quarta-feira, 11 de março de 2026

8 dicas infalíveis para estimular a inteligência do seu cachorro

Especialista em comportamento canino explica como desafios mentais e estímulos diários impactam diretamente o bem-estar e o comportamento dos cães


Foto: Freepik


Estimular a inteligência do cachorro vai muito além de ensinar comandos básicos como “sentar” ou “dar a pata”. Cães são animais altamente cognitivos, que precisam de desafios mentais, experiências sensoriais e estímulos diários para manter o equilíbrio emocional. Quando a mente do cão é estimulada, comportamentos indesejados tendem a diminuir, a ansiedade é reduzida e a qualidade de vida do animal melhora de forma significativa.


Segundo Denise Neves, especialista em comportamento canino e sócia da Dog Corner, muitos problemas de comportamento estão ligados à falta de estímulos adequados no dia a dia. “Um cão precisa ser desafiado mentalmente. Estimular a inteligência é uma necessidade básica, não um luxo”, explica.


A seguir, a especialista lista dicas práticas e infalíveis para estimular a inteligência do seu cachorro no dia a dia:


1. Varie os passeios e os ambientes desde cedo

“Passear sempre pelo mesmo caminho limita os estímulos do cão. Quando o tutor varia rotas e ambientes, como ruas diferentes, parques, trilhas ou até espaços pet friendly, o cachorro é exposto a novos cheiros, sons e imagens. Essas experiências enriquecem o repertório cognitivo e ajudam no desenvolvimento emocional, especialmente quando iniciadas ainda na fase de filhote", explica. 


2. Aposte em brinquedos interativos

“Brinquedos que exigem solução de problemas, como os que liberam petiscos aos poucos, estimulam raciocínio, foco e persistência. Eles ajudam a gastar energia mental, reduzem o tédio e são grandes aliados no controle da ansiedade, principalmente para cães que passam parte do dia sozinhos", diz a especialista.


3. Transforme a alimentação em um desafio

“Oferecer comida sempre no mesmo pote elimina uma grande oportunidade de estímulo mental. Tapetes olfativos, brinquedos dispensadores e jogos de busca transformam a refeição em uma atividade cognitiva, além de respeitarem o instinto natural de caça do cão. Comer também pode ser uma forma de aprender", complementa. 


4. Ensine novos comandos, mesmo os mais simples

“Aprender algo novo ativa conexões cerebrais. Não é preciso ensinar comandos complexos: desafios simples como ‘deitar’, ‘girar’ ou ‘tocar a mão’ já estimulam memória, atenção e concentração. O mais importante é a constância do treino, e não o nível de dificuldade", analisa Denise.


5. Use mais o corpo e menos a voz

“Os cães aprendem muito mais por meio da observação do que da fala. Gestos claros, postura corporal e movimentos bem definidos facilitam o entendimento e mantêm o cão mais atento. Trabalhar comandos com sinais corporais fortalece a comunicação e torna o aprendizado mais eficiente", completa.


6. Invista em enriquecimento ambiental

“Caixas de papelão, caixas de ovos, garrafas adaptadas, varais de petiscos, diferentes texturas e objetos seguros espalhados pelo ambiente desafiam o cérebro do cão. O enriquecimento ambiental combate o tédio, reduz comportamentos destrutivos e contribui para a estabilidade emocional", diz.


7. Promova interação social de forma equilibrada

“O contato com outros cães e pessoas, quando bem conduzido, estimula habilidades sociais, confiança e adaptação. No entanto, é fundamental respeitar o perfil do animal. Cães inseguros precisam de uma introdução gradual e sempre em ambientes controlados", esclarece a especialista. 


8. Estabeleça uma rotina com estímulos

“A inteligência do cão se desenvolve melhor em ambientes previsíveis. Horários definidos para passeio, brincadeiras, descanso e treino organizam o cérebro do animal e facilitam o aprendizado. A rotina traz segurança emocional e cria um terreno fértil para o desenvolvimento cognitivo", completa.


