quarta-feira, 14 de maio de 2025

Setor pet em expansão nos EUA abre portas para médicos veterinários brasileiros

Setor pet em expansão nos EUA abre portas para médicos veterinários brasileiroVisto EB-2 NIW permite a profissionais imigrar legalmente e atuar com no mercado americano


Cenário representa uma oportunidade real de carreira internacional. Foto: Divulgação

O setor pet norte-americano segue em forte expansão, movimentando mais de US$ 147 bilhões por ano, segundo dados da American Pet Products Association. Com isso, cresce também a demanda por médicos veterinários qualificados para atuar em clínicas, hospitais, laboratórios e empresas especializadas. Para os profissionais brasileiros da área, o cenário representa uma oportunidade real de carreira internacional — com possibilidade de obtenção do green card por meio do visto EB-2 NIW.

Esse tipo de visto, conhecido como “National Interest Waiver”, é voltado a profissionais com experiência comprovada, como médicos veterinários, engenheiros, dentistas, médicos e advogados, e permite a imigração legal mesmo sem uma oferta de emprego nos Estados Unidos. O foco está na relevância da trajetória profissional do candidato e no potencial de contribuição ao país.

A área de saúde animal está entre as que mais crescem nos Estados Unidos, impulsionada pela valorização do bem-estar pet e pela humanização dos cuidados com os animais. Veterinários brasileiros experientes, com formação sólida e bom histórico profissional, podem ser excelentes candidatos ao EB-2 NIW”, afirma Vinícius Bicalho, advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal e CEO da Bicalho Consultoria Legal, especializada em imigração para profissionais qualificados.

Para aplicar ao EB-2 NIW, o profissional precisa comprovar qualificação técnica ou acadêmica, experiência relevante (mais de cinco anos na área ou título de mestre/doutor), além de apresentar documentos como diplomas, licença profissional, cartas de recomendação e histórico de atuação. Embora o processo possa levar cerca de 20 meses, é possível acelerar com o pedido de premium process, que reduz o tempo de resposta inicial para até 45 dias.

Com escritórios no Brasil, nos EUA e em Portugal, a Bicalho Consultoria Legal oferece suporte completo na elaboração da estratégia migratória, validação de documentos e condução jurídica de cada etapa. “Cada caso é único. Por isso, contar com uma equipe especializada faz toda a diferença para garantir segurança e agilidade no processo”, complementa Renato Oliveira, CEO da Be Internacional, empresa do Grupo Bicalho.

Veterinários interessados podem iniciar sua avaliação gratuita por meio do link disponível nas redes sociais da empresa.

Sobre a Bicalho Consultoria Legal

A Bicalho Consultoria Legal é especializada em processos migratórios para os Estados Unidos, oferecendo soluções para empresas, empreendedores e profissionais liberais. Com atuação no Brasil, EUA e Portugal, a empresa oferece assessoria jurídica, consultoria empresarial, tributária e trabalhista, além de planejamento patrimonial.

Mais informações: https://bicalho.com

Instagram: @bicalhoconsultoria

YouTube: Bicalho Consultoria Legal

Facebook: Bicalho Consultoria Legal


quarta-feira, 7 de maio de 2025

Associações divulgam nota de repúdio sobre parecer contrário a projeto de lei que visa proibir o abate de jumentos na Bahia

Nota de repúdio ressalta que animais correm risco de extinção e que seu abate é proibido pela Constituição Federal


Jumentos estão ameaçados de extinção Crédito: Chiara Albano/FNDJ

Diversas associações de defesa dos direitos animais divulgaram uma nota de repúdio ao parecer do Deputado Paulo Câmara, da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), sobre o PL nº 24.465/2022, que visa proibir o abate de jumentos em todo o estado da Bahia.

As associações rebateram os argumentos do deputado que refutam a informação de que, caso os abates continuem no Brasil, poderiam extinguir os jumentos no país em 2026. No texto, o parlamentar refuta as informações técnicas oriundas do Conselho Regional de Medicina-Veterinária da Bahia (CRMV/BA). No entanto, diz a nota de repúdio, “o CRMV/BA está robustamente amparado em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE e do Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA”, além de uma nota técnica embasada com artigos científicos publicada na Revista do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O documento explica que a prática do abate de jumentos também contraria o artigo 225 da Constituição Federal, que veda práticas que levem uma espécie à extinção.

