sábado, 25 de julho de 2015
Cresce adoção de cães e gatos em São Paulo; saiba como preparar sua rotina para ter um pet
Às 10h do último domingo (12), Laica, 1, aproveita o sol da manhã para se esparramar num banco em frente à Matilha Cultural, no centro de São Paulo. A vira-lata só se move para encontrar espaço entre os braços de Patrícia Herver, 44, que a resgatou nas proximidades do pico do Jaraguá há cinco meses.
A cena muda com a chegada dos irmãos Fred Zara, 33, e Marília Chiarelli, 30. Laica logo se aproxima deles, pedindo colo. Após duas horas, Fred a leva para casa.
O começo da relação entre os dois foi o fim de uma busca que durou três meses. "Comprar para mim nunca fez sentido. Existem tantos cachorros abandonados nas ruas", diz Fred.
Assim como ele, muitos paulistanos têm optado por adotar em vez de comprar um filhote, que pode custar até R$ 3.000. No CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), administrado pela prefeitura, as adoções de cães e gatos passaram de 1.117 em 2012 para 1.349 em 2014, aumento de 21%.
No Petz (antigo Pet Center Marginal), esse número cresceu 34% no período entre janeiro e maio deste ano na capital em relação a 2014, com 1.248 adoções. A marca supera a de filhotes vendidos. Eventos de adoção apoiados pela Pedigree encontraram lar para 10.549 cães na cidade desde 2008.
Outra tendência é o aumento da procura por vira-latas. "As pessoas estão derrubando preconceitos: 90% dos nossos cães adotados são SRD [Sem Raça Definida]", diz Marta Giraldes, coordenadora da Aila (Aliança Internacional do Animal).
"Pessoas de classe A e B procuram bastante por vira-latas menos bonitinhos. Já as de classe C e D querem os de raça, mesmo sem saber falar os nomes. Pedem um 'púdi', querendo um poodle", comenta Claudia Demarchi, presidente do Clube dos Vira-Latas. No CCZ, os cães de raça seguem muito procurados. "Quando chegam filhotes assim, as pessoas quase saem no tapa por eles", brinca Fernando Hosomi, veterinário do local.
Assim como na adoção de crianças, os mais velhos são preteridos, mas há exceções. A advogada Silviane Palermo, 27, levou para casa a poodle Angelina, 10, que tem tumores espalhados pelo corpo e um problema congênito no coração. "Sou muito feliz e grata pelo tempo que terei com ela. E, no dia em que pegar outro, será um adulto também. Filhotes são como criança pequena que tira tudo do lugar, quer brincar. Os maiores são mais comportados".
"Ter um pet reduz o estresse, pois a pessoa esquece das outras coisas enquanto cuida dele", afirma Mauro Lantzman, veterinário e professor de psicologia da PUC-SP. "Para idosos, ajudam muito na socialização".
Todas as entidades de adoção deixam claro que a decisão de adotar deve ser tomada sem impulsos. As fases do processo, um tanto burocráticas, funcionam como um teste. "Se a pessoa não tem paciência de falar sobre o tema durante 30 minutos, como vai ter calma para cuidar de um cão?", questiona Hosomi, do CCZ. Por lá, a entrevista começa como uma conversa informal, para obter informações confiáveis. Entre os pontos mais sensíveis, estão a falta de consenso na família.
A partir das respostas, são indicados animais que se adequem ao perfil do interessado. De acordo com dados do CCZ, nas últimas décadas, cresceu a procura por gatos, que demandam menos tempo dos donos. Porém, os cães ainda ganham: em 2014, foram levados 705 deles, contra 644 felinos. Terminado o processo, o animal é entregue vacinado, vermifugado e castrado. Ao adotar por meio de ONG, o pet deve ser entregue nas mesmas condições, por determinação da lei.
No CCZ, os adotados também recebem uma plaquinha de identificação com o número do RGA (Registro Geral de Animais) e um chip. Assim, em caso de perda, é possível identificá-lo. Na cidade de São Paulo, já foram registrados 1,8 milhão de indivíduos. Qualquer animal doméstico pode ser cadastrado e receber o chip, que fica sob a pele, por R$ 2,20. O aparato guarda os dados, mas não permite rastreá-lo via GPS.
De acordo com veterinários, a castração reduz a agressividade, a dominação de territórios e o risco de câncer. A esterilização ajuda ainda a diminuir o número de animais de rua. Estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que há 30 milhões de bichos nessa situação no Brasil.
"A formação do vínculo afetivo com o animal leva em torno de um mês, mas precisa haver interação para que ele se crie", explica Lantzman, da PUC. "Sem isso, há grande chance de ocorrer abandono".