Para Denise, investir em estímulos diários é também uma forma de fortalecer o vínculo entre tutor e pet. “Quando o cachorro é desafiado de forma saudável, ele se torna mais equilibrado, confiante e feliz. Estimular a inteligência é cuidar da mente, das emoções e da relação entre humano e animal”, finaliza.


Fonte: Dog Corner

terça-feira, 10 de março de 2026

Como cuidar de gatos idosos?

 Por Nathali Vieira*


Foto: Freepik


Quem convive com um gato idoso sabe muito bem como a rotina se transforma para garantir a saúde e qualidade de vida a esse pet. E, por mais que muitos tutores apenas percebam esse envelhecimento através de alguns comportamentos clássicos, como miados mais baixos, pelos mais claros ou sono aumentado, como exemplo, a terceira idade felina começa antes do aparecimento desses sinais mais evidentes, pedindo um ajuste no dia a dia desse animal para garantir seu bem-estar dentro do lar. 

São cerca de 30 milhões de gatos nos lares brasileiros, segundo o PetCenso 2025. Dos 11 anos 14 anos, já podem ser considerados idosos, enquanto, após os 15 anos, são classificados geriátricos - em uma tendência natural de mudanças de comportamentais com o avançar da idade que, inevitavelmente, exigirá um olhar mais atencioso dos tutores quanto sua qualidade de vida. 

Além da alteração da cor do pelo e menor atividade do gato no dia a dia, a mobilidade reduzida e presença de tártaro também são bem comuns no envelhecimento felino. Então, para aumentar a expectativa de vida e garantir que se mantenha em boas condições de saúde, é preciso se atentar a alguns pontos importantes nessa fase. 

A alimentação específica para o pet idoso é crucial, com rações direcionadas a essa faixa etária que contenham todas as vitaminas e nutrientes necessários para seu corpo. Afinal, muitos animais idosos têm necessidades nutricionais especiais, ainda mais aqueles que tiverem algum problema de saúde nesse sentido como, por exemplo, maior dificuldade digestiva. Uma ótima opção para esses gatos, inclusive, são os sachês com fácil absorção. 

Mesmo que os felinos sejam conhecidos por serem bem limpos, o cuidado com sua higiene não pode ficar de fora em sua fase idosa. Isso envolve não apenas os pelos em si, escovando e removendo a pelagem mais velha, como, acima de tudo, a limpeza de seus dentes, a fim de evitar o tártaro e qualquer problema bucal que gere dor e desconforto ao pet. 

O check-up no veterinário não pode ficar de fora dessa lista de cuidados, algo que, inclusive, é indispensável por toda a vida de qualquer animal. Quando falamos do envelhecimento felino e da natural tendência de doenças crônicas, o gato idoso precisa de acompanhamento constante nesse sentido, incluindo a realização de exames preventivos a cada seis meses. Caso tenha uma doença específica, a frequência no médico veterinário deve ser maior, conforme recomendações e orientações do especialista. 

Por fim, o enriquecimento ambiental é outro ponto que faz muita diferença para que o lar esteja adaptado às necessidades e rotina do pet idoso. Isso inclui desde proteger a casa contra qualquer risco à sua saúde, inserindo, por exemplo, tapetes antiderrapantes; ao estímulo de exercícios como forma de evitar que fiquem sedentários. Aposte em brinquedos para gatos, como varas, bolinhas e outros objetos interativos – o que não só ajuda a evitar o sobrepeso, mas também a aliviar dores nas articulações. 

A velhice não precisa ser sinônimo de sofrimento ou de problemas de saúde desgastantes ao animal. O cuidado preventivo faz muita diferença para que os gatos cheguem à terceira idade com qualidade de vida e bem-estar, dando o máximo de conforto ao lado dos tutores. Não espere os sinais da velhice aparecerem, procure, desde já, manter a constância com o acompanhamento veterinário e garantindo que o lar esteja sempre adaptado para garantir o conforto, segurança e diversão do pet. 