É fato notório e inconteste que os jumentos estão em agressivo declínio no Brasil e no mundo, em razão da atividade extrativista em que consiste o comércio internacional de pele de jumentos. Ao contrário do que dá a entender o parecer, não existe cadeia produtiva de jumentos no Brasil ou em qualquer lugar do mundo”, diz o texto.

A prática do abate tem levado à extinção dos animais de maneira progressiva. Entre 2018 e 2024, apenas na Bahia, foram 248.298 jumentos abatidos. Dados da FAO apontam que existem, em 2025, apenas 78.916 animais, representando uma perda de 94% do efetivo populacional. A nota também rebate diversos argumentos do parecer do deputado que tratam sobre prejuízos econômicos, desemprego e perdas de receita para o estado e ressalta que apenas três abatedouros possuem autorização do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para a exportação da pele do jumento, que vai para a China para a fabricação do eijao. Dessa forma, não há produtores dessa atividade nem mesmo perdas econômicas ou desemprego.

A nota de repúdio também critica o parecer após aprovação em comissão na Assembleia Legislativa da Bahia. “O PL em questão já havia sido aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). É aviltante e inaceitável que o parecer ora repudiado ignore e desrespeite parecer anteriormente dado, em patente invasão da competência de comissão existente justamente para averiguar a constitucionalidade dos projetos de lei”, finaliza.

O texto é assinado pela Frente Nacional de Defesa dos Jumentos, pelo Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, pela Confederação Nacional de Entidades de Defesa dos Direitos Animais, pela Associação Nacional dos Advogados Animalistas, entre outros órgãos e instituições.


terça-feira, 6 de maio de 2025

Maio Amarelo: mês de conscientização sobre prevenção e diagnóstico de doenças renais em cães e gatos

Iniciativa visa promover o bem-estar animal e reduzir os índices de complicações renais, que são silenciosas e muitas vezes identificadas tardiamente


Diagnóstico é realizado por exames laboratoriais e de imagem.  Foto: Pixabay


O Maio Amarelo é uma campanha nacional de conscientização dedicada à prevenção e ao diagnóstico precoce das doenças renais em cães e gatos. Durante todo o mês, instituições e profissionais da área reforçam a importância dos cuidados com a saúde dos rins dos pets, alertando os tutores sobre os principais sintomas, fatores de risco e a relevância de exames de rotina. A iniciativa visa promover o bem-estar animal e reduzir os índices de complicações renais, que são silenciosas e muitas vezes identificadas tardiamente.

O médico-veterinário, mestre e doutor em ciências veterinárias, com ênfase em clínica médica e investigação etiológica, Rodrigo Supranzetti de Rezende, compartilha informações sobre essas doenças, métodos de diagnóstico e a importância do tratamento adequado.

O que é o Maio Amarelo Pet e qual sua importância na prevenção das doenças renais em cães e gatos?

Rodrigo Supranzetti: O Maio Amarelo Pet é uma campanha nacional de conscientização voltada à prevenção, diagnóstico precoce e manejo adequado das doenças renais em cães e gatos. Inspirada na versão humana da campanha, a iniciativa tem como objetivo alertar os tutores sobre a importância dos cuidados com a saúde renal dos animais, considerando que essas doenças são silenciosas, progressivas e comuns entre os pets. Durante todo o mês, são promovidas ações educativas, orientações veterinárias e incentivos à realização de exames preventivos.

Quais são os principais sinais e sintomas que os tutores devem observar em seus pets para identificar possíveis problemas renais?

Rodrigo Supranzetti: Aumento no consumo de água (polidipsia), aumento na frequência e volume urinário (poliúria), perda de apetite e de peso, vômitos, mau hálito (com odor semelhante à amônia), letargia e fraqueza, pelagem opaca. Esses sinais tendem a se manifestar de forma gradual e, muitas vezes, indicam comprometimento avançado dos rins.

Quais são as causas mais comuns das doenças renais em cães e gatos?

Rodrigo Supranzetti: Envelhecimento natural (doença renal crônica), infecções bacterianas (pielonefrite), doenças autoimunes, intoxicações (medicamentos, produtos de limpeza, uvas, lírios), doenças infecciosas (como leptospirose ou PIF em felinos), obstruções urinárias, hipertensão e doença renal policística (mais frequente em algumas raças felinas).

Como é feito o diagnóstico precoce das doenças renais nos pets?