"Adotar requer investimento emocional e financeiro, como vacinas, banho e ração" lembra Fabiana Avelar, coordenadora de animais de Zoetis, fabricante de produtos para pets. Por mês, o gasto mínimo com um cão pequeno pode passar de R$ 300, sem contar cuidados veterinários.
Expulsar um animal próprio de casa ou a recusa em recebê-lo de volta gera processo criminal, punido com multa e prestação de serviços comunitários. Mesmo com essas regras, o abandono ainda é comum. Tanto que várias entidades que cuidam dos animais preferem não revelar seus endereços. ";Já deixaram cachorros amarrados na entrada", diz Anderson Ferreira, da Cão Sem Dono.
Faltam vagas nas instituições, pois o trabalho de recuperação de um cão leva semanas. O animal recolhido passa por cuidados médicos e recebe adestramento para reaprender a conviver com os humanos antes de ser apresentado ao público.
O consultor Renato França, 33, adotou duas vira-latas, mas percebeu que consegue cuidar só de uma. Agora, procura um lar para Olívia, adotada após ter fotos exibidas numa rede social. "Me apeguei e fiquei exigente para escolher quem vai levá-la".
Fonte: Folha
Cachorro com alimentação vegana vive 189 anos (27 anos caninos)
Bramble, um cão Merle Collie azul, viveu no Reino Unido e alcançou o Recorde Mundial do Guinness, por ser o cão mais velho vivo (na época da premiação).
O mais incrível dessa história é que o Bramble viveu, durante todos esses anos, em uma dieta vegan de arroz, lentilhas e vegetais orgânicos.
A tutora do cão, Anne Heritage, era vegetariana. Ela só alimentava Bramble com uma tigela grande de jantar vegan todas as noites. Ela explica que Bramble “é uma inspiração e [ele] só serve para mostrar que, se você comer as coisas certas e fizer exercícios, você pode prolongar a sua vida.”
Os 189 se dão porque, para cada ano de idade de um cachorro, equivale a sete anos de idade de um ser humano. Então, na idade dos humanos, Bramble teria 189 anos (27 anos caninos).
Especialistas dizem que se você está pensando em mudar a dieta do seu cão para a vegetariana, é melhor começar desde cedo. Dessa forma, não há necessidade do organismo do seu cachorro se adaptar.
Porém, isso não prova que o seu cão deve ser vegetariano ou vegan. Apenas mostra como os cães podem, sim, manter a saúde em uma dieta.
Fonte: UIPI
MG: 2º Arraiá da Cão Viver acontece hoje em Belo Horizonte (25/07)
Associação Cão Viver em Defesa dos Animais promove a segunda edição de seu arraiá. A festa oferece ao público uma variedade de quitutes típicos das comemorações juninas, como caldos, canjica, cachorro quente e pipoca, além de doces e bebidas. Brincadeiras tradicionais desta época do ano também fazem parte das atrações do evento.
De acordo com os organizadores, a festa é promovida com o objetivo de divulgar o trabalho da Cão Viver e arrecadar dinheiro para pagar as despesas do abrigo da associação que acolhe, atualmente, cerca de 200 cães e gatos.
Serviço: 2º Arraiá da Cão Viver. Lar Druzo Brasileiro, que fica na rua Cheik Nagib Assaury 75, Jardim Atlântico, Belo Horizonte, MG. Data: 25/07.Horário: 19h.Ingressos: R$ 25 e doação de 1kg de ração. Informações: (31) 3295-1532 ou pelo site www.caoviver.com.br
Fonte: Uai
Castramóvel oferece atendimento e serviço de castração a cães e gatos, em Cariacica, no Espírito Santo
Por Alcione Coutinho
Cariacica/ES. Abraçada a sua gatinha Marie, de dois anos, a governanta Alaídes Rodrigues de Miranda, 48 anos, ouvia atentamente as instruções do veterinário Fabrício Pagani, na Praça do bairro Bandeirantes, na manhã da segunda-feira (20). A consulta ao médico era para agendar a castração da bichana no centro cirúrgico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
Para o agendamento, os donos devem ter idade superior a 18 anos, apresentar comprovante de residência e cópia da Carteira de Identidade. As fêmeas não podem estar prenhas ou no cio. Caso o animal não preencha esses pré-requisitos, são vacinados e consultados para que possam restabelecer a saúde e passar pelo procedimento.
No dia da cirurgia do cão ou gato, o Castramóvel vai até o bairro e leva o animal para o procedimento no CCZ. O bicho – que deve estar em jejum – é levado para o centro cirúrgico, depois é submetido ao pós-operatório. No caso das fêmeas, o dono deve enviar uma camiseta para que sirva de roupa no pós-cirúrgico. Ao ser devolvido ao dono, o responsável também recebe a receita médica do animal.
