz e amplia a capacidade de enxergar em ambientes com pouca iluminação. Isso os torna mais ativos ao entardecer e durante a noite. Sua visão periférica também é mais ampla do que a dos humanos, o que favorece a detecção de movimentos ao redor. Essa habilidade é especialmente importante para a caça.

Comunicação olfativa avançada

O olfato é um dos sentidos mais desenvolvidos dos gatos e exerce papel fundamental na forma como se relacionam com o mundo. Além de odores comuns, eles captam feromônios, substâncias químicas utilizadas na comunicação entre indivíduos da mesma espécie. Essas informações são processadas por um órgão especializado chamado órgão de Jacobson, ou vomeronasal, ativado durante a expressão conhecida como flehmen, quando permanecem com a boca entreaberta após cheirar algo intensamente.


Gatos ajustam seu comportamento à convivência doméstica. Foto: Pixabay 

Miado é voltado à comunicação com humanos

Ao contrário do que muitos imaginam, gatos adultos quase não miam entre si. O miado é uma vocalização direcionada principalmente aos humanos, usada para expressar desejos, chamar atenção ou manifestar desconforto. Entre si, eles se comunicam por meio de sinais corporais, posturas, expressões faciais, vocalizações específicas como rosnados e silvos, além de marcas olfativas. Essa adaptação demonstra a inteligência e a capacidade da espécie de ajustar seu comportamento à convivência doméstica.

Organização territorial estruturada

Os felinos dividem seu ambiente em zonas específicas para atividades como alimentação, descanso, eliminação e brincadeiras. Essa setorização é instintiva e essencial para o bem-estar emocional, pois permite que o gato se sinta seguro e no controle do seu território. Mudanças bruscas ou desestruturação desses espaços podem gerar estresse. Por isso, é fundamental respeitar seu território e manter rotinas previsíveis.

Instinto de caça preservado

Mesmo bem adaptados à vida doméstica, os gatos mantêm comportamentos ligados ao instinto de caça. Perseguir, agarrar e capturar objetos durante brincadeiras são formas naturais de expressão desse comportamento. Estimular essas atividades com brinquedos interativos promove saúde física, equilíbrio emocional e fortalece o vínculo com o tutor.

Apesar de todas as evoluções e mudanças às quais foram submetidos, o instinto de caça e as necessidades naturais dos gatos permanecem intactos. Conhecê-los, compreendê-los e respeitá-los é essencial para assegurar seu bem-estar.

Entendemos que é responsabilidade dos tutores adaptar o ambiente e até mesmo seu próprio comportamento às necessidades dos pets. Não apenas para promover bem-estar e uma boa convivência, mas também para prevenir problemas comportamentais e impactos negativos na saúde a longo prazo. A missão da ROYAL CANIN® vai além de desenvolver e fornecer uma nutrição adaptada a cada animal — é também compartilhar conhecimento e torná-lo acessível para o maior número possível de pessoas”, complementa Priscila.

Fonte: ROYAL CANIN®


quarta-feira, 6 de agosto de 2025

Mitos e verdades sobre os petiscos para pets

Descubra por que os snacks podem (e devem) fazer parte da rotina dos cães e gatos com equilíbrio e muito mais bem-estar


O tema ainda gera dúvidas em muitos tutores, mas a chave é o equilíbrio. Foto: Divulgação


Durante muito tempo, os petiscos foram vistos apenas como pequenos agrados, , oferecido sem maiores pretensões além de agradar o paladar dos pets. Mas esse olhar vem mudando – e com razão. Com a evolução do mercado de pet food, o aumento na variedade de produtos e a valorização do bem-estar animal, os snacks passaram a ocupar um papel mais estratégico na rotina de cães e gatos, sendo utilizados para momentos de carinho, recompensa, cuidado e interação com os nossos companheiros.

Porém, o tema ainda gera dúvidas em muitos tutores. Por isso, para auxiliar a desmistificar o assunto, a médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, listou alguns mitos e verdades sobre os snacks.

Verdade: Quando oferecidos com moderação e escolhidos com critério, os petiscos são benéficos

A chave é o equilíbrio. Os, snacks devem representar até 10% da ingestão calórica diária do animal. No entanto, é fundamental que a oferta de petiscos siga sempre a orientação do médico-veterinário, considerando a condição clínica e as necessidades específicas de cada pet. Atualmente, o mercado oferece opções com fórmulas funcionais que vão além do sabor. Existem, por exemplo, petiscos que contribuem para o cuidado oral, entre tantos outros benefícios.