*Nathali Vieira é médica veterinária na Pet de TODOS. 


sábado, 14 de fevereiro de 2026

Carnaval: 7 sinais de que seu pet não deve ir ao bloco e como protegê-lo do barulho e da folia

Especialista em comportamento animal alerta para riscos físicos e emocionais e orienta tutores sobre como garantir segurança e bem-estar dos pets durante o Carnaval


Foto: Freepik

O Carnaval é sinônimo de alegria, música e aglomeração para os humanos, mas para cães e gatos pode representar um período de alto risco. Barulho excessivo, calor intenso, multidões e mudanças bruscas na rotina estão entre os principais fatores que afetam o bem-estar físico e emocional dos animais. Segundo Cleber Santos, especialista em comportamento animal e CEO do Grupo Comportpet, o Carnaval já é a segunda data mais estressante para os pets, perdendo apenas para o Ano Novo por conta dos fogos de artifício.

“O tutor precisa entender que o que é diversão para ele pode ser uma verdadeira tortura para o animal. Falta empatia em muitas situações. O pet não escolhe estar ali”, afirma o especialista.

A seguir, Cleber lista 5 sinais claros de que seu pet não deve ir ao bloco, além de orientações práticas para protegê-lo do barulho e da folia.

1. Sensibilidade extrema a sons altos

“Os cães possuem uma audição muito mais aguçada do que a humana. Apitos, caixas de som, batuques e gritos comuns nos bloquinhos podem causar estresse intenso, medo e até danos auditivos. Animais que já apresentam reações negativas a fogos de artifício ou trovões estão entre os mais vulneráveis, pois entram em estado de alerta muito rapidamente. Mesmo locais próximos aos blocos não são indicados. O animal não consegue identificar a origem do barulho, não entende que aquilo é temporário e passa a viver em alerta constante, o que impacta diretamente o emocional e o comportamento”, explica Cleber.

2. Sinais de estresse, medo ou tentativa de fuga

“Tremores, respiração ofegante, choros, vocalizações excessivas, agressividade repentina ou tentativas de se esconder são sinais claros de sobrecarga emocional. Em ambientes cheios, com muitas pessoas e estímulos, o instinto de fuga pode ser acionado. Fuga não é desobediência, é desespero. Muitos acidentes graves acontecem porque o pet está tentando apenas sobreviver ao medo, correndo risco de atropelamentos, quedas ou ferimentos ao tentar escapar por portas, portões ou janelas”, alerta.

3. Risco elevado de hipertermia e desidratação

“Os cães têm, em média, dois graus a mais de temperatura corporal do que os humanos. O calor excessivo, somado ao asfalto quente, à aglomeração e à dificuldade de acesso à água, pode levar rapidamente à hipertermia e à desidratação. Se está quente para você, está ainda pior para o pet. Algumas raças, como o Spitz Alemão, podem ter queda de glicose, desmaios e até convulsões em situações de calor intenso associado ao estresse emocional”, explica o especialista.

4. Exposição a perigos físicos invisíveis

“Vidros quebrados, lixo no chão, restos de comida, bebidas alcoólicas derramadas e objetos pontiagudos fazem parte dos riscos invisíveis do Carnaval de rua. Além disso, o excesso de pessoas aumenta o risco de pisoteamento e machucados. Fantasias, adereços e acessórios também podem causar dermatites, feridas, assaduras e desconforto térmico. Muitas vezes, o tutor só percebe o problema quando o dano já está feito”, pontua Cleber.

5. Mudanças bruscas na rotina e excesso de pessoas

“Reuniões com muitos amigos e familiares, casas cheias e movimentação fora do comum afetam diretamente o emocional dos pets. Animais que vivem em ambientes tranquilos podem se sentir acuados, inseguros ou reagir de forma defensiva ao tentar proteger o território. Muitas casas ficam vazias o ano inteiro e, de repente, recebem 20 pessoas para uma festa de carnaval, por exemplo. O animal não está preparado emocionalmente para essa mudança brusca de rotina e estímulos, o que pode gerar ansiedade, medo e comportamentos indesejados”, diz.