Rodrigo Supranzetti: O diagnóstico precoce é essencial e pode ser realizado por meio de exames laboratoriais e de imagem:

Sangue: ureia, creatinina, fósforo e SDMA (marcador precoce de lesão renal)

Urina: densidade urinária, presença de proteínas e sedimentos

Ultrassonografia: avaliação anatômica dos rins

Pressão arterial: controle da hipertensão, comum em casos renais

De que forma a alimentação influencia na saúde dos rins dos animais? Existem rações específicas para prevenção?

Rodrigo Supranzetti: A dieta é um fator determinante na saúde renal. Alimentos específicos ajudam a: reduzir a progressão da doença, controlar o consumo de fósforo e proteínas, oferecer antioxidantes e ácidos graxos benéficos e melhorar a qualidade e expectativa de vida do pet. Rações terapêuticas devem ser prescritas e acompanhadas por um médico-veterinário.

Quais cuidados preventivos os tutores devem adotar no dia a dia para proteger a saúde renal dos seus animais?

Rodrigo Supranzetti: Disponibilizar água limpa e fresca em abundância, garantir alimentação balanceada e supervisionada por um veterinário, evitar automedicação, prevenir contato com substâncias tóxicas, controlar doenças de base (como hipertensão e diabetes), manter o calendário vacinal atualizado (ex: leptospirose) e realizar check-ups periódicos.

A partir de que idade é indicado realizar exames de rotina para avaliar a função renal dos pets?

Rodrigo Supranzetti: A partir dos 7 anos de idade, especialmente em cães e gatos idosos e em raças predispostas ou com histórico clínico, os exames devem ser antecipados, conforme orientação veterinária. 

Qual o papel do médico-veterinário na conscientização e orientação sobre a prevenção das doenças renais em cães e gatos?

Rodrigo Supranzetti: O médico-veterinário é essencial na prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais. Cabe a ele avaliar clinicamente o animal de forma periódica, solicitar e interpretar exames específicos, recomendar dietas e medicamentos adequados e acompanhar a evolução do quadro clínico. Além disso, campanhas como o Maio Amarelo Pet fortalecem a relação entre tutores e profissionais da saúde animal, promovendo mais conscientização e cuidado preventivo com os pets.


segunda-feira, 5 de maio de 2025

Maralto Edições lança antologias sobre cães e gatos, organizadas por Rogério Ramos

Neto de Graciliano Ramos e apaixonado por animais, Rogério dedicou seus últimos anos à cuidadosa seleção dos textos que compõem todo o projeto



A Maralto Edições apresenta as antologias Histórias brasileiras de cães e Histórias brasileiras de gatos, organizadas por Rogério Ramos, falecido em agosto de 2024, pouco após concluir o trabalho. Durante anos, Rogério se dedicou meticulosamente à seleção dos textos e, ao perceber a proximidade da publicação, intensificou a revisão e edição. Nos momentos finais do projeto, já doente, contou com o apoio do irmão, Ricardo Ramos Filho.

As antologias reúnem narrativas que evidenciam a presença marcante de cães e gatos na literatura brasileira, em poemas, contos, crônicas e romances. Entre os autores reunidos estão grandes nomes da literatura nacional, como Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Clarice Lispector, Dalton Trevisan, Domingos Pellegrini, Jorge Amado, Lygia Fagundes Telles, Rachel de Queiroz, Raul Pompeia, Ricardo Ramos, Ricardo Ramos Filho, Graciliano Ramos, Rubem Braga, Zélia Gattai, Cora Rónai, Otto Lara Resende, Ferreira Gullar, entre outros.

Rogério Ramos sempre sonhou em criar diversas coletâneas dedicadas exclusivamente aos animais. Começou reunindo textos sobre cães, depois voltou sua atenção aos gatos, mas seus planos iam muito além, imaginava coletâneas sobre cavalos, pássaros e tantos outros seres que povoavam seu afeto.

Meu irmão foi uma vocação perdida”, recorda Ricardo, “estudou Letras, foi editor, mas deveria ter sido veterinário. Adorava bichos de uma maneira geral. Desde os dinossauros, sabia tudo sobre eles. Em casa, quando éramos pequenos, trazia passarinhos (várias gaiolas), montou um grande aquário, cachorro, porquinho-da-índia, gato, papagaio, periquito, tartaruga. Talvez desejasse fazer de nossa residência um zoológico. Meus pais, desconfiados, permitiam”.