“Para que a população saiba a data que estaremos no seu bairro, a liderança comunitária marca uma reunião antes, com os moradores interessados, para que os técnicos do CCZ possam avisar o dia e a hora que o Castramóvel estará na região”, explicou o veterinário Fabrício Pagani. Ele ressaltou que o projeto visa as políticas públicas para que as pessoas tenham consciência da posse responsável.
A dona de casa Maria José Cerri, 57 anos, concorda com o discurso do veterinário. “Lá em casa tenho três cadelas e dois cães. Por isso, prefiro castrar. Se a fêmea ficar prenha, não tenho como cuidar e vou ter que dar os filhotes. Nem todo mundo tem o zelo e a responsabilidade de manter um bicho de estimação”, ressaltou.
O projeto do Castramóvel foi criado em parceria com as lideranças comunitárias para oferecer consulta, vacinas, agendamento para castrações e outros serviços aos animais domésticos. Lembrando que o atendimento é realizado por bairro. Assim que encerrar os trabalhos no bairro Bandeirantes, os técnicos do CCZ irão se reunir com outra comunidade para agendar a visitação do Castramóvel em outra comunidade. Os serviços seguirão até que todas as regiões sejam contempladas
No caso da castração, é através da consulta que será analisado se é necessário ou não o procedimento. Este ano, o Castramóvel já realizou cirurgia nos animais dos bairros: Flor do Campo, Santo Antônio e Jardim Botânico.
Serviço: Atendimento Castramóvel
Quem pode: proprietários de animais residentes em Cariacica.
Itinerário: o Castramóvel percorrerá todos os bairros da cidade. Primeiro, é realizada uma reunião na comunidade para dar explicações sobre o programa a quem tem interesse. Depois, no dia marcado, o carro do Castramóvel vai até o bairro e realiza o agendamento da cirurgia dos cães e gatos. Na data da cirurgia, o carro vai até o local e leva o animal para o centro cirúrgico do CCZ.
Documentos necessários: cópia da Carteira de Identidade e documento no próprio nome do interessado comprovando que é morador do município (conta de energia elétrica ou contrato de aluguel).
Informações: (27) 3346-6518
Fotos: Lucas Calazans
Fonte: Prefeitura de Cariacica
Cariacica/ES. Abraçada a sua gatinha Marie, de dois anos, a governanta Alaídes Rodrigues de Miranda, 48 anos, ouvia atentamente as instruções do veterinário Fabrício Pagani, na Praça do bairro Bandeirantes, na manhã da segunda-feira (20). A consulta ao médico era para agendar a castração da bichana no centro cirúrgico do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ).
Ontem o carro do CCZ, o Castramóvel, realizou atendimento aos interessados em cadastrar seus animaizinhos. Primeiro cães e gatos são avaliados pelos veterinários, caso estejam em boa saúde e com as vacinas em dia, são agendados para a cirurgia.
Para o agendamento, os donos devem ter idade superior a 18 anos, apresentar comprovante de residência e cópia da Carteira de Identidade. As fêmeas não podem estar prenhas ou no cio. Caso o animal não preencha esses pré-requisitos, são vacinados e consultados para que possam restabelecer a saúde e passar pelo procedimento.
No dia da cirurgia do cão ou gato, o Castramóvel vai até o bairro e leva o animal para o procedimento no CCZ. O bicho – que deve estar em jejum – é levado para o centro cirúrgico, depois é submetido ao pós-operatório. No caso das fêmeas, o dono deve enviar uma camiseta para que sirva de roupa no pós-cirúrgico. Ao ser devolvido ao dono, o responsável também recebe a receita médica do animal.
“Para que a população saiba a data que estaremos no seu bairro, a liderança comunitária marca uma reunião antes, com os moradores interessados, para que os técnicos do CCZ possam avisar o dia e a hora que o Castramóvel estará na região”, explicou o veterinário Fabrício Pagani. Ele ressaltou que o projeto visa as políticas públicas para que as pessoas tenham consciência da posse responsável.
A dona de casa Maria José Cerri, 57 anos, concorda com o discurso do veterinário. “Lá em casa tenho três cadelas e dois cães. Por isso, prefiro castrar. Se a fêmea ficar prenha, não tenho como cuidar e vou ter que dar os filhotes. Nem todo mundo tem o zelo e a responsabilidade de manter um bicho de estimação”, ressaltou.
O projeto do Castramóvel foi criado em parceria com as lideranças comunitárias para oferecer consulta, vacinas, agendamento para castrações e outros serviços aos animais domésticos. Lembrando que o atendimento é realizado por bairro. Assim que encerrar os trabalhos no bairro Bandeirantes, os técnicos do CCZ irão se reunir com outra comunidade para agendar a visitação do Castramóvel em outra comunidade. Os serviços seguirão até que todas as regiões sejam contempladas
No caso da castração, é através da consulta que será analisado se é necessário ou não o procedimento. Este ano, o Castramóvel já realizou cirurgia nos animais dos bairros: Flor do Campo, Santo Antônio e Jardim Botânico.