6. Perigo de ingestão de alimentos durante os blocos

“Em bloquinhos de Carnaval, é comum haver restos de comida no chão, além de pessoas oferecendo petiscos sem autorização do tutor. Alimentos como chocolate, doces, carnes temperadas, ossos, frituras e até bebidas alcoólicas podem ser ingeridos rapidamente pelo pet, causando vômitos, diarreia, intoxicação e, em casos mais graves, risco de vida. O animal come por impulso, não por escolha. Por isso, levar o pet para ambientes com comida espalhada representa um risco real e imediato à saúde”, alerta.

7. Risco de ferimentos com objetos nas ruas

“O chão dos blocos costuma ficar coberto de vidro quebrado, latinhas, tampinhas, espetinhos e outros objetos cortantes. Mesmo com atenção, é impossível controlar todos os passos do animal em meio à multidão. Cortes nas patas, perfurações, ferimentos na boca e infecções são ocorrências comuns nesse tipo de ambiente. Muitas lesões só são percebidas horas depois, quando o pet já está mancando ou sentindo dor”, explica o especialista.

Como proteger o pet durante o Carnaval

A recomendação do especialista é direta: se a ideia for curtir a folia fora de casa, o mais seguro é deixar o pet em um ambiente preparado para isso. Creches, hotéis pet ou serviços de day use estruturados oferecem supervisão, rotina e cuidados adequados, reduzindo significativamente o risco de estresse, acidentes e sobrecarga emocional. Já para quem vai passar o Carnaval em casa, alguns cuidados simples fazem toda a diferença. 

“Manter portas e janelas fechadas ajuda a reduzir os ruídos externos e evita fugas, enquanto abafar o som da rua com televisão ligada, música ambiente ou até o barulho do ventilador contribui para diminuir o impacto dos estímulos sonoros. Também é importante criar um espaço seguro para o pet, com caminhas, brinquedos e água sempre disponíveis, permitindo que ele se recolha quando se sentir ameaçado", comenta.

“O Carnaval pode ser divertido para todos, mas só quando o tutor entende que o bem-estar do pet vem antes da fantasia ou da foto. Amor também é saber deixar o animal em paz e fazer escolhas responsáveis”, finaliza Cleber Santos.

Fonte: Comportpet


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Como melhorar a comunicação entre tutor e pet no dia a dia? Confira 5 dicas

Especialista em comportamento canino explica por que entender a linguagem do cão é a chave para uma convivência mais equilibrada


Foto: Freepik


Latidos excessivos, ansiedade, destruição de objetos e dificuldade em obedecer comandos costumam ser interpretados como “desobediência”. Mas, na maioria das vezes, esses comportamentos são sinais claros de falha na comunicação entre tutor e pet. Diferente dos humanos, os cães não se comunicam por palavras, e sim por energia, gestos, rotina e emoção.

Segundo André Cavalieri, especialista em comportamento canino e sócio-fundador da Dog Corner, quando o tutor aprende a se comunicar na “língua do cão”, a relação se transforma. “Antes de ensinar comandos, é preciso alinhar intenção, emoção e ação. O cão lê o mundo pelo comportamento do tutor, não pelo que ele fala”, explica.

A seguir, o especialista lista dicas práticas para melhorar a comunicação entre tutor e pet no dia a dia

1. A comunicação começa antes da palavra

“Os cães não entendem discurso, mas entendem energia, postura e emoção. Um tutor ansioso tende a gerar um cão ansioso. Um tutor agressivo pode gerar um cão agressivo ou extremamente medroso. Tom de voz, gestos, postura corporal e até o estado emocional do tutor impactam diretamente o comportamento do animal. Antes de pedir qualquer comando, o tutor precisa observar como está se sentindo e o que está transmitindo", comenta André.