As obras contam com um ensaio fotográfico em preto e branco captado pela experiente fotógrafa Rosane Lima, que buscou retratar a essência dos animais por meio de registros espontâneos e sensíveis.

Estudei os textos selecionados e só depois busquei imagens e animais que pudessem dialogar com eles”, explica RosaneTenho amigos tutores de gatos e cães, e tratei de visitá-los. Os encontros foram longos, marcados por muita conversa e observação. Era essencial identificar, nos animais visitados, o sentimento evocado em cada texto. Os bichos retratados já me eram familiares, assim como o vínculo que cada um tinha com seu tutor”.

Entre os textos selecionados por Rogério, destaca-se um trecho de uma crônica de Carlos Heitor Cony, publicada na Folha de S.Paulo em 31 de janeiro de 1994. Nele, o autor relata sua relação de cumplicidade com a cadela Mila e a reação do animal no dia da morte de seu pai.

Mila é mais sóbria, mais sólida e sábia. Na noite em que meu pai morreu, vim em casa tomar banho, fazer a barba, trocar de roupa, preparar-me para o dia que me aguardava. Sempre que coloco a chave na fechadura, por menos ruído que faça, ela se coloca atrás da porta e espera. Pula em cima de mim, seu hálito aquece meu pescoço, seus olhos procuram os meus e ela me lê, sabe como estou, como foi meu dia e como está a vida.

Naquela noite não pulou, nem olhou meus olhos. Cabeça baixa, rabo entre as pernas, ela sabia. Eu não avisara a ninguém, mas a ela nada precisava dizer. Encostou-se aos meus joelhos, cúmplice e solidária. E ela, que do mundo lá fora esperava um pai, do mundo lá fora recolheu um órfão.

Para Ricardo Ramos Filho, administrar esse projeto editorial é também uma forma de homenagear a memória o irmão. Ele admite que a perda deixou um vazio imenso em sua vida. Eram muito unidos, com apenas dois anos de diferença de idade, e a ausência ainda é profundamente sentida. “O luto ainda está presente. Lidar com esse trabalho é pensar que ele ficaria feliz ao ver esses livros publicados. De certa forma, estamos perpetuando o legado de Rogério. Ele era tão importante para mim que, aos 71 anos de idade, tatuei no braço um verso de Drummond que representa minha dor: ‘A ausência é um estar em mim’”, finaliza Ricardo.

As antologias Histórias brasileiras de gatos e Histórias brasileiras de cães já estão disponíveis para compra no e-commerce da Maralto Edições e em livrarias parceiras. As obras também integram o Programa de Formação Leitora Maralto, iniciativa voltada para escolas em todo o país.

 

Organizador:

Filho de Ricardo Ramos e neto de Graciliano Ramos, Rogério Ramos dedicou sua vida ao mundo dos livros. Como editor de obras didáticas e literárias, trabalhou para ampliar horizontes e imaginar uma São Paulo mais plural e menos urbana. Apaixonado por cães, gatos e cavalos, cultivava três grandes amores: a literatura, a cidade e os animais. Em 2000, colaborou na obra juvenil Os primos Ramos Amado em A Nave de Noé, escrita a dez mãos. Faleceu em 2024, aos 68 anos.

Fotografias:

Rosane Lima construiu uma sólida trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense, registrando com sensibilidade e precisão a realidade ao seu redor. Entre seus projetos de destaque estão a exposição Nossos trabalhadores (2014) e a colaboração no livro Ensaios para a liberdade (2002), produzido pela Fundação Arco-Íris, em Florianópolis.

Histórias brasileiras de cães

Páginas: 165

Histórias brasileiras de gatos

Páginas: 125

Organizador: Rogério Ramos

Fotos: Rosane Lima

Preço: R$ 59,90/cada

Editora: Maralto Edições

Vendas: https://loja.maralto.com.br

Instagram: @maraltoediçoes


domingo, 4 de maio de 2025

Nutracêuticos: lançamentos e personalização inovam o tratamento de animais de estimação

Médica-veterinária explica os benefícios dos suplementos manipulados e lista os mais prescritos


A DrogaVET manipula uma ampla linha de nutracêuticos. Foto: Priscilla Fiedler

Reflexo de uma tendência nos hábitos de saúde dos tutores, a busca por uma vida mais saudável para cães e gatos tem impulsionado o uso dos nutracêuticos também na medicina veterinária. 