Mito: Petiscos só servem como agrado

Além dos benefícios nutricionais, os petiscos também têm impacto comportamental. São ferramentas valiosas de reforço positivo: ao associar o snack a um comportamento desejado, como sentar, responder a comandos ou voltar para a caminha, o animal aprende de forma mais leve e motivada. Isso os torna aliados importantes no adestramento, na criação de novos hábitos e até mesmo em processos de socialização ou ambientação.

Verdade: Os snacks também são benéficos para os gatos

Os felinos, muitas vezes considerados mais seletivos, também se beneficiam dos petiscos. Quando utilizados de forma criativa – escondidos pela casa, dentro de brinquedos ou em momentos de desafio mental – os snacks estimulam os instintos naturais do gato, ajudam a combater o tédio e podem auxiliar o manejo em situações de estresse, como mudanças no ambiente ou visitas ao médico-veterinário. Além disso, os petiscos podem ser grandes aliados na criação de uma rotina de interação entre tutor e gato. Oferecê-los em momentos como a chegada ou saída de casa, ou incorporá-los a brincadeiras diárias, fortalece o vínculo afetivo, contribui para o bem-estar do felino e transforma a experiência em algo positivo para ambos.

Mito: Petiscos não têm impacto no relacionamento com os pets

Oferecer um snack não é apenas uma forma de agradar – é um gesto de conexão. É nesse pequeno momento que se fortalece o vínculo entre tutor e pet, criando experiências positivas que fazem diferença no bem-estar geral do animal. Quando utilizados com responsabilidade, os petiscos deixam de ser um simples snack e passam a ser uma extensão do cuidado, da atenção e do carinho.

Deixar os mitos para trás e enxergar os petiscos com uma nova perspectiva é essencial. Eles complementam o dia a dia com sabor, estímulo e afeto. E para os nossos amigos de quatro patas, isso se traduz em qualidade de vida”, afirma a profissional

Outro ponto que merece destaque quando o assunto são os petiscos é a personalização. Hoje existem snacks formulados para diferentes condições e fases da vida: filhotes em fase de crescimento, adultos ativos, idosos, ou até mesmo animais com dietas restritivas. Isso amplia ainda mais as possibilidades de uso e reforça que, com orientação veterinária, os petiscos podem e devem ser incluídos na rotina, respeitando sempre a condição clínica individual de cada pet

Fonte: https://www.petnutrition.com.br/


terça-feira, 5 de agosto de 2025

Vacinação evita a morte prematura de cães e gatos*

Doenças infecciosas são as que mais matam pets no Brasil, junto com câncer e traumatismo; médicos veterinários listam vacinas indispensáveis


Vacinar é um ato de amor e responsabilidade. Foto: Divulgação

As doenças infecciosas estão entre as principais causas da mortalidade de cães e gatos, especialmente filhotes ou adultos não vacinados. Entre os cães, a cinomose e a parvovirose são as mais comuns. Para os gatos, a grande vilã é a Felv (leucemia viral felina), mas há uma infinidade de outras doenças infecciosas e contagiosas que são preocupantes.

De acordo com a médica veterinária Ana Elisa Arruda Rocha, a forma mais eficaz de prevenção das doenças evitáveis são as vacinas. Associada aos cuidados veterinários adequados, a vacinação pode reduzir drasticamente a taxa de mortalidade dos pets.

Apesar dos avanços na medicina veterinária, milhares de cães e gatos ainda morrem anualmente no Brasil por doenças que poderiam ser prevenidas com a vacinação”, alerta a professora do curso de Medicina Veterinária do UniCuritiba.

A falta de informação dos responsáveis ou falta de acesso a cuidados básicos são agravantes. A parvovirose, altamente contagiosa e fatal para filhotes, é responsável por quase metade das mortes de cães não vacinados nos primeiros meses de vida.

Já a cinomose, outra doença grave, tem taxa de mortalidade ainda superior em casos não tratados. E mesmo com tratamento, muitos cães podem vir a óbito ou ficar com sequelas importantes.


Vacinar é mais seguro e menos oneroso. Foto: Divulgação


Entre os gatos, além da leucemia viral, a panleucopenia felina (conhecida como cinomose felina) também figura como uma ameaça silenciosa. "A vacinação é uma forma eficaz de prevenção de doenças. O problema é que negligenciam esse cuidado e só buscam ajuda quando o animal já está em estágio crítico”, comenta a professora.

Ela diz que a função preventiva da vacina acaba sendo de baixo custo quando comparada ao atendimento veterinário de suporte, caso o animal fique doente. “Nesses casos, além da consulta, serão necessários exames, medicamentos, internação e, em alguns casos, UTI veterinária. O tratamento pode ser longo, oneroso e sem garantias de sucesso”.

Campanhas públicas de vacinação gratuita contra a raiva, por exemplo, são comuns em algumas cidades, mas outras imunizações essenciais ficam de fora do radar de muitas famílias. “Apesar das dificuldades, vacinar será sempre mais seguro e menos oneroso”, afirma a médica veterinária e professora do UniCuritiba.