2. Seja coerente: previsibilidade gera segurança

“Amar um cão não é permitir tudo, mas oferecer regras claras e consistentes. Se hoje subir no sofá é permitido e amanhã não é, o cão não está ‘testando limites’, ele apenas tenta entender um sistema que muda o tempo todo. Comunicação eficiente exige regras simples, repetição e constância. A previsibilidade reduz a ansiedade e melhora o comportamento", diz. 

3. O silêncio também comunica

“Falar demais gera ruído, não clareza. Muitos tutores repetem ‘não, não, não’ esperando que o cão entenda, mas o excesso de fala confunde. Um olhar firme, uma pausa consciente ou um redirecionamento corporal bem feito comunicam muito mais. Serenidade é uma das mensagens mais importantes que o tutor pode transmitir", explica o especialista.

4. Rotina é uma forma de amor e comunicação emocional

“Para o cão, rotina é linguagem emocional. Horários definidos para passeio, alimentação, descanso e interação ajudam o animal a entender que o mundo é previsível. Isso reduz ansiedade, frustração e comportamentos destrutivos. Um cão relaxado aprende melhor e tem mais qualidade de vida", complementa. 

5. Gasto de energia também é comunicação

“Nenhuma comunicação funciona se o cão está com excesso de energia física ou mental acumulada. Passeio não é luxo, enriquecimento ambiental não é mimo e atividades estruturadas não são extras. São necessidades básicas. Um cão que não explora o mundo tende a ficar ansioso, estressado e até deprimido, o que bloqueia qualquer tentativa de aprendizado", analisa.

Ouça mais, fale menos

Por fim, André reforça que o tutor precisa aprender a “ouvir” o cão. “Eles se comunicam o tempo todo por bocejos, desvios de olhar, postura corporal, respiração e velocidade dos movimentos. Ignorar esses sinais é como conversar com alguém que pede ajuda em outra língua e fingir que não está entendendo", completa.

“Quando o tutor aprende a observar, respeitar e se comunicar de forma clara, o comportamento melhora naturalmente. Comunicação não é controle, é conexão”, conclui André Cavalieri.

Fonte: Dog Corner


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Fashion Mall recebe edição inédita do Pet Yoga by Nattu

Participantes terão a companhia especial de cães e gatos para adoção

 


No dia 31 de janeiro, o Fashion Mall recebe uma edição inédita do Pet Yoga by Nattu, evento que promove a prática indiana com o objetivo de conectar pessoas e animais à espera de um lar. Desta vez, a prática será realizada à luz de velas (em LED), para encantar todos os sentidos!

A ação conta com o patrocínio da marca pet PremieR Nattu e acontecerá no Piso L3 do empreendimento (ao lado do restaurante Gurumê), em três sessões – às 17h, 18h15 e 19h15, com uma média de 25 alunos em cada turma.

Durante a prática de yoga, em uma atmosfera acolhedora e cheia de amor, à luz de velas de LED, os participantes poderão interagir com turmas de cães e gatos, todos resgatados e cheios de carinho para dar. Mais do que bem-estar, o Pet Yoga é um evento com propósito: parte do valor dos ingressos é revertida sempre para uma ONG parceira, nesta edição para o Instituto Pata Real, ajudando a transformar a vida de animais que aguardam por um lar cheio de amor. Ou seja, além de desfrutar da prática revitalizante, o aluno contribui para uma causa nobre, aumentando as chances de adoção e ampliando a visibilidade da ONG.

Quem deseja participar, deve realizar a inscrição previamente através da plataforma Sympla, no link: https://www.sympla.com.br/evento/pet-yoga-edicao-especial. O valor do ingresso do Pet Yoga é de R$159,00 (+ taxa).