Compostos bioativos com alta concentração de partes de alimentos, como frutas, legumes, cereais e verduras, os nutracêuticos atuam na prevenção e no tratamento de doenças. “Os benefícios dos nutracêuticos são amplos, podendo ser prescritos para suprir minerais e vitaminas essenciais na dieta dos animais, prevenir várias doenças infecciosas e processos inflamatórios e até mesmo combater processos degenerativos e sinais clínicos de doenças oncológicas”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah de Andrade.

Os nutracêuticos mais prescritos para cães e gatos

A médica-veterinária alerta que embora os nutracêuticos sejam compostos naturais, eles só devem ser fornecidos aos animais de estimação com orientação profissional e destaca os mais comumente prescritos na rotina médica:

  • Condroitina e glucosamina: essenciais para a saúde das articulações, especialmente em cães idosos ou raças predispostas a problemas ortopédicos;
  • Ômega 3 (DHA e EPA): auxilia na saúde da pele, pelo, articulações e função cognitiva, além de ter ação anti-inflamatória;
  • Probióticos e prebióticos: fundamentais para o equilíbrio da microbiota intestinal, melhorando a digestão e fortalecendo o sistema imunológico;
  • Cúrcuma: tem propriedade anti-inflamatória capaz de reduzir a dor causada pela artrite, auxilia no tratamento de inflamações da pele e cicatrização de feridas, além de promover a desintoxicação do fígado e ajudar na prevenção de neoplasias;
  • Spirulina: é uma grande aliada no combate à anemia e alergias, melhora o sistema imunológico, controla a obesidade e a diabetes, tem efeito probiótico, melhora a halitose e a incidência de cálculo dentário;
  • Betaglucanas: composto anti-inflamatório, que contribui para o equilíbrio da microbiota intestinal e reforça as defesas imunológicas do organismo, além de ter ação antioxidante, que pode reduzir a proliferação e a metástase tumoral  e reduzir o colesterol e os níveis de açúcar no sangue;
  • Silimarina: possui ação hepatoprotetora e regenerativa, sendo indicada para cães e gatos com doenças hepáticas ou em uso prolongado de medicamentos;
  • Triptofano: ajuda a reduzir o estresse e a ansiedade, promovendo um comportamento mais equilibrado nos pets;
  • Coenzima Q10: auxilia na saúde cardiovascular e na manutenção da energia celular;
  • Colágeno tipo II: usado no tratamento de artropatias não infecciosas e no fortalecimento de cartilagens.

A DrogaVET manipula uma ampla linha de nutracêuticos e, recentemente, agregou à sua linha de fármacos o extrato de folha de papaia, indicado para o tratamento da trombocitopenia, um distúrbio hemostático que provoca alteração no equilíbrio entre a produção e a destruição das plaquetas. “O nutracêutico vem alcançando bons resultados no tratamento da trombocitopenia causada por doenças infecciosas como babesiose, erliquiose, leishmaniose e leptospirose, e também na advinda de tratamento quimioterápico”, comenta Farah.

Outra novidade é a pectina cítrica, uma fibra alimentar solúvel presente, principalmente, na medula das cascas de frutas cítricas, mas não absorvida naturalmente pelo organismo. Quando manipulada como nutracêutico, colabora no tratamento de fibrose cardíaca, renal e hepática, na prevenção de metástases e como quelante natural de metais pesados, indicado especialmente para pets não convencionais com intoxicação por metais presentes em arames galvanizados, ferrugens, bebedouros e comedouros. 

Benefícios da manipulação de nutracêuticos

A manipulação veterinária tem se tornado uma solução eficaz para personalizar tratamentos, permitindo ajustar a quantidade exata de acordo com o peso e as necessidades do pet, evitando desperdícios e garantindo maior adesão ao tratamento com flavorizantes e formas farmacêuticas variadas. “Biscoitos, xaropes, pastas orais, caldas e molhos são algumas opções de apresentações que podem ser flavorizadas com sabores de preferência do pet, como bacon, frango, leite condensado e pão na chapa, por exemplo”, comenta a veterinária.

A possibilidade de associar diferentes nutracêuticos em um único medicamento facilita a administração, reduzindo o estresse dos animais e os custos para o tutor.  Pets com alergias ou intolerâncias podem se beneficiar de formulações livres de ingredientes específicos, como glúten ou lactose. "Investir na combinação de tratamentos e em saúde preventiva e personalizada é proporcionar longevidade e qualidade de vida aos animais”, conclui Farah. 