Serviço: Atendimento Castramóvel
Quem pode: proprietários de animais residentes em Cariacica.
Itinerário: o Castramóvel percorrerá todos os bairros da cidade. Primeiro, é realizada uma reunião na comunidade para dar explicações sobre o programa a quem tem interesse. Depois, no dia marcado, o carro do Castramóvel vai até o bairro e realiza o agendamento da cirurgia dos cães e gatos. Na data da cirurgia, o carro vai até o local e leva o animal para o centro cirúrgico do CCZ.
Documentos necessários: cópia da Carteira de Identidade e documento no próprio nome do interessado comprovando que é morador do município (conta de energia elétrica ou contrato de aluguel).
Informações: (27) 3346-6518
Fotos: Lucas Calazans
Fonte: Prefeitura de Cariacica
sexta-feira, 24 de julho de 2015
RJ: Adote Branquinho, ele espera uma família há mais de um ano!
Pedido de adoção de Randel Resgates:
"Branquinho está para adoção há aproximadamente um ano. O resgatei em Caxias. Ele estava muito ferido. Levou até machadada na cabeça. É um cão dócil e adora brincar. Está castrado, vacinado e é porte médio. Ele esta num lar temporário, mas não poderá mais ficar lá. Me ajudem a achar um lar responsável e amoroso para esse rapaz sofrido".
Contato: www.facebook.com/Randelresgates/posts/439804266207845
SC: 1ª Feijoada Beneficente no Rancho Otto em prol dos animais neste sábado, em Rancho Queimado (25/07)
Convite da protetora Andrea Siqueira:
"Vamos reunir os amigos para uma deliciosa feijoada no Rancho Otto, em Rancho Queimado, em SC. Toda a renda do evento será destinada ao Sítio do Dr. João em Águas Mornas. Um lugar onde bichinhos abandonados encontram uma nova chance de ser feliz. Um lugar que luta diariamente para se manter funcionando e que sem a nossa ajuda poderá fechar as portas.
Há mais de três anos, acompanhamos os animais do Sítio, tratando, castrando e colocando para adoção. Na época, havia mais de 150 cães e 40 gatos. Hoje são aproximadamente, 40 cães e 18 gatos. Mas doar um animal não se resume a entregá-lo à responsabilidade de outra pessoas. Consiste também em acompanhar seu protegido posteriormente .
Se você quer que os anjos do sítio tenham a chance de ganhar uma família amorosa, participe da nossa Feijoada Beneficente (Há opção VEGANA) no próximo sábado, dia 25 de julho, das 10h ás 18h. Ingressos: R$ 50! Se não puder participar, compre um convite para nos ajudar!".
Convites a venda na Billy & Toffy Pet Shop ou pelo link:
www.eventick.com.br/feijoadabeneficentebillytoffy
Renda integralmente revertida para os animais do sítio! Mais informações no Facebook:
www.facebook.com/sitiodrjoao/
www.facebook.com/billyetoffy
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Brigitte Bardot critica plano para sacrificar gatos selvagens na Austrália
A atriz francesa Brigitte Bardot escreveu ao governo da Austrália para pedir que suspenda um plano para sacrificar cerca de 2 milhões de gatos selvagens, 10% do total do país, informou nesta quarta-feira a imprensa local.
Bardot dirigiu a carta ao ministro do Meio Ambiente, Greg Hunt, que na semana passada anunciou o projeto para reduzir a população de gatos selvagens nos próximos cinco anos com o objetivo de proteger outras espécies autóctones, segundo a agência "AAP".
Hunt, que qualificou os felinos como um "tsunami de violência e morte" para a população de mamíferos local, afirmou que sua eliminação ocorrerá "da forma mais humana possível".
No entanto, Bardot criticou a Austrália por seu alto índice de sacrifícios de animais e pediu às autoridades que reconsiderem o plano.
"Este genocídio animal é desumano e ridículo. Além de cruel, matar estes gatos é absolutamente inútil já que o resto seguirá procriando", afirmou na carta a atriz, ícone sexual nos anos 60 com mais de 40 filmes.
"Seu país está já manchado com o sangue de milhões de animais inocentes, portanto por favor não acrescentem gatos a este recorde", disse a atriz francesa, que acrescentou que gastariam melhor o dinheiro se esterilizassem os animais.
O governo australiano anunciou na semana passada um plano financiado com US$ 4,4 milhões para realizar o sacrifício dos gatos selvagens e outros programas de proteção para animais ameaçados.
Segundo as autoridades, os felinos são responsáveis pelo declive de outros espécies, especialmente mamíferos e aves.
Fonte: Terra
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