SERVIÇO:

Pet Yoga by Nattu no Fashion Mall

Data: 31 de janeiro de 2026 (sábado)

Horário: Às 17h, 18h15 e 19h15

Local: Piso L3 (ao lado do restaurante Gurumê)

Inscrição: Via Sympla

Ingresso: R$159,00 (+ taxa)

O Fashion Mall fica na Estrada da Gávea, 899, São Conrado, Rio de Janeiro/ RJ. Telefone: (21) 2111-4427.


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Do boato à evidência: o que a ciência explica sobre a nutrição de gatos e cães

Veterinário reúne informações essenciais para orientar escolhas nutricionais mais seguras e bem fundamentadas




Alguns conceitos difundidos sobre como gatos e cães devem ser alimentados ainda geram dúvidas entre tutores e podem influenciar escolhas relacionadas ao bem-estar dos pets. Para ampliar essa discussão, a ROYAL CANIN®, marca referência em Saúde Através da Nutrição para gatos e cães, reforça a importância de buscar orientações confiáveis sobre o manejo nutricional.

Um dos equívocos mais comuns é a comparação direta entre pets e seus ancestrais selvagens. Após milhares de anos de domesticação, gatos e cães desenvolveram características fisiológicas, anatômicas e comportamentais próprias, que os diferenciam significativamente de lobos e felinos selvagens. Por isso, decisões baseadas apenas nessa analogia não refletem as necessidades atuais dessas espécie

Outro ponto frequentemente levantado é a presença de carboidratos nos alimentos completos e balanceados para pets. Como parte dessas formulações, esses macronutrientes contribuem para a oferta adequada de energia. Condições de saúde como sobrepeso e obesidade, por exemplo, estão muito mais associadas ao consumo calórico total ao longo do dia do que ao tipo isolado de nutriente presente na dieta.

As proteínas vegetais também geram muitas dúvidas. No entanto, quando escolhidas corretamente, podem ser fáceis de digerir e fornecer todos os aminoácidos essenciais que o animal precisa. O mais importante é o equilíbrio nutricional do alimento como um todo, e não apenas a origem da proteína: animal ou vegetal.

Para o Médico-Veterinário Dr. Luciano Trevizan, especialista em nutrição de gatos e cães e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), compreender esses pontos é essencial para apoiar escolhas responsáveis. “A nutrição é um dos pilares da saúde dos pets. Muitos tutores ainda são influenciados por percepções que não refletem a realidade atual. Quando explicamos como os gatos e os cães evoluíram e quais são as suas necessidades hoje, abrimos espaço para decisões mais conscientes, que favoreçam, acima de tudo, a qualidade de vida dos animais”, afirma.

Os subprodutos de origem animal, por sua vez, são frequentemente mal interpretados. Eles recebem esse nome por não serem comumente destinados ao consumo humano, mas são ingredientes seguros e nutritivos, que desempenham papel relevante na composição de dietas completas e equilibradas, além de contribuírem para cadeias produtivas mais eficientes e sustentáveis.

Segundo Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil, há um grande perigo quando a nutrição animal é discutida sob a ótica humana. “Gatos e cães possuem necessidades nutricionais muito diferentes das nossas, por isso, um dos princípios centrais da ROYAL CANIN® é priorizar os nutrientes, e não ingredientes específicos, e a formulação de nossos alimentos é pautada na ciência. Para a produção de nossos produtos, a seleção dos ingredientes é baseada em critérios rigorosos, como qualidade nutricional, digestibilidade, segurança e sustentabilidade - sempre com foco no que é recomendado para a saúde de cada pet que alimentamos”, explica.

A ROYAL CANIN® reforça seu compromisso em desenvolver soluções nutricionais formuladas sob medida para atender às necessidades dos pets em diferentes fases da vida e condições de saúde. Além disso, apoia a prática veterinária por meio de ferramentas e conteúdos científicos que promovem o aprimoramento do conhecimento em nutrição animal.

Para mais informações sobre a ROYAL CANIN®, visite o site da empresa. https://click.cse360.com.br/Click/AddCampaignEmailClick/ace474b8-6a5b-40df-d744-08de327bb5df/http%253a%252f%252fwww.royalcanin.com%252fbr/70a89200-5bfd-46c9-94ba-9ea2746b2447/mapadaculturarj@gmail.com/True

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

PETFriendly Turismo investe em reestruturação interna e projeta crescimento sustentável em 2026

Com certificações internacionais, foco em qualidade e padronização de processos, empresa fortalece a segurança, o bem-estar animal e a experiência dos tutores para o próximo ciclo de expansão


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A PETFriendly Turismo, empresa especializada em oferecer soluções completas para o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, encerrou 2025 com um amplo processo de reestruturação interna e projeta 2026 como um ano de consolidação e crescimento sustentável, apoiado em padrões elevados de qualidade, segurança e experiência do cliente. As mudanças implementadas ao longo do último ano refletem a maturidade da companhia diante de um crescimento acelerado e da complexidade operacional inerente ao segmento de turismo com animais.

Foram realizados treinamentos focados em qualidade, processos internos e padronização do atendimento, envolvendo toda a equipe. O objetivo foi garantir excelência e consistência na prestação dos serviços, reduzir erros operacionais e retrabalhos, aumentar a segurança e o bem-estar dos animais, além de elevar a satisfação e a confiança dos tutores. 

Nesse contexto, a empresa se destaca por ser a única empresa de transporte animal certificada com o padrão ISO 9001, enfatizando a gestão da qualidade e a excelência operacional. 

‘’A reestruturação reforça diretamente a proposta de valor da companhia ao ampliar a credibilidade da marca e assegurar uma experiência qualificada e humanizada. Com processos mais robustos e equipes treinadas, a empresa garante maior segurança em todas as etapas da jornada do pet, transformando a qualidade do atendimento em um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais exigente’’ explica Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo. 

Os aprendizados de 2025 foram determinantes para orientar essas decisões. O crescimento da operação evidenciou que pequenas falhas podem gerar impactos significativos na confiança do cliente, deixando claro que segurança, consistência e confiabilidade são os principais pilares competitivos da empresa. A partir desse diagnóstico, a marca passou a priorizar a padronização de processos, o investimento contínuo em treinamento e o fortalecimento de uma cultura voltada à qualidade, criando bases sólidas para um crescimento com menor risco operacional e maior excelência na experiência oferecida.

Para 2026, a perspectiva é de consolidar essa excelência operacional e escalar o crescimento de forma estruturada, posicionando a PETFriendly Turismo como referência em turismo animal no Brasil. As prioridades incluem o aprimoramento contínuo dos processos, a qualificação permanente da equipe, a redução de riscos operacionais, a ampliação responsável do portfólio de serviços e a evolução da experiência do cliente. A estratégia mantém como foco central a segurança, a confiança e o bem-estar animal, valores que sustentam o planejamento da companhia para o próximo ciclo.


Sobre a PETFriendly Turismo 

Fundada em 2018 pela médica veterinária Dra. Juliana Stephani, a PETFriendly Turismo nasceu para atender a uma demanda crescente: o transporte seguro e confortável de pets em viagens nacionais e internacionais. A ideia surgiu da experiência pessoal da fundadora, que precisou viajar para o exterior sem seu cachorro, enfrentando dificuldades para encontrar um serviço especializado. Desde então, a empresa já realizou mais de 7 mil viagens bem-sucedidas, atendendo desde famílias comuns até personalidades públicas, reforçando seu compromisso com excelência, segurança e bem-estar animal. A PETFriendly Turismo oferece uma gama completa de serviços, incluindo suporte veterinário por meio de parceiros globais, consultoria e auxílio na documentação necessária para transporte de animais, serviço de holder, que permite levar o pet diretamente ao destino e entregá-lo em mãos, além de táxi pet, com veículos próprios para transporte nacional.