Os protocolos, continua Ana Elisa, devem ser individualizados, pois existem orientações que variam de acordo com idade, raça, espécie, estilo de vida e condição de saúde dos animais.

Para ajudar os responsáveis a organizarem o esquema vacinal de seus pets, o médico veterinário Luís Felipe Kühl, professor e responsável técnico da Clínica Escola de Medicina Veterinária do UniCuritiba, lista as vacinas indispensáveis para cães e gatos. “Vacinar é um gesto de amor e de responsabilidade”, diz.

Para cães

● Polivalente: conhecida popularmente como V8 ou V10, protege contra diversas doenças, incluindo cinomose, parvovirose, leptospirose, entre outras. Ela pode ser aplicada a partir dos 42 dias de vida e, geralmente, requer três a quatro doses, que devem ser completadas depois de quatro meses de idade. Após essa fase inicial, o reforço é anual. Também existe a vacina bivalente, que oferece proteção contra cinomose e parvovirose. Ela pode ser administrada a partir dos 28 dias de vida, ou seja, já na quarta semana de vida do filhote.

● Antirrábica: obrigatória em muitas regiões e situações. Deve ser aplicada em dose única a partir dos 4 meses de idade, com reforço anual para garantir a proteção contínua.

● Vacina contra o Complexo Respiratório Canino (Tosse dos Canis): recomendada para reforçar a imunidade contra doenças respiratórias. É especialmente indicada para cães que frequentam creches, hotéis, parques ou ambientes com grande circulação de animais.

Para Gatos

● Polivalente: é essencial para a prevenção de doenças comuns nos felinos e está disponível em diferentes versões: a V3 protege contra panleucopenia, rinotraqueíte e calicivirose; a V4 inclui também a clamidiose, e a V5 oferece proteção adicional contra a Leucemia Viral Felina (FeLV).

O protocolo vacinal deve ser iniciado ainda nos primeiros meses de vida, com a dose final aplicada após os quatro meses de idade e com o reforço anual. Além disso, existe uma vacina individual contra a Leucemia Viral Felina, que pode ser indicada conforme o estilo de vida e o risco de exposição do animal.

● Antirrábica: assim como em cães, é obrigatória e requer dose anual.

*Em caso de dúvidas, consulte um médico-veterinário de confiança.

Fonte: UniCuritiba 


segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Como voltar à rotina do pet após as férias?

Adaptação gradual ajuda os cães e gatos a superarem a mudança e retomarem o equilíbrio emocional


Ideal é retomar gradualmente a rotina anterior as férias. Foto: Divulgação


Após o período de férias, marcado por maior convivência, passeios e brincadeiras, o retorno à rotina pode ser um momento desafiador para muitos pets. A mudança brusca no ritmo e na presença do tutor pode desencadear sinais de estresse, ansiedade e alterações comportamentais, especialmente em animais mais sensíveis.

A médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, explica que essa transição precisa ser feita com cuidado e paciência. “Durante as férias, o pet se acostuma com uma rotina diferente, muitas vezes com mais estímulos e companhia. Quando o tutor retoma as atividades profissionais e escolares, o pet pode sentir-se solitário, o que pode levar a comportamentos de agitação ou apatia”, afirma.

Para minimizar os efeitos dessa mudança, o ideal é retomar gradualmente a rotina anterior as férias. Reestabelecer horários fixos para alimentação, passeios e descanso ajuda o pet a entender e aceitar a nova dinâmica familiar. Além disso, a oferta de enriquecimento ambiental é fundamental nesse momento. Brinquedos interativos, desafios alimentares e espaços seguros para explorar contribuem para manter o pet ocupado e reduzir a sensação de tédio.

O uso de petiscos como reforço positivo também é uma excelente estratégia. Eles podem ser oferecidos quando o pet demonstra comportamentos calmos ou se entretém sozinho, incentivando atitudes que favorecem sua adaptação”, sugere a profissional.

É importante que o tutor esteja atento a sinais de que o pet não está lidando bem com a mudança, como perda de apetite, alterações no sono, comportamento agressivo ou destrutivo. Nesses casos, pode ser necessário o suporte de um profissional especializado em comportamento animal.

Com afeto, paciência e as estratégias adequadas, o retorno à rotina pode ser tranquilo, preservando o bem-estar do pet e fortalecendo ainda mais o vínculo com o tutor. “Os pets são altamente adaptáveis, desde que sintam segurança e apoio. Cabe ao tutor facilitar essa transição, garantindo que o animal se sinta amado e protegido mesmo diante das mudanças”, finaliza Bruna.

Finte: Pet Nutrition