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários. Mais informações no site www.drogavet.com.br.


sexta-feira, 2 de maio de 2025

Campanha #CãoSemGuiaNão alerta para os riscos e ilegalidade de passear com cães soltos nas ruas

Iniciativa nacional destaca que o uso de guia e coleira é obrigatório por lei e pode evitar acidentes fatais


Ação visa alertar tutores sobre a importância do uso da guia e coleira. Foto: Divulgação


Uma nova campanha de conscientização, intitulada #CãoSemGuiaNão, está mobilizando ONGs, veterinários e especialistas em comportamento animal em todo o país. A ação visa alertar tutores sobre a importância do uso da guia e coleira durante os passeios com cães, destacando os riscos reais à segurança dos animais, das pessoas ao redor e as implicações legais.​

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, indicam que o Brasil registrou 51 mortes causadas por mordidas ou ataques de cães em 2023, representando um aumento de 27% em relação a 2022, quando foram contabilizadas 40 mortes. Esse crescimento acende um alerta sobre a necessidade de medidas preventivas.​

Para o treinador e especialista em comportamento canino Fernando Lopes, que apoia a iniciativa, os tutores ainda subestimam os perigos reais de passear com cães soltos.​

O que parece um gesto inofensivo, como deixar o cão correr livre na rua ou no parque, pode terminar em tragédia. Já vimos inúmeros casos de atropelamentos fatais, cães desaparecidos e até ataques a crianças por falta de controle. Tudo isso poderia ser evitado com uma simples guia”, afirma Lopes.

A ideia é criar um movimento positivo e educativo. Foto: Divulgação

Além do risco à vida, a prática é proibida por lei. O Art. 31 da Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais) determina que é crime deixar animais sob sua guarda em lugares públicos sem a devida vigilância. Estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná também possuem leis complementares que exigem o uso de coleira, guia e, em alguns casos, focinheira, especialmente para raças de grande porte ou consideradas potencialmente perigosas.​

A campanha propõe ainda uma ação nas redes sociais: os tutores são convidados a compartilhar fotos de seus pets utilizando guia e coleira durante passeios, marcando a hashtag #CãoSemGuiaNão. A ideia é criar um movimento positivo e educativo, promovendo o cuidado consciente e a responsabilidade.​

Amar o seu cão é também protegê-lo — e proteger os outros”, completa Fernando Lopes.​


quinta-feira, 1 de maio de 2025

Shopping Metropolitano Barra promove Campanha de Adoção Pet no dia 3 de maio

Evento gratuito acontece sempre no primeiro sábado do mês, entre 14h e 18h


Lindos pets para adoção. Foto: Divulgação

O Shopping Metropolitano Barra abre espaço para a solidariedade com mais uma edição da Campanha de Adoção Pet, no dia 3 de maio (sábado), realizada em parceria com a ONG Adoção Carioca. A iniciativa oferece uma oportunidade especial para quem deseja aumentar a família com um companheiro de quatro patas, adotando cães e gatos resgatados que aguardam um novo lar.

A Campanha de Adoção Pet é um evento gratuito, que acontece sempre no primeiro sábado do mês no Shopping Metropolitano Barra.

Sobre o Shopping Metropolitano Barra

Inaugurado em dezembro de 2013, o Shopping Metropolitano Barra está localizado no coração da Barra Olímpica, na Zona Oeste, a região que mais cresce no Rio de Janeiro. Sob a gestão da SYN, com ampla experiência no imobiliário comercial brasileiro, o empreendimento atende a uma população de cerca de 680 mil habitantes, abrangendo bairros como Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Recreio dos Bandeirantes e Vargem Pequena. Em uma região de fácil acesso, o Shopping Metropolitano Barra é rota para a Linha Amarela, a Transolímpica e a Avenida Ayrton Senna.

Serviço:

Feira de Adoção Pet no Shopping Metropolitano

Data: 3 de maio (sábado)

Horário: 14h às 18h

Entrada gratuita

Local: 2º piso (em frente à loja Alô Bebê)

O Shopping Metropolitano Barra fica na Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300 – Barra Olímpica, Rio de Janeiro – RJ. Telefone: (21) 3095-9044. E-mail: espacocliente@shoppingmetropolitanobarra.